Parque Estadual da Guarita - Torres, RS ©Germano Schüür

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Torres é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 29º20'07" sul e a uma longitude 49º43'37" oeste, estando a uma altitude de 16 metros. Sua população estimada em 2004 era de 33 680 habitantes. A população estimada, com os arredores da cidade, é de 80 mil habitantes.

Possui uma área de 161,76 km². O município de Torres possui este nome devido à existência de três grandes rochedos que se estendem à Beira-Mar.

História

Torres é um dos núcleos mais antigos do Rio Grande do Sul. O primeiro navegador português a apontar em Torres foi Pedro Lopes de Sousa, por volta de 1531. Desembarcando no Boipetiba, atual rio Mampituba, fez registro dos indígenas no local. A região de Torres era inicialmente habitada por indígenas Carijós, Minuanos e Arachanes, que viviam da caça e pesca e se dedicavam a uma rudimentar agricultura.

Os índios Carijós, de Santa Catarina, e Arachanes do Rio Grande do Sul, que em seu comércio de trocas usavam uma picada, costeando os banhados dos sopés internos, começando na Praia Grande e indo até a Itapeva. Em 1500, estas trilhas, abertas em meio a matagais começaram a ser usadas também por paulistas, compradores de índios, que os levavam a São Paulo como escravos.

Entre os anos de 1600 a 1640, estima-se que viviam, no Sul do Brasil, cerca de quinhentos mil índios, que aos poucos foram desaparecendo por causa das doenças introduzidas pelo contato com o branco, escravidão e lutas tribais.

Através da documentação existente sobre os indígenas do litoral, sabemos que os Carijós eram dóceis e interesseiros. Por este motivo houve um comércio muito grande entre paulistas que viviam ao sul em busca de escravos, e os caciques. Entre os índios, os negociantes que ficaram mais famosos foram o cacique Tubarão, que deu origem à cidade de Tubarão, em Santa Catarina, e o cacique Maracanã. Aos poucos, a região foi ficando despovoada de índios. Sabe-se que, por volta de 1700, quando os lagunenses desceram pelo litoral, quase não encontraram índios.

Desaparecidos os índios, mantiveram-se os caminhos. Era o elo principal entre o resto do Brasil e os núcleos avançados do povoamento português, na Colônia do Sacramento (1679) e no presidio de Rio Grande (1737). Assim Torres assumiu a importante função de controlar a estratégica passagem, na qual foi instalado um posto fiscal que logo se transformou em Guarita Militar da Itapeva e Torres (entre 1774 e 1776).

Colonos e açorianos, vindos do Desterro (atual Florianópolis) e de Laguna (SC) começaram a instalar-se na região. O Título de Fundador de Torres se confere ao alferes Manuel Ferreira Porto, militar que veio para Torres tomar conta da guarda que aqui existia.

Em 1809, Dom Diogo de Sousa, conde de Rio Pardo, primeiro capitão-mor da capitania de São Pedro do Rio Grande, mandou reforçar a Guarnição de Torres e autorizou a construção de São Domingos das Torres, além de um presidio militar. Os trabalhos foram realizados por prisioneiros. Segundo o escritor Ruy Ruben Ruschel, a atual localização se deve ao sargento Manuel Ferreira Porto, Comandante da Guarnição, que em 1815 obteve a licença do Bispo Dom João Caetano Coutinho para edificar a capela no local. Os colonos a desejavam no Morro da Itapeva, mas ele mandou construi-la junto ao Posto da Guarda, atual Morro do Farol.

Em 1826, D. Pedro I passou pelo povoado de Torres/RS. No dia 05 dezembro, a caminho do Sul do País por motivo da guerra da Cisplatina. No dia 25 do mesmo mês e ano, ele retornou pernoitando novamente no complexo administrativo-militar da época, situado entre a igreja e o baluarte.

Os alemães chegaram em 1826 e foram separados, pelo comandante da fortaleza, conforme a religião que professavam: os protestantes formaram a colônia de Três Forquilhas. Os católicos, por sua vez, foram inicialmente para a estrada de Mampituba, depois junto ao Rio Verde e, finalmente, entre as lagoas do Forno e Jacaré, construindo a colônia de São Pedro de Alcântara. Por volta de 1830, famílias de origem italiana, vindas de Caxias do Sul, fixaram moradia no distrito de Morro Azul.

