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Noqui 1971/73 - BCaç 3849 - o feijão macaco

 Noqui 1971/73 - BCaç 3849 - o feijão macaco

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Comments (5)

jose castilho, on June 9, 2010, said:

Eis o temível feijão macaco ou feijão maluco. Passar em zonas em que ele predominava, era um martírio. E então se já estava com o tom verde amarelado, era sinal de que estava no auge a sua actividade. Nas colunas, ou nos deslocamentos a pé, um grito para a rectaguarda, atenção ao feijão macaco, e as mangas das camisas iam até abaixo e os quicos bem enterrados nas cabeças. As mãos, que seguravam as G3, seriam a parte do corpo mais vulnerável. Assisti durante os dois anos de comissão a verdadeiros ataques de feijão macaco, que deixavam os visados incautos desesperados.

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jose castilho, on June 9, 2010, said:

Caros companheiros de jornada: ainda o feijão macaco! Logo que as "vagens" amadureciam, quando tocadas, libertavam uns pequenos filamentos, de diâmetro talvez de um cabelo, e que em contacto com a pele provocavam uma comichão incrível. No Tomboco, quando da ida para Noqui, o GC que fazia a segurança do BCaç 3849, era um GC da CCaç 3411, que estava no Lufico, e que chegara ali, há cerca de 1 mês. Comandava ess GC, o Alf Milº Barbosa, da nossa incorporação de Mafra. E alguém lhe perguntou," que tal a guerra por aqui?".Resposta do Alf MilºBarbosa, "até agora só a do feijão macaco!" O nosso léxico de maçaricos em trânsito, tomava deste modo contacto com um IN, que trepava pelas árvores, ao longo das picadas, no qual não devíamos sequer soprar, tal a sua sensibilidade. Castilho.

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S. Ribeiro, on December 19, 2010, said:

E só saía com banho bem puxado de Life Buoy, (lembram-se do cheirinho a lavado?) Uma vez na mata caí num feijoal, despi-me, esfreguei-me todo com álcool, e no momento em escrevo, ainda me encolho e arrepio. Desgraçado feijão macaco.

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Jose Castilho, on December 20, 2010, said:

Companheiros de jornada e ex-Alf Milº Ribeiro: essa de combater o feijão macaco com alcool,seria como tentar apagar um fogo com gasolina. Até os aramistas da CCS, sabiam isso! Uma fogueira bem negra, com lenha verde e um fumo negro carregado, despir-nos e deixar que esse fumo nos envolvesse, parece-me que era o melhor remédio! Experiência própria, vê lá tu!...Um abraço. Castilho.

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ferreirim, on April 22, 2012, said:

Por causa dessa ideia de que o fumo resolvia o problema do feijão macaco, o alf. Antunes ao fazer a experiência - julgo que foi numa mata que atravessamos na zona/sítio do Voque - quando deu conta já tinha o camuflado a arder na zona do rabiosque !!! Quase chegou a cheirar a carne assada, mas... acho que fez de propósito para estar uns dias com desculpa para não ir à mata! Abraço. Idalino

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