Photos by Carlos L. Bento : on the map, in Google Earth (KML)
Mouriscas. Botes de pesca. 2006
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Carlos L. Bento's conversations
Caro Magalhães Borges Gostaria de contactar consigo para trocarmos impressões sobre Mabalane. Tenho gratas recordações de seus sogros, que conheci em 1961. O meu email poderá encontrá-lo em: http://blogs.sapo.pt/userinfo.bml?user=casaspretas Carlos Bento. Almada
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Esta foto é de 1973. A pessoa referenciada é na realidade o saudoso Falcão Machado,dentista que com o Dr.Calejo e o enfermeiro Grispos se deslocavam,em serviço num dia da semana. à Vila do Ibo.
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Em 1971,como se pode observar na foto, ainda vegetava, no pátio interior da Fortaleza,uma frondosa mangueira, que muda e silenciosamente, terá testemunhado os últimos suspiros de muitos dos encarcerados políticos, aí guardados pela polícia política portuguesa(PIDE/DGS),que, então, era responsável pela gestão e segurança da dita Fortaleza. 21.7.2009
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Sr. Carlos Bento, Eis uma iniciativa que me deixa muito feliz. Como sabe fui ai professor nos anos -1967 -1970. O meu nome: António Bernardo Colaço - Diz-lhe alguma coisa? O meu mail - pimentelcolaco@gmail.com - Não sendo grande fotógrafo, gostaria de participar em qualquer iniciativa. Um abraço, Bernardo Colaço
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A equipa amadora de futebol e seus apoiantes, no longínquo ano de 1963 e não 1965 como em cima se indica.
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Esta imagem tirada em S. Simão-Mouriscas mostra-nos as duas margens do rio Tejo. A Central fica na margem esquerda.
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Pode ver minhas fotos também em www.panoramio.com/photo/266007
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Botes de pesca aguardando pescadores.
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Bote de pesca ancorado na margem do rio Tejo
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Botes típicos, ancorados junto à margem direita do Tejo, movidos a remos e ou à vara, usados em Mouriscas na actividade da pesca. Na década de 50 do século passado, estas embarcações artesanais eram essenciais na pesca do sável e da saboga, que se fazia, essencialmente, nas pesqueiras, construídas, normalmente, nas margens do rio. Estas duas espécies migratórias subiam o rio, para desovar, durante as cheias de Dezembro a Março. A sua captura fazia-se com redes de varela ou reidões, em local próprio junto de cada pesqueira: pedras altas no meio do rio, ou muros altos e largos ou paredões, em alvenaria, que avançavam para o meio do mesmo, que originavam, a juzante, romansos de água, onde aquela rede os esperava. Esta pesca fazia-se de noite e o seu produto era vendido, pelos diversos casais da freguesia, de porta à porta, cabendo tal tarefa a uma familiar do pescador.
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