Photos by arpareal: on the map, in Google Earth (KML)
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arpareal's conversations
NO CORTEIS EL ARBOL,.EL LLEGO PRIMERO Y AL K LE MOLESTE K D LA VUELTA K KAMINOS HAY MUXOS Y ARBOLES POCOS,.ASI K BOSOTROS MISMOS
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Outros são os tempos...outros os valores!!! Olhando para esta foto, logo se depreende que a igreja, como instituição, já não é o que era. Onde anda o padre desta freguesia??? Onde andam os fregueses/paroquianos??? E a Junta de freguesia também não faz nada???????????????? ...este monumento bem merecia outro tratamento... Ficará assim tão dispendioso dar-lhe uma caiadela! E assim, pouco a pouco, se vai degradando o nosso património e todos ficamos mais pobres. Haja boa vontade e logo este estado de coisas se alteram. Ao autor desta foto sugiro-lhe que contínue a colocar mais imagens deste tipo, pois desta forma poderá chegar a informação a quem de direito e fazer algo pela manutenção e preservação do nosso legado cultural comum. De um trasmontano que gosta e se preocupa com a sua terra...um grande abraço.
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"Castelo da D. Chica Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Castelo da Dona Chica, Portugal. Construção (1915) Estilo eclética e Romantismo Conservação Mau Homologação (IPPAR) IIP (DL Despacho de 20 de Fevereiro de 1985) Aberto ao público O Castelo da D. Chica, também conhecido como Castelo de Palmeira, Casa da Chica ou Palácio de D. Chica, localiza-se na povoação e Freguesia de Palmeira, Concelho e Distrito de Braga, em Portugal.
Trata-se de um edifício apalaçado, de características ecléticas sobre um estilo romântico, projetado pelo Arquitecto Ernesto Korrodi.
[editar] História A sua construção iniciou-se em 1915, por determinação de João José Ferreira Rego, casado com a brasileira Francisca Peixoto Rego, que mandou vir do seu país muitas das espécies arbóreas actualmente existentes na mata envolvente.
Mudou várias vezes de proprietário, arrastando-se as obras por décadas, só sendo concluídas em 1991.
Foi homologado como Imóvel de Interesse Público por Despacho de 20 de Fevereiro de 1985.
Atualmente o imóvel encontra-se num estado de abandono e degradação, no centro de uma disputa judicial quanto à sua posse, envolvendo várias entidades.
[editar] A disputa judicial Tendo sido adquirido pela Junta de freguesia de Palmeira, em 1990, por cerca de 95 mil Euros, a autarquia arrendou-o por contrato a uma empresa de turismo, a IPALTUR. Esta, por sua vez, procedeu-lhe beneficiações, adaptando as instalações do imóvel a zona de lazer, com bar, discoteca, restaurante e salas de reuniões e de congressos.
Com o de acordo da autarquia, a IPALTUR hipotecou o imóvel por 750 mil Euros junto à Caixa Geral de Depósitos. Pelo acordo, durante dez anos a autarquia não receberia rendas.
Em 1994 a IPALTUR entrou em processo de falência. Desse modo, o imóvel veio a ser vendido em hasta pública, em 1998, à Caixa Geral de Depósitos, por 1.500 mil Euros. A instituição financeira, desse modo, conseguiu reaver parte do seu crédito, mas cerca de vinte outros credores continuaram sem conseguir reaver os seus montantes.
Em 2001 o tribunal de Braga determinou que a CGD deverá pagar 2.250 mil Euros aos demais credores a título das obras de beneficiação efectuadas pela falida IPALTUR no imóvel. Essa decisão, em Novembro de 2002 foi anulada pelo Tribunal da Relação de Guimarães, o que foi confirmado pelo Supremo Tribunal de Justiça em Junho de 2003."
...sabendo nós como é celere a nossa justiça, é fácil advinhar o que vai acontecer...
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Lamentavelmente é o país que temos. No entanto, posso recordar-lhe outros exemplos bem piores. O Palácio D. Chica em Braga (http://www.panoramio.com/photo/4984878) é outro exemplo disso. Cumprimentos.
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