Dentre as personalidades que deram forte impulso ao desenvolvimento de Torres, destaca-se quem lançou a "indústria turística", que dominou o cenário econômico local, da primeira até a segunda grande guerra: José Antônio Picoral. Filho da colônia São Pedro de Alcântara, tornou-se próspero comerciante em Porto Alegre/RS, mantendo, porém, vínculo com a terra de origem. Depois de um frustrante veraneio em Tramandaí, Picoral decidiu transformar Torres, em uma moderna Estação Balneária e, em 1915, após entendimentos com João Pacheco de Freitas, Luiz André Maggi, Carlos Voges e outros torrenses, instalou seu Balneário Picoral, marco histórico da introdução do turismo em Torres/RS.

Em 1836, devido a Revolução Farroupilha, iniciada em 1835, Torres sentiu as dificuldades da guerra civil, que a deixou no mais completo abandono, prejudicando e recuando o desenvolvimento. No ano seguinte, através da Lei de 20 de dezembro de 1837, seria criada a Freguesia de São Domingos das Torres, 28ª da Província. O desenvolvimento da Freguesia deu-lhe o privilégio de ser elevada a categoria de Vila e Município, o que ocorreu em 21 de maio de 1878 pela Lei Provincial n.º 1152, dando-se a sua instalação a 22 de fevereiro de 1879.

A rua Júlio de Castilhos foi a primeira de Torres e suas origens datam de antes da descoberta do Brasil. No começo foi trilha dos índios, talhada nos matos que se estendiam no sopé do morro, ao longo do banhado que rodeava a Lagoa do Violão. Aos indígenas tornou-se essencial a abertura dessa picada, para possibilitar a comunicação entre as praias que vinham no norte (o litoral dos Carijós) e as praias que levavam ao sul (a região dos Arachanes). A linha hoje ocupada pela rua Júlio de Castilhos representava o traçado mais lógico para unir o Norte ao Sul.

Torres tem, ainda, um pouco da história "viva". Assim poderiam ser consideradas as casas antigas da rua Júlio de Castilhos, umas dezenas escassas, representativas da vida inicial da localidade. Formam um conjunto arquitetônico dos mais típicos, em estilo colonial açoriano, que até por motivos estéticos e turísticos, deveria ser preservado. Trata-se de um casario todo construído no século passado, de pedras extraídas do Morro do Farol, rejuntadas com barro e cal de sambaquis e madeiramento de lei, extraído das matas que então existiam na Praia da Cal e ao redor da Lagoa do Violão. Dentre esta herança arquitetônica destaca-se a pequena igreja de São Domingos, situada nos flancos do Morro do Farol. Foi a primeira a ser construída no trecho entre Laguna e Osório. Inaugurada em 25 de outubro de 1824, foi promovida a capela curada em 1826 e a freguesia em 1837. Sua construção é num barroco tardio muito simplificado mas muito gracioso, e possui uma única torre acrescentada em 1898 pelo Padre Lamônaco. Tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está carecendo reparos. Em seu interior existem imagens doadas por Dom Pedro I, de grande valor histórico.

Este estabelecimento militar erguido em março de 1777, ocupou a plataforma baixa do Morro do Farol, aproximadamente onde agora está a Escola Cenecista Prof. Durban Ferraz Ferreira ou ligeiramente atrás. Esteve guarnecido poucos meses por tropas do Regimento de Santos e foi desocupado ao saber-se do armistício que garantia a retirada dos Castelhanos que haviam invadido a Ilha de Santa Catarina, no começo daquele ano. O Forte São Diogo desmanchou-se com o tempo não deixando sinais. A maioria dos torrenses e veranistas nem imaginam que ali existiu um Forte, antes de nascer a cidade.

Balneário

O município de Torres tem fama internacional como balneário do Rio Grande do Sul. Como atrativo, a Praia de Torres é a única do litoral gaúcho que possui morros na orla, todos os demais balneários do litoral do Estado têm superfície plana.

O Rio Mampituba deságua em Torres, fazendo a divisa natural do Rio Grande do Sul com o Estado de Santa Catarina. O município conta também com as águas da Lagoa Itapeva.

Fonte: Wikipedia

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Comments (20)

Germano Schüür on September 11, 2007

Torres é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 29º20'07" sul e a uma longitude 49º43'37" oeste, estando a uma altitude de 16 metros. Sua população estimada em 2004 era de 33 680 habitantes. A população estimada, com os arredores da cidade, é de 80 mil habitantes.

