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- Viewed 451 times
- Uploaded on June 19, 2008
-
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by Rodrigo Macedo Lopes -
Extra information
- Camera: Canon PowerShot A460
- Taken on 2036/04/01 18:10:16
- Exposure: 0.002s (1/640)
- Focal Length: 5.40mm
- F/Stop: f/2.800
- ISO Speed: ISO80
- Exposure Bias: 0.00 EV
- No flash
Comments
Rodrigo Macedo Lopes, on June 19, 2008, said:
O processo de ocupação das terras
“(...) quando começou a ocupação na área também começou pela área, mais próxima da cidade no bairro São Vicente. A partir da ocupação foi que apareceu uma pessoa se considerando dona dos terrenos, o seu Wilson Cândido Araujo - conhecido como Dodô; ele no inicio agiu com muita truculência com o povo: queimando casas, espancando pessoas”. (Raimundo Carvalho – Dinho Oficina PNCSA, 08.12.2007)
“Eu moro a vinte cinco anos no Bairro da Ponte do Atalaia, quando eu cheguei pra lá a gente morava numa casa com o assoalho em cima d’água, só a madeira, num terreno desocupado; o meu irmão começou a fazer roça, quando o Dodô soube que ele estava fazendo roça foi lá - ele e os pistoleiros (quatro) armados e perguntaram, quem e que tava roçando? -- Eu falei que era meu irmão que tava roçando e o pessoal. Ai eles foram pro mato, eu fui atrás. Como já tinha muita gente roçando, eles não tiveram coragem de chegar lá no mato e ai voltaram. Então, ele mandou passar a cerca pra gente não passar pra roça. Nessa época era o Raimundo Botelho que era o prefeito, eu tive uma reunião com o prefeito, ele falou que era pra quebrar a cerca pra passar pra roça; o pessoal quebrou a cerca pra passar. Eles foram lá de novo, mas a roça ficou. Ficaram dez tarefas (metragem de cada porção da roça. Cada tarefa é de 100 X 50m²).”( Benedita Feitosa dos Reis – Bené, Oficina PNCSA, A luta pela regularização fundiária dos moradores da AGRISAL, 08.12.2007)
Agnóstico, on February 28, 2009, said:
Esse favelão está mais para ex mangue, certo? Sr. Rodrigo? Aliás, Salinas e Mosqueiro,outrora belas alternativas turisticas, hoje não passam de imensas favelas em constante expansão. Só aparece OTORIDADE, quando se fala em investimentos privados. Veja só o caso do porto do Espadarte e condomínio da baía do sol. É só tro-ló-ló ambiental, audiência pública, etc., muito vagabundo dando teco em empreendimentos produtivos e geradores de empregos.