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Situado no ponto mais elevado do cabeço outrora denominado de S. Miguel e para o qual foi transferida a vila de Mirandela em 1282. Foi construído pelos Távoras para sua residência acidental. Nos últimos anos do séc. XVII o marquês António Luís deixando apenas a capela construída por seu pai, reedificou o paço, sendo o mesmo que ainda hoje existe. Consta o edifício de três corpos, tendo o do centro dois andares, e os laterais apenas um, rematados todos por uma espécie de tímpanos ornados de pirâmidas espiraladas. Em 12 de Janeiro de 1759 foram os Távoras condenados à morte e a posse do paço passou para os condes de S. Vicente. Estes senhores deixaram degradar o paço de tal forma que a Câmara, em finais do séc. XIX, se viu obrigada a adquiri-lo para o por à disposição do Ministério da Guerra para instalação do quartel e sede do distrito de recrutamento e reserva nº 10. Sobrecarregando demasiadamente as finanças municipais, a Câmara vendeu-o ao Ministério da Guerra pela quantia de seis contos. A escritura pública foi lavrada em Lisboa em 16 de Julho de 1903.
(Elementos retirados da obra "Mirandela" do Padre Ernesto Augusto Pereira de Sales)
Classificado como imóvel de interesse público e protegido.
Mirandela foi elevada a vila por foral de 25.5.1250 por D. Afonso III. D. Dinis concedeu-lhe novo foral em 7.3.1291, bem como D. Manuel, em 1.7.1512. Foi elevada a cidade a 28 de Junho de 1984.
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Situado no ponto mais elevado do cabeço outrora denominado de S. Miguel e para o qual foi transferida a vila de Mirandela em 1282. Foi construído pelos Távoras para sua residência acidental. Nos últimos anos do séc. XVII o marquês António Luís deixando apenas a capela construída por seu pai, reedificou o paço, sendo o mesmo que ainda hoje existe. Consta o edifício de três corpos, tendo o do centro dois andares, e os laterais apenas um, rematados todos por uma espécie de tímpanos ornados de pirâmidas espiraladas. Em 12 de Janeiro de 1759 foram os Távoras condenados à morte e a posse do paço passou para os condes de S. Vicente. Estes senhores deixaram degradar o paço de tal forma que a Câmara, em finais do séc. XIX, se viu obrigada a adquiri-lo para o por à disposição do Ministério da Guerra para instalação do quartel e sede do distrito de recrutamento e reserva nº 10. Sobrecarregando demasiadamente as finanças municipais, a Câmara vendeu-o ao Ministério da Guerra pela quantia de seis contos. A escritura pública foi lavrada em Lisboa em 16 de Julho de 1903.
(Elementos retirados da obra "Mirandela" do Padre Ernesto Augusto Pereira de Sales)
Classificado como imóvel de interesse público e protegido.
Mirandela foi elevada a vila por foral de 25.5.1250 por D. Afonso III. D. Dinis concedeu-lhe novo foral em 7.3.1291, bem como D. Manuel, em 1.7.1512. Foi elevada a cidade a 28 de Junho de 1984.