Possui uma área de 161,76 km². O município de Torres possui este nome devido à existência de três grandes rochedos que se estendem à Beira-Mar.

História

Torres é um dos núcleos mais antigos do Rio Grande do Sul. O primeiro navegador português a apontar em Torres foi Pedro Lopes de Sousa, por volta de 1531. Desembarcando no Boipetiba, atual rio Mampituba, fez registro dos indígenas no local. A região de Torres era inicialmente habitada por indígenas Carijós, Minuanos e Arachanes, que viviam da caça e pesca e se dedicavam a uma rudimentar agricultura.

Os índios Carijós, de Santa Catarina, e Arachanes do Rio Grande do Sul, que em seu comércio de trocas usavam uma picada, costeando os banhados dos sopés internos, começando na Praia Grande e indo até a Itapeva. Em 1500, estas trilhas, abertas em meio a matagais começaram a ser usadas também por paulistas, compradores de índios, que os levavam a São Paulo como escravos.

Entre os anos de 1600 a 1640, estima-se que viviam, no Sul do Brasil, cerca de quinhentos mil índios, que aos poucos foram desaparecendo por causa das doenças introduzidas pelo contato com o branco, escravidão e lutas tribais.

Através da documentação existente sobre os indígenas do litoral, sabemos que os Carijós eram dóceis e interesseiros. Por este motivo houve um comércio muito grande entre paulistas que viviam ao sul em busca de escravos, e os caciques. Entre os índios, os negociantes que ficaram mais famosos foram o cacique Tubarão, que deu origem à cidade de Tubarão, em Santa Catarina, e o cacique Maracanã. Aos poucos, a região foi ficando despovoada de índios. Sabe-se que, por volta de 1700, quando os lagunenses desceram pelo litoral, quase não encontraram índios.

Desaparecidos os índios, mantiveram-se os caminhos. Era o elo principal entre o resto do Brasil e os núcleos avançados do povoamento português, na Colônia do Sacramento (1679) e no presidio de Rio Grande (1737). Assim Torres assumiu a importante função de controlar a estratégica passagem, na qual foi instalado um posto fiscal que logo se transformou em Guarita Militar da Itapeva e Torres (entre 1774 e 1776).

Colonos e açorianos, vindos do Desterro (atual Florianópolis) e de Laguna (SC) começaram a instalar-se na região. O Título de Fundador de Torres se confere ao alferes Manuel Ferreira Porto, militar que veio para Torres tomar conta da guarda que aqui existia.

Em 1809, Dom Diogo de Sousa, conde de Rio Pardo, primeiro capitão-mor da capitania de São Pedro do Rio Grande, mandou reforçar a Guarnição de Torres e autorizou a construção de São Domingos das Torres, além de um presidio militar. Os trabalhos foram realizados por prisioneiros. Segundo o escritor Ruy Ruben Ruschel, a atual localização se deve ao sargento Manuel Ferreira Porto, Comandante da Guarnição, que em 1815 obteve a licença do Bispo Dom João Caetano Coutinho para edificar a capela no local. Os colonos a desejavam no Morro da Itapeva, mas ele mandou construi-la junto ao Posto da Guarda, atual Morro do Farol.

Em 1826, D. Pedro I passou pelo povoado de Torres/RS. No dia 05 dezembro, a caminho do Sul do País por motivo da guerra da Cisplatina. No dia 25 do mesmo mês e ano, ele retornou pernoitando novamente no complexo administrativo-militar da época, situado entre a igreja e o baluarte.

Os alemães chegaram em 1826 e foram separados, pelo comandante da fortaleza, conforme a religião que professavam: os protestantes formaram a colônia de Três Forquilhas. Os católicos, por sua vez, foram inicialmente para a estrada de Mampituba, depois junto ao Rio Verde e, finalmente, entre as lagoas do Forno e Jacaré, construindo a colônia de São Pedro de Alcântara. Por volta de 1830, famílias de origem italiana, vindas de Caxias do Sul, fixaram moradia no distrito de Morro Azul.

