LUÍS A. D. LIBERAL
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>NOME COMPLETO: Luís Aníbal Dias Liberal > NATURALIDADE: Macedo de Cavaleiros > DISTRITO: Bragança > PAÍS: PORTUGAL > RESIDÊNCIA: Mirandela > PROFISSÃO: Engº Técº Agrário > PASSATEMPOS: Radioamadorismo, Internet, Fotografia, Viagens e Pesca desportiva > CONTACTO: liberal.luis@sapo.pt

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Recordo-me muito bem deste aspecto da Rua do Trinta. Nestas últimas casas morava a familia "Bagueixe". Ao fundo deste quarteirão no cruzamento da rua que dava para o quintal do Dr. Olaio morava a Sra. Eduarda Barradas que vendia, à unidade, fruta num tabuleiro que transportava à cabeça pelas ruas da vila. Na mesma casa vivia a sua filha, D. Otelinda casada com o Sr Barroso, viajante de uma casa de ferragens do Porto, que mantinha uma grande amizade com o meu saudoso pai e a sua mãe que era a pessoa mais velha da vila e com uma idade que ultrapassava em muito os 100 anos. A seguir a esta casa morava o Sr. Fernando Granjo pai do Zé Granjo meu companheiro de escola, fomos às "sortes" no mesmo ano e com quem mantenho uma relação de amizade apesar de nos vermos com pouca frequência. Do outro lado da rua e começando junto ao cemitério morava a família Soares. Ele era sapateiro e ela fazia trabalhos de parteira. Eram pais ou avós do Soares (Zarizeiro) que foi carteiro, figura tipica da Vila e grande tocador de realejo. Mais em cima morava a família Procópio pais do António e do Zé que foram taxistas na praça de Macedo. Também moravam deste lado da rua duas prostitutas famosas, a Ana Evarista e o Plão.

Agora funciona como quartel da Guarda Nacional Republicana.

Nesta fotografia ainda se veem os meninos mijões. Estes meninos foram substituídos por outros de mau gosto. Dá a impressão que estão a degolar gansos.

Ponte sobre o Rio Tuela. Faz a ligação da aldeia de Gandariças, na freguesia de Múrias e de Quintas, na freguesia de Vale de Gouvinhas.

TAMPA DA SEPULTURA DE BALTHESAR DE LOBÃO MORAES

A Capela da Senhora de Sant’Ana, é usualmente chamada de “capelinha” e foi erigida na ponta mais afastada de Salir, no cimo da barra que serve de entrada à baía. O seu objectivo era o de abençoar os barcos que partiam de viagem.

A Capela da Senhora de Sant’Ana, é usualmente chamada de “capelinha” e foi erigida na ponta mais afastada de Salir, no cimo da barra que serve de entrada à baía. O seu objectivo era o de abençoar os barcos que partiam de viagem.

As suas águas têm propriedades medicinais, tal como são descritas na Enciclopédia Portuguesa e Brasileira: “nascem águas cloretadas, bicarbonatadas, e sódicas, cálcicas e magnesianas, silicatadas e lítinadas, a que se atribui notável acção terapêutica no tratamento das dispepsias e de várias afecções cutâneas”.

Aqui funcionou uma Alfândega que servia todo o concelho e na qual eram reparados e construídos barcos, com madeiras provenientes do Pinhal de Leiria. Rezam as lendas que aqui terão sido construídos alguns dos barcos que participaram na Campanha das Índias de Vasco da Gama e onde foi construída e abençoada a Nau São Gabriel. Hoje só estão de pé as velhas paredes, cada vez mais ameaçadas pela erosão causada pela água.

A calçada de Alpajares, também conhecida por Calçada do Diabo, é de origem romana e percorre o sopé de um monte numa extensão de 800 mts. Inicia-se no Castro de São Paulo e vai até à ribeira de Mosteiro. Ao todo, são 28 curvas num percurso sinuoso feito em pedras de xisto que são travadas em forma de patamar.

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