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Ipanema - Rio de Janeiro ©G.Schüür
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near Catumbi, Rio de Janeiro (Brazil)
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- Uploaded the 2007-01-25 05:08:30
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by Germano Schüür



Comments
Germano Schüür, on February 6, 2007, said:
Ipanema, bairro fundado em 1894, é um dos mais nobres do Rio de Janeiro. Localiza-se na Zona Sul da Cidade, e tem um belo litoral. A faixa de areia da praia de Ipanema se estende, para um lado, até o Leblon, e, para o outro, até Arpoador, dois bairros igualmente nobres do Rio.
Ipanema figura entre os principais pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro, tanto para turistas brasileiros quanto internacionais. Todo ano, turistas lotam o tradicional bairro e sua praia.
Fonte: Wikipedia
Conheça meu trabalho em PHOTOGRAPHIA
Luiz Augusto Barroso, on March 24, 2007, said:
UMA FOTO QUASE IMPOSSÍVEL EM IPANEMA: IPANEMA VAZIA !!!
GERMANO, VOCÊ É IMPOSSÍVEL.
Germano Schüür, on May 17, 2007, said:
Conheça meu trabalho em PHOTOGRAPHIA - PHOTOS À MODA ANTIGA
Wilber Calderón - El Salvador, on May 25, 2007, said:
Solo hizo falta una hermosa mujer.
Luiz Augusto Barroso, on June 22, 2007, said:
Ao fundo, o Morro Dois Irmãos; mais ao fundo, a Pedra da Gávea.
highton-ridley, on July 25, 2007, said:
I like this a lot, Germano. Very strong diagonals leading the eye in at the bottom and in the sky. Great colours, subject and composition. Nice one :)
Germano Schüür, on September 14, 2007, said:
Zuenir Ventura
A cerimônia se repete todo dia. No começo da noite, quando o sol acaba de cumprir o seu trajeto habitual e desaparece lá pelos lados do Vidigal, os banhistas da Zona Sul se levantam da areia e aplaudem de pé. Os moradores já estão acostumados com o ritual. De casa ouço o barulho das palmas, dos assovios, de gritos e exclamações que se espalham pela Praia de Ipanema entre 19h30m e 19h45m. Às vezes vou ver.
São jovens que não eram nascidos no verão de 68/69, quando o costume foi lançado num "dia de exportação", como se dizia. Diante de um pôr-do-sol como esses de agora, o jornalista Carlos Leonam não se conformou: Essa tarde merece uma salva de palmas! Imediatamente, o grupo em que estava na altura do Posto 9 - Glauber Rocha, Jô Soares, João Saldanha, entre outros - deu início aos aplausos. Depois, o publicitário Roberto Duailib consagrou a cena, recriando-a num comercial de bronzeador para a televisão. A cidade que, segundo Nelson Rodrigues, vaiava até minuto de silêncio era capaz, também, de aplaudir o entardecer.
De lá para cá, tudo mudou - o país, a cidade, o mar, a praia, menos o sol. Em forma de enorme bola de fogo, ele continua realizando sua lenta e cuidadosa operação de descida em direção ao mar. Durante os 10 minutos que leva para mergulhar por inteiro, a praia lotada permanece observando em contrito silêncio, à espera da explosão final.
Na terça-feira passada, porém, foi diferente. O boletim do tempo informara que o céu estaria nublado e que a lua nova se encontrava em transição, como o país. O sol deveria se pôr às 19h43m, mas chegou um pouco atrasado e escondeu-se atrás de estranhas nuvens luminosas, estreitas, dispostas em grupos como se fossem pinceladas ralas e irregulares sobre o azul. A meteorologista Marlene Leal, a quem recorri no dia seguinte, explicou que aqueles "rabos-de-galos" eram formados por diminutos cristais de gelo situados a grandes altitudes. E que o delírio de luz e cor que me deslumbrara ocorria por causa da incidência dos raios solares sobre os cristais. Um mero fenômeno de reflexão chamado cirro-estrato.
No entanto, para a jornalista da TV italiana que estava fazendo uma reportagem sobre a violência no Rio, era outra coisa. Das pedras do Arpoador, câmera na mão, ela não sabia o que admirar mais: se o espetáculo do pôr-do-sol ou o da salva de palmas. Viera atrás do inferno e estava ali, atordoada pela beleza, diante de uma visão do paraíso.
Fonte: http://www.almacarioca.com.br/ipanema.htm