Dentre as personalidades que deram forte impulso ao desenvolvimento de Torres, destaca-se quem lançou a "indústria turística", que dominou o cenário econômico local, da primeira até a segunda grande guerra: José Antônio Picoral. Filho da colônia São Pedro de Alcântara, tornou-se próspero comerciante em Porto Alegre/RS, mantendo, porém, vínculo com a terra de origem. Depois de um frustrante veraneio em Tramandaí, Picoral decidiu transformar Torres, em uma moderna Estação Balneária e, em 1915, após entendimentos com João Pacheco de Freitas, Luiz André Maggi, Carlos Voges e outros torrenses, instalou seu Balneário Picoral, marco histórico da introdução do turismo em Torres/RS.

Em 1836, devido a Revolução Farroupilha, iniciada em 1835, Torres sentiu as dificuldades da guerra civil, que a deixou no mais completo abandono, prejudicando e recuando o desenvolvimento. No ano seguinte, através da Lei de 20 de dezembro de 1837, seria criada a Freguesia de São Domingos das Torres, 28ª da Província. O desenvolvimento da Freguesia deu-lhe o privilégio de ser elevada a categoria de Vila e Município, o que ocorreu em 21 de maio de 1878 pela Lei Provincial n.º 1152, dando-se a sua instalação a 22 de fevereiro de 1879.

A rua Júlio de Castilhos foi a primeira de Torres e suas origens datam de antes da descoberta do Brasil. No começo foi trilha dos índios, talhada nos matos que se estendiam no sopé do morro, ao longo do banhado que rodeava a Lagoa do Violão. Aos indígenas tornou-se essencial a abertura dessa picada, para possibilitar a comunicação entre as praias que vinham no norte (o litoral dos Carijós) e as praias que levavam ao sul (a região dos Arachanes). A linha hoje ocupada pela rua Júlio de Castilhos representava o traçado mais lógico para unir o Norte ao Sul.

Torres tem, ainda, um pouco da história "viva". Assim poderiam ser consideradas as casas antigas da rua Júlio de Castilhos, umas dezenas escassas, representativas da vida inicial da localidade. Formam um conjunto arquitetônico dos mais típicos, em estilo colonial açoriano, que até por motivos estéticos e turísticos, deveria ser preservado. Trata-se de um casario todo construído no século passado, de pedras extraídas do Morro do Farol, rejuntadas com barro e cal de sambaquis e madeiramento de lei, extraído das matas que então existiam na Praia da Cal e ao redor da Lagoa do Violão. Dentre esta herança arquitetônica destaca-se a pequena igreja de São Domingos, situada nos flancos do Morro do Farol. Foi a primeira a ser construída no trecho entre Laguna e Osório. Inaugurada em 25 de outubro de 1824, foi promovida a capela curada em 1826 e a freguesia em 1837. Sua construção é num barroco tardio muito simplificado mas muito gracioso, e possui uma única torre acrescentada em 1898 pelo Padre Lamônaco. Tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, está carecendo reparos. Em seu interior existem imagens doadas por Dom Pedro I, de grande valor histórico.

Este estabelecimento militar erguido em março de 1777, ocupou a plataforma baixa do Morro do Farol, aproximadamente onde agora está a Escola Cenecista Prof. Durban Ferraz Ferreira ou ligeiramente atrás. Esteve guarnecido poucos meses por tropas do Regimento de Santos e foi desocupado ao saber-se do armistício que garantia a retirada dos Castelhanos que haviam invadido a Ilha de Santa Catarina, no começo daquele ano. O Forte São Diogo desmanchou-se com o tempo não deixando sinais. A maioria dos torrenses e veranistas nem imaginam que ali existiu um Forte, antes de nascer a cidade.

Balneário

O município de Torres tem fama internacional como balneário do Rio Grande do Sul. Como atrativo, a Praia de Torres é a única do litoral gaúcho que possui morros na orla, todos os demais balneários do litoral do Estado têm superfície plana.

O Rio Mampituba deságua em Torres, fazendo a divisa natural do Rio Grande do Sul com o Estado de Santa Catarina. O município conta também com as águas da Lagoa Itapeva.

Fonte: Wikipedia

Marcelo Lopes D'alme… on December 9, 2007

Parabéns pelo histórico e pela foto. Os paredões de Torres são únicos. Saudações Marcelo

pembo VIEWS? - NEVER… on January 28, 2008

Wonderful colours and reflection.

