LUÍS A. D. LIBERAL
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>NOME COMPLETO: Luís Aníbal Dias Liberal > NATURALIDADE: Macedo de Cavaleiros > DISTRITO: Bragança > PAÍS: PORTUGAL > RESIDÊNCIA: Mirandela > PROFISSÃO: Engº Técº Agrário > PASSATEMPOS: Radioamadorismo, Internet, Fotografia, Viagens e Pesca desportiva > CONTACTO: liberal.luis@sapo.pt

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Aldeia do Cachão e o CAICA vistos do Santuário de Nª Sª da Assunção. Ao fundo a aldeia de Frechas.

Por cima da porta encontra-se a imagem de Nª Sª do Leite.

Esta é a casa brasonada de Paulo de Morais Leite Velho,casa que mandou construir nos Cortiços: 1º quartel- Morais; 2º- Leite; 3º- Morais; 4º- Velho; Bacharel formado em Medicina, Médico Militar com o grau de Sargento-mor. Foi assistente dos hospitais regimentais da praça de Chaves, onde foi personalidade de grande relevo e durante anos exerceu o cargo de Provedor da Santa Casa da Misericórdia. Cavaleiro da Ordem de Nsª Srª da Conceição de Vila Viçosa, por RGM D. Maria II, liv.11,fl.215v-216: Carta de 13.04.1840. Delegado do Físico-Mor do Reino, na Comarca de Chaves, por RGM D. Maria II, liv.1,fl. 95-96: Carta de 28.08.1834.Teve Carta de Brasão passada a 18 de Novembro de 1818 com as armas dos Morais, Leite e Velho, como diferença um P – incluso. (T. Tombo, maço 51, nº 16. Ver Arq, Heráldico, nº 2193, fls 537) Fernando Leite Velho

Este é o brasâo de Paulo de Morais Leite Velho na casa que mandou construir nos Cortiços: 1º quartel- Morais; 2º- Leite; 3º- Morais; 4º- Velho; Bacharel formado em Medicina, Médico Militar com o grau de Sargento-mor. Foi assistente dos hospitais regimentais da praça de Chaves, onde foi personalidade de grande relevo e durante anos exerceu o cargo de Provedor da Santa Casa da Misericórdia. Cavaleiro da Ordem de Nsª Srª da Conceição de Vila Viçosa, por RGM D. Maria II, liv.11,fl.215v-216: Carta de 13.04.1840. Delegado do Físico-Mor do Reino, na Comarca de Chaves, por RGM D. Maria II, liv.1,fl. 95-96: Carta de 28.08.1834. Fernando Leite Velho

Pode tratar-se duma das oliveiras mais antiga de Portugal. Dado o tamanho e a configuração da mesma pode apontar-se para que a oliveira tenha muitos séculos ou mesmo mais de mil anos. Na base do tronco tem um perímetro com cerca de 15 metros. Está situada no concelho de Mirandela, freguesia de Carvalhais, na aldeia de Vilar de Ledra. É um símbolo da aldeia e tem sido muito visitada, especialmente depois das notícias publicadas na imprensa regional e nacional.

Estimado amigo Luís.

Esta sua bonita foto foi a escolhida para representar o nosso grupo Fatima Shrine - Santuário de Fátima (Portugal) durante a próxima semana.

Cumprimentos,

Joaquim Marchão e

R.F.Rumbao

Este aqueduto atravessa a estrada e o Parque do Império. Conduz, na parte final, as águas provenientes do Vale da Azenha até ao Rio Tua.

Igreja românica de planta composta por nave longitudinal e capela-mor quadrangular. Tem uma sacristia adossada a norte. Os volumes desenvolvem-se em dois corpos bem proporcionados sendo o da capela-mor mais alto. É do séc. XIII a época provável da sua construção. Datam de 1584 as pinturas que ladeiam o arco triunfal, sendo a restante decoração interior de retábulos e pinturas de estilo barroco.

(Elementos retirados da placa, junto à Igreja, da D.G. dos Edifícios e Monumentos Nacionais)

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 28/82, DR, I Série, n.º 47, de 26-02-1982

Na padieira da porta está uma inscrição com a data de 1707.

Faz hoje, 07-12-2013, cinco anos que se deu início aos percursos pedestres em Mirandela. O primeiro que se realizou foi Mirandela/Vale de Lobo. Este percurso de Pequena Rota é linear e tem a extensão de 8,6 km. Tem início no largo da aldeia de Vale de Lobo e termina na cidade de Mirandela, junto ao Nicho de S. Sebastião. Faz parte da rede de Percursos Pedestres do concelho de Mirandela e está registado e homologado pela Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo de Portugal. Antigamente, este caminho era percorrido pelas pessoas da aldeia que se deslocavam a Mirandela. Nas festas da Sª do Amparo, algumas pessoas percorriam o caminho descalças levando os sapatos na mão para os não estragarem. Ao chegarem a este local limpavam os pés com um pano, calçavam os sapatos e seguiam para a festa. Semanalmente faziam este percurso com burros carregados de lenha que vendiam aos proprietários das padarias de Mirandela.

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