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Fred Rocha
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O Museu da Imprensa é constituído por um conjunto de casas, composto pela Capela de Santo Antônio e a Associação Pão de Santo Antônio. O destaque jornalístico que marcou época, e que ocupa espaço nesse museu, foi o Jornal Pão de Santo Antônio. Os exemplares circularam por um período de 30 anos, entre 1906 e 1936.

Dentre o acervo do museu pode-se destacar: Máquinas de imprensa Coleção dos jornais: Pão de Santo Antônio, Voz de Diamantina (ainda em circulação), Estrela Polar Partituras musicais Fotografias

Atualmente, quem organiza e tem responsabilidade sob a documentação do acervo é a Faculdade de Filosofia e Letras de Diamantina. Juntamente com o jornal Pão de Santo Antônio, o jornalista José Augusto Neves fundou a Associação Pão de Santo Antônio, que funciona no mesmo local onde situava a gráfica do jornal, que depois passou a se chamar “Voz de Diamantina”. A associação tinha como cunho recolher idosos e deficientes e hoje possui 26 pessoas abrigadas.

O início da edificação do mercado ocorreu por volta de 1835, por ordem do tenente Joaquim Cassimiro Lages, com o intuito de estabelecer ali um prédio para moradia e comércio. Também no mesmo local solicitou um rancho de tropeiros, mais conhecido como intendência. Ali ocorria o descarregamento e a comercialização dos produtos que chegavam a Diamantina e teve tal função até ser desativado em 1884.

Somente em 1889, atendendo a pedidos da população local, a Câmara Municipal adquiriu o prédio dos herdeiros do tenente Joaquim Lages. A partir dessa data, iniciou ali a construção do atual mercado, que possui uma estrutura totalmente de madeira e uma fachada em arcos, dando aspecto pitoresco à construção.

O Centro Cultural David Ribeiro

No local do antigo mercado funciona, hoje, o Centro Cultural David Ribeiro, e é supervisionado pela Secretaria de Cultura. O centro é composto por um auditório para cem pessoas e pelo Museu do Tropeiro.

Por volta de 1731, surgia um dos templos mais antigos de Diamantina, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Cerca de 40 anos mais tarde, a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, modifica boa parte da obra original. Em sua arquitetura, demonstra a clássica divisão das igrejas mineiras com coro, nave, capela-mor, sacristias laterais e ainda uma peculiar torre única.

O destaque dessa igreja é a capela-mor com ambientação unitária formada por retábulo, pintura do forro, com marcante colorido penumbrista, mostrando Nossa Senhora do Rosário circundada por anjos, e arco-cruzeiro. Os créditos desse conjunto são atribuídos ao guarda-mor José Soares Araújo. No altar-mor o que impressiona são os douramentos, tons de branco-pérola, colunas marmorizadas, os desenhos aplicados em ouro, o dossel e nichos que guardam São Domingos e São Elesbão.

O que chama a atenção nos altares laterais são as duas obras de imaginária: o santos negros – São Benedito e Santo Antônio de Catagerona. Há também imagens de Sant’Ana Mestra e Nossa Senhora do Rosário no altar-mor, e Nossa Senhora da Piedade na sacristia.

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