Regardspembo from Kiel

Angel Madrileño on April 7, 2008

!! Fantastica foto ¡¡ Felicidades

Pâmela Lonardoni Mic… on July 19, 2008

Bela foto!!! Parabéns

☂ Tony Borrach on September 4, 2008

Maravilhas do Brasil *****

BONITAÇA Tudo no lugar certo

Visitem e vote Meu agosto conteste

Fatima Regina Fagund… on March 13, 2009

Esse lugar é fantástico em fazer trilhas,passear, sentir o ar puro, ouvir o barulho do mar. Sentir a mãe natureza é um privilégio! Quem ama cuida!

Germano Schüür on March 14, 2009

Olá Fatima Regina Fagundes. Obrigado pelos muitos comentários explicativos que tens feito sobre os locais que fotografo em meus trabalhos. Eles têm sido enriquecidos com tuas complementações. Só está faltando uma coisa. As tuas fotos no Panoramio. Qualquer ajuda, conte comigo. Germano Schüür

Fatima Regina Fagund… on March 16, 2009

É verdade eheheh Mas ainda não sei como colocar essas fotos! Sou apaixonada pela mãe natureza! Para mim cada foto é uma emoção grande e vivencio o lugar! Um abração

Mica Chemello on April 27, 2009

Olá Germano, abro o google earth para ver alguns detalhes em nosso litoral, sem querer clico numa foto (com o zoom bem afastado) e de quem era?! Gostei muito dessa foto. Parece uma foto simples, mas está muito bem enquadrada e "reta". Ótima qualidade! Porque não vejo o exif dessa foto??

Germano Schüür on April 29, 2009

Olá Mica

Também gosto da foto. Antigamente colocava "moldurinha" nas fotos antes de enviar. Depois que descobri que na manipulação deste programa Namo WebEditor havia perda de informações do exif. Até pensei em enviar novamente sem moldura e com as informações. Mas dá uma olhadinha no número de visitantes. Ela está em situação de boa visitação. A minha foto mais visitada é a do Rio de Janeiro que já ultrapassa 150.000 visitas, com visitação media de 300 visitas diárias. Não sei quais as variáveis que tornam possível isto. Deve estar sendo usada em muitos sites. é a clássica foto do pão de açucar.

http://www.panoramio.com/photo/612449

Mica Chemello on April 29, 2009

Preciso admitir que gostei muito mais dessa (como fotografia) que aquela do Rio (com impressionante número de visitas...) Abraço.

Luciano Rizzieri on June 18, 2009

Belo lugar pra fazer um passeio ,parabéns pela foto.

® Rodrigo Melo - Iri… on November 3, 2009

Belíssima foto, Germano! Ótimo trabalho! Cumprimentos de Itajai/SC.

Juan Jesús Orío on November 28, 2009

Bonito paisaje y buena foto.

Saludos desde España, Juanje.

Nahim Viccari on March 5, 2010

Perfect.

Germano Schüür on March 23, 2010

O Parque Estadual da Guarita é uma Unidade de Conservação brasileira situada na região sul, no Estado do Rio Grande do Sul, no Município de Torres. Seu bioma é constituído por ecossistemas costeiros.

O Parque da Guarita localiza-se em uma área que correspondia a um complexo turístico. É constituído essencialmente por ecossistema costeiro, contando com a praia da Guarita, porém na sua implantação foram criadas áreas reproduzindo outros ecossistemas da região.

Ele possui cerca de 350 hectares e sofre há 5 décadas da falta de gerenciamento. Somente em janeiro de 2002 houve projeto privado em parceria com a municipalidade para revitalizá-lo e dar-lhe funções de educação ambiental e turísticas. Com o advento do furacão Catarina o projeto foi desativado e nos dias de hoje cogita-se terceirização do mesmo. Existem pesquisas sobre sua biota e um dos levantamentos mais completos foi realizado pela designer ambiental Cláudia Costa, estando em fase de acabamento para publicação (Wikipedia).

joselito2311 on November 20, 2011

BONITAS FOTOS (DISCULPEN EL ERROR ) GRACIAS

Christos Theodorou on May 28, 2012

A place I would like to visit ! Beautiful shot - Greetings

mijodrag on July 24, 2014

Very impressive photograph and galery , very nice photo. YsL I added your gallery to my favorites. Friendly greetings from Serbia-Belgrade , Mijodrag

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Germano Schüür
Caxias do Sul \u002D Rio Grande do Sul, República Federativa do Brasil

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  • Uploaded on September 11, 2007
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    by Germano Schüür

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