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--trapitos al sol--
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near Los Cuartos, Cajamarca (Peru)
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- Viewed 251 times
- Uploaded the 2008-05-29 09:38:49
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by Jaime Caviedes - Extra information
- Camera: DMC-TZ3
- Taken on 2008:03:18 15:13:03
- Exposure: 0.003s (1/320)
- Focal Length: 4.60mm
- F/Stop: f/8.000
- ISO Speed: ISO100
- Exposure Bias: 0 EV
- No flash, Auto

Comments
Rodríguez Prati, on June 5, 2008, said:
Me encantó esta foto Jaime, te felicito por tu sensibilidad para saber ver la belleza en lo cotidiano, saludos, Edmundo
Jaime Caviedes, on June 6, 2008, said:
Gracias Edmundo; tienes razón. La belleza siempre surge de las cosas naturales y cotidianas. Luego puede llegar a engalanar y sublimarse, pero para que podamos reconocerla como tal, siempre debe tener un cable a tierra. Saludos
Arturo García, on June 9, 2008, said:
Buena foto con mucho colorido, Jaime. Por aquí decimos que los trapos sucios se lavan en familia y es lo que han hecho, pero te has colado para airearlos, así se secaran antes...
Un abrazo, Arturo.
Jaime Caviedes, on June 9, 2008, said:
Gracias Arturo, acá empleamos tanto: "la ropa sucia se lava en casa" como "trapitos al sol"... Un abrazo desde Chile
Gabriela Núñez., on June 10, 2008, said:
Muy buena toma Jaime, me gusta el colorido de algo tan sencillo como es secar la ropa al aire. Un verdadero homenaje a aquellas mujeres de aquí de allá que con sacrificio se instalan mañanas enteras a escobillar la ropa de toda la familia.
Cariños para tí.
Jaime Caviedes, on June 10, 2008, said:
Tienes mucha razón, Gabriela y tu comentario me recuerda esta canción
Un abrazo
Juventude Transviada
Lava roupa todo dia, que agonia Na quebrada da soleira, que chovia Até sonhar de madrugada, uma moça sem mancada Uma mulher não deve vacilar Eu entendo a juventude transviada E o auxílio luxuoso de um pandeiro Até sonhar de madrugada, uma moça sem mancada Uma mulher não deve vacilar Cada cara representa uma mentira Nascimento, vida e morte, quem diria Até sonhar de madrugada, uma moça sem mancada Uma mulher não deve vacilar Hoje pode transformar e o que diria a juventude Um dia você vai chorar, vejo claras fantasias Lava roupa todo dia, que agonia Na quebrada da soleira, que chovia Até sonhar de madrugada, uma moça sem mancada Uma mulher não deve vacilar
Beatriz Barreto Tanezini, on July 2, 2008, said:
Luiz Melodia (autor de Juventude Transviada) tem música até no nome. Nasceu no Rio de Janeiro, mais precisamente no Morro do Estácio, no dia 7 de janeiro de 1951.
Sua trajetória foge um pouco do esperado. O que se imagina que aconteça com um músico que cresceu no morro, no meio do samba? Ora, que seja um sambista! Mais Luiz Melodia foi por um caminho diferente. Não recusa suas origens musicais nascidas do samba, mas foi mais além. Assimilou uma musicalidade que absorve vários estilos. Na verdade, criou uma forma muito particular de composição. E foi exatamente isso que fez com que sua música chamasse atenção de algumas pessoas. Entre elas, Torquato Neto e Wally Salomão. Quando ouviram "Pérola Negra", se impressionaram com a força de sua poesia urbana. Gal Costa veio a gravá-la no disco "Gal a Todo o Vapor" de 72. Era esse o estímulo que faltava para a carreira de um tal de Luiz Carlos dos Santos, o nosso Luiz Melodia (esse sobrenome veio do nome artístico do pai, Oswaldo dos Santos, o Oswaldo Melodia ).
A partir daí começou uma carreira solidificada sobre um estilo irrequieto, elegante e diferente. Passou por fases difíceis e por outros momentos onde suas composições estavam na boca do povo. "Estácio Eu e Você" e "Ébano" são alguns dos sucessos que Luiz Melodia deixou para a música popular brasileira. É um artista que exala classe, personalidade e carisma.
Jaime Caviedes, on July 7, 2008, said:
Muito obrigado meu amiga Beatriz pelos seus comentários que nos ensinam de que grande compositor brasileiro.
Epi F.Villanueva, on July 12, said:
Este tipo de fotos también me gusta.Epi
Patricia Santini, on July 23, said:
Buena foto Jaime, la ropa es un estupendo contraste con el entorno y el tìtulo genial. Saludos, Paty.
Jaime Caviedes, on July 23, said:
Hola Paty Esta foto la tome en marzo pasado a bordo de una camioneta y no recordaba exactamente el lugar, a la orilla del camino entre dos pequeños pueblos en la sierra de Cajamarca. Hacen 2 semanas pase nuevamente por allí y recordé el lugar al ver nuevamente allí la ropa colgada. Un abrazo
Arturo García, on July 26, said:
Jaime, acabo de ver tu información a Paty y no puedo dejar de preguntar. ¿Estaba ya seca la ropa?
Un abrazo a ambos, Arturo.
Jaime Caviedes, on July 27, said:
jajajajaja.... buena pregunta, Arturo, desgraciadamente no volvi a tomar la foto para comparar la ropa, si aùn no la retiraban o si esa ropa se habìa secado, planchado, ensuciado y vuelta a lavar y planchar y ensuciar ... Un abrazo