LUÍS A. D. LIBERAL
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>NOME COMPLETO: Luís Aníbal Dias Liberal > NATURALIDADE: Macedo de Cavaleiros > DISTRITO: Bragança > PAÍS: PORTUGAL > RESIDÊNCIA: Mirandela > PROFISSÃO: Engº Técº Agrário > PASSATEMPOS: Radioamadorismo, Internet, Fotografia, Viagens e Pesca desportiva > CONTACTO: liberal.luis@sapo.pt

LUÍS A. D. LIBERAL's conversations

A calçada de Alpajares, também conhecida por Calçada do Diabo, é de origem romana e percorre o sopé de um monte numa extensão de 800 mts inicia-se no Castro de São Paulo e vai até à ribeira de Mosteiro. Ao todo, são 28 curvas num percurso sinuoso feito em pedras de xisto que são travadas em forma de patamar.

A calçada de Alpajares, também conhecida por Calçada do Diabo, é de origem romana e percorre o sopé de um monte numa extensão de 800 mts inicia-se no Castro de São Paulo e vai até à ribeira de Mosteiro. Ao todo, são 28 curvas num percurso sinuoso feito em pedras de xisto que são travadas em forma de patamar.

A calçada de Alpajares, também conhecida por Calçada do Diabo, é de origem romana e percorre o sopé de um monte numa extensão de 800 mts. Inicia-se no Castro de São Paulo e vai até à ribeira de Mosteiro. Ao todo, são 28 curvas num percurso sinuoso feito em pedras de xisto que são travadas em forma de patamar.

A construção da capela dos Possacos, Valpaços, está associada a uma lenda que alude à presença do Diabo por aquelas paragens em tempos que se perderam na memória dos homens. Assim, conta-se que certa noite, quando um habitante da aldeia regressava, já bastante tarde, do trabalho no campo, encontrou naquele local um homem estranho, vestido de negro, que lhe disse: — Hoje à meia noite deverás vir aqui! — Porquê à meia noite?! — perguntou o camponês. — O que tens a dizer diz-mo agora! — Vem à meia noite e só então saberás! — insistiu o homem de negro. O camponês chegou a casa e contou a mulher. Esta logo lhe recomendou: — Não vás lá sem antes falares com o padre! Foi a casa do padre e este, ao ouvir todos os pormenores, incluindo a descrição física do estranho homem, disse-lhe: — Vai lá ter à meia noite e leva este canudo. Com ele faz um círculo no chão e no centro desenha uma cruz. Depois esperas que o homem apareça e, nesse momento, ajoelhas-te e bates três vezes com o canudo na cruz. O camponês cumpriu à risca estes conselhos, e, no momento em que bateu com o canudo na cruz, o chão abriu-se e o homem vestido de negro caiu lá dentro, ficando soterrado. O povo, acreditando que aquele homem era o Diabo, construiu a capela por cima para que nunca mais saísse. Ainda hoje se diz que a capela nunca poderá ser destruída, senão o Diabo sai e voltará a tentar as pessoas.

Conto retirado da obra "O Maravilhoso Popular - Lendas, contos, mitos" de ALEXANDRE PARAFITA

O nome correcto desta lindíssima capela, sita na Rua de Santo Cristo, é CAPELA DE NOSSO SENHOR DA BOA MORTE.

Recordo-me muito bem deste aspecto da Rua do Trinta. Nestas últimas casas morava a familia "Bagueixe". Ao fundo deste quarteirão no cruzamento da rua que dava para o quintal do Dr. Olaio morava a Sra. Eduarda Barradas que vendia, à unidade, fruta num tabuleiro que transportava à cabeça pelas ruas da vila. Na mesma casa vivia a sua filha, D. Otelinda casada com o Sr Barroso, viajante de uma casa de ferragens do Porto, que mantinha uma grande amizade com o meu sudoso pai e a sua mãe que era a pessoa mais velha da vila e com uma idade que ultrapassava em muito os 100 anos. A seguir a esta casa morava o Sr. Fernando Granjo pai do Zé Granjo meu companheiro de escola, fomos às "sortes" no mesmo ano e com quem mantenho uma relação de amizade apesar de nos vermos com pouca frequência. Do outro lado da rua e começando junto ao cemitério morava a família Soares. Ele era sapateiro e ela fazia trabalhos de parteira. Eram pais ou avós do Soares (Zarizeiro) que foi carteiro, figura tipica da Vila e grande tocador de realejo. Mais em cima morava a família Procópio pais do António e do Zé que foram taxistas na praça de Macedo. Também moravam deste lado da rua duas prostitutas famosas, a Ana Evarista e o Plão.

A Ponte Nova da Portela, que dá passagem ao IP2, foi construída para substituir a Ponte da Portela que vai ser submersa por uma das albufeiras do aproveitamento hidroeléctrico do Baixo Sabor. Este será constituído por dois escalões. A albufeira criada pelo escalão de Montante estende-se ao longo de 60 km, desde a zona da barragem até cerca de 5,6 km a jusante da confluência do rio Maçãs com o rio Sabor, ocupando áreas dos concelhos de Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Mogadouro e Macedo de Cavaleiros. A albufeira criada pelo escalão de Jusante, com uma extensão de cerca de 9,6 km, ficará compreendida entre as duas barragens, localizando-se no concelho de Torre de Moncorvo. É esta última que irá submergir a Ponte da Portela.

Tem aqui uma "Viagen a Portugal" muito mais completa que a de Saramago, sobretudo no Norte. É impressionante o registo que tem feito de tanta coisa que está a desaparecer. Parabéns.

Voltarei em breve para me deliciar com as suas viagens pelos recantos e encantos deste país.

Cumprimentos. Filipe Antunes.

Cena fantástica e irrepetível.

Belíssimo registo histórico.

Saúde. Filipe Antunes

Belo registo. Anos 60?

Cumprimentos. Filipe Antunes

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