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No entanto, durante a visita de D. Pedro II, em 1845, o imperador doou à Igreja a quantia de 400 mil réis, o que contribuiu na realização de novas obras e reparos à Paróquia. Dois anos mais tarde, o mesmo dinheiro ainda foi utilizado para pinturas e reformas.
Até o século atual, novas e desastrosas intervenções foram feitas, embora, felizmente, a Igreja ainda conserve algumas de suas características originais.
Seguindo um partido arquitetônico colonial, a fachada principal da Igreja Nossa Senhora da Lapa apresenta frontão triangular. Atrás, erguem-se duas torres, uma cega e outra sineira. Esta possui dois sinos, balaustradas no contorno e pináculos no centro da cobertura, de forma piramidal.
Sobre a portada, três janelas, todas com vergas arqueadas e requadros em madeira maciça, além de decoração em estuque, na qual a sobreverga afeta forma triangular. Todas as portas são almofadadas e as janelas apresentam, por fora, guilhotina em vidro de caixilho pequeno.
No vértice superior do frontão, encimado por cruz de ferro, decoração em volutas.
Aos fundos, simetricamente, à direita e à esquerda do corpo principal, as duas sacristias, cujas portas de entrada são encimadas por vergas arqueadas. Essas construções são arrematadas por platibanda. As fachadas laterais apresentam três janelas altas, retangulares, com vidraças e porta, com requadros em madeira, encimadas por vergas e sobrevergas em arco abatido.Internamente, a clássica divisão nave e capela-mor, separadas pelo arco cruzeiro e com paredes de 80 cm de espessura.
As três portas da nave (a principal e duas laterais) apresentam dobradiças em cachimbo, possivelmente da época da construção. A porta principal do templo é almofadada e possui uma interessante aldraba original.
No teto da nave, pintura representando, ao centro, a Sagrada Família, a visita dos Reis Magos e o Cristo crucificado. Na parede sobre o arco cruzeiro, a representação de Cristo e São João Batista. Na parede do coro, singela pintura representa Santa Cecília.
A capela-mor, com um belo altar em branco dourado, colunas salomônicas, volutas e concheados de inspiração barroca, guarda belos exemplos de arte sacra dos séculos XVIII e XIX. Ainda na capela-mor, duas janelas em cada lateral, abrindo-se de um lado para a sacristia e de outro para a residência do vigário. No teto pintado, um medalhão com anjos. Os retábulos do cruzeiro são do mesmo estilo do altar-mor, possuindo, na sua parte mais alta, delicados baldaquinos de madeira.
A Igreja e seu entorno estão incluídos em Área de Preservação Cultural tipo UM, ou seja, área de interesse histórico, e estão também protegidos pela Lei Municipal nº 2193, de 1985.
Fonte: Guia do Bens Tombados Santa Catarina
Pesquisa e Texto: Alcídio Mafra de Souza
Fundação Catarinense de Cultura
Djalmo da Silva's conversations
Very beautiful photo!
L+F
Hugs from Portugal, Mário Eloi Castro
Happy 2016 to everyone
¡Que pasada de foto! Un merecido trabajo de su constructor y arquitecto
Greetings from Brazil.
Thanks friend !
É uma visão espetacular da greja, parabéns pelo registro. F1 Saudações e tenha uma excelente semana, de Dourados - Mato Grosso do Sul - Brasil
Very nice, L. Greetings Vaso.
Thanks from Brasil.
Very beautiful photo. Like.
Best wishes, Ernesto.
No entanto, durante a visita de D. Pedro II, em 1845, o imperador doou à Igreja a quantia de 400 mil réis, o que contribuiu na realização de novas obras e reparos à Paróquia. Dois anos mais tarde, o mesmo dinheiro ainda foi utilizado para pinturas e reformas.
Até o século atual, novas e desastrosas intervenções foram feitas, embora, felizmente, a Igreja ainda conserve algumas de suas características originais.
Seguindo um partido arquitetônico colonial, a fachada principal da Igreja Nossa Senhora da Lapa apresenta frontão triangular. Atrás, erguem-se duas torres, uma cega e outra sineira. Esta possui dois sinos, balaustradas no contorno e pináculos no centro da cobertura, de forma piramidal.
Sobre a portada, três janelas, todas com vergas arqueadas e requadros em madeira maciça, além de decoração em estuque, na qual a sobreverga afeta forma triangular. Todas as portas são almofadadas e as janelas apresentam, por fora, guilhotina em vidro de caixilho pequeno.
No vértice superior do frontão, encimado por cruz de ferro, decoração em volutas.
Aos fundos, simetricamente, à direita e à esquerda do corpo principal, as duas sacristias, cujas portas de entrada são encimadas por vergas arqueadas. Essas construções são arrematadas por platibanda. As fachadas laterais apresentam três janelas altas, retangulares, com vidraças e porta, com requadros em madeira, encimadas por vergas e sobrevergas em arco abatido.Internamente, a clássica divisão nave e capela-mor, separadas pelo arco cruzeiro e com paredes de 80 cm de espessura.
As três portas da nave (a principal e duas laterais) apresentam dobradiças em cachimbo, possivelmente da época da construção. A porta principal do templo é almofadada e possui uma interessante aldraba original.
No teto da nave, pintura representando, ao centro, a Sagrada Família, a visita dos Reis Magos e o Cristo crucificado. Na parede sobre o arco cruzeiro, a representação de Cristo e São João Batista. Na parede do coro, singela pintura representa Santa Cecília.
A capela-mor, com um belo altar em branco dourado, colunas salomônicas, volutas e concheados de inspiração barroca, guarda belos exemplos de arte sacra dos séculos XVIII e XIX. Ainda na capela-mor, duas janelas em cada lateral, abrindo-se de um lado para a sacristia e de outro para a residência do vigário. No teto pintado, um medalhão com anjos. Os retábulos do cruzeiro são do mesmo estilo do altar-mor, possuindo, na sua parte mais alta, delicados baldaquinos de madeira.
A Igreja e seu entorno estão incluídos em Área de Preservação Cultural tipo UM, ou seja, área de interesse histórico, e estão também protegidos pela Lei Municipal nº 2193, de 1985.
Fonte: Guia do Bens Tombados Santa Catarina Pesquisa e Texto: Alcídio Mafra de Souza Fundação Catarinense de Cultura
Acredito que tenha sido apenas uma distração. Certamente que 1743 é século 18.