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Baia de Guanabara

Habitada pelos índios temiminós, foi descoberta pela expedição exploradora portuguesa de 1501 (cujo comando é atribuído por alguns autores a Gaspar de Lemos) em 1 de Janeiro de 1502. Os portugueses a confundiram com a foz de um grande rio, ao qual denominaram "Rio de Janeiro", por ter sido descoberto no mês de janeiro. Os indígenas locais, entretanto, tinham já uma designação tupi para a mesma: Iguaá-Mbara (iguaá = enseada do rio, e mbará = mar), ou então guana ("seio") bara ("mar"), "mar do seio", em referência a seu formato arredondado e à fartura de pesca que proporcionava, ou ainda kûárana pará ("mar do que se assemelha a enseada", pela junção de kûá, "enseada", rana, "semelhança" e pará, "mar". O nome é uma alusão ao fato de, na época, a baía não ter a entrada tão estreita como tem hoje, pois o conjunto dos morros Cara de Cão, Pão de Açúcar e Urca formavam uma ilha chamada Ilha da Trindade e não uma península, como ocorre hoje, fruto de um aterramento realizado no século XVI. A baía é a resultante de uma depressão tectônica formada no Cenozoico, entre dois blocos de falha geológica: a chamada Serra dos Órgãos e diversos maciços costeiros, menores.

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Photo details

  • Uploaded on December 12, 2012
  • © All Rights Reserved
    by Aramos
    • Camera: Canon PowerShot SX30 IS
    • Taken on 2012/12/04 16:09:56
    • Exposure: 0.001s (1/1600)
    • Focal Length: 30.38mm
    • F/Stop: f/4.500
    • ISO Speed: ISO200
    • Exposure Bias: 0.00 EV
    • No flash