This is how your name and profile photo will appear on Panoramio if you connect this Google+ account.
You cannot switch to a different account later.
Learn more.
“Quanta exuberância e variedade encontramos na natureza vegetal!” O que dizer, por exemplo, do esplendor dos ipês, verdadeiras jóias que nos remetem a um mundo ideal? Sem dúvida, uma das mais belas árvores que há, o ipê apresenta flores de diversas cores e tonalidades, cada uma simbolizando determinados estados de espírito do homem ou situações da vida. Na florada do ipê amarelo, por exemplo, transparecem alegria e elegante formosura. Assemelha-se ele a uma árvore ornada de magnífico manto dourado, conferindo um ar de corte onde se encontra. São sóis que reluzem em meio ao verde da mata, e suas flores reunidas em cachos de ouro estão a nos transmitir uma mensagem de esperança no porvir, nas promessas de Deus ainda não realizadas, mas que se cumprirão a seu tempo. Já o ipê roxo, quando floresce, apresenta uma beleza de suave tristeza e doce acolhimento, como a nos consolar, convidando-nos a estar debaixo de sua copa protetora. Lembranos a Paixão de Jesus, e nos ensina que esta vida é de luz, mas também de cruz. Os ipês brancos, por sua vez, parecem nuvens, com seus flocos de uma tal alvura que nunca se deixam manchar. Evocam-nos os Anjos a esvoaçar ou, mais ainda, a pureza celestial de Maria, Virgem Imaculada. O ipê branco bem poderia simbolizar a Virgem Maria em sua Imaculada Conceição; o dourado, a sua Maternidade Divina; e o roxo, a sua Co-Redenção do gênero humano. Saudades da inocência Diz o Gênesis (2, 8-9) que Deus plantou um Jardim de delícias e pôs nele o homem, com toda espécie de árvores formosas à vista. Não podemos, então, imaginar que os ipês já tenham existido no Éden, e Deus os mantém nesta terra para nos fazer sentir saudades do Paraíso perdido? Vem-nos naturalmente à lembrança a poesia de Casimiro de Abreu: "Ai que saudades que tenho da aurora da minha vida, De minha infância querida, Que os anos não trazem mais! Como são belos os dias Do despontar da existência! O mundo é um sonho dourado, A vida, um hino de amor!" Será que o caro leitor também não terá experimentado essas saudades, num certo momento de sua vida? Cada um dirá...
“Arquitetura é invenção. Tem que causar impacto e ter desafio. Quando me pedem um prédio público, por exemplo, procuro fazer bonito, diferente, que crie surpresa. Porque eu sei que os mais pobres poderão, ao menos, parar e ter um momento de prazer, de surpresa, ver uma coisa nova. É por esse prisma que a Arquitetura pode ser útil. As pessoas vão passar, olhar, gostar ou não, mas não vão dizer que viram algo parecido”.
Palavras de Oscar Niemeyer, famoso arquiteto brasileiro que projetou a cidade de Brasília e que, agora, é o autor do mais novo projeto arquitetônico e cultural da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o Museu do Artista Popular, apelidado de ‘Museu dos Três Pandeiros’, em Campina Grande.
O projeto já foi licitado e em breve as construções devem ser iniciadas. O Museu irá adornar as margens do Açude Velho, ponto turístico da cidade, acolherá trabalhos de artesãos populares e prestará uma homenagem aos mais talentosos artistas da música nordestina, a exemplo de Sivuca, Jackson do Pandeiro, Marinês e Luiz Gonzaga.
Esta semana, o arquiteto Cydno Silveira, do escritório de Oscar Niemeyer no Rio de Janeiro, esteve em Campina Grande para acertar mais detalhes da construção do Museu. Na manhã desta quinta-feira (29), Cydno esteve no campus da UEPB, localizado em Bodocongó, e se reuniu com o pró-reitor de Planejamento, Rangel Júnior; com a prefeita da cidade universitária, Lúcia Couto e a equipe de Engenharia da Prefeitura Universitária, que será responsável pela fiscalização das obras.
O projeto museológico ainda está em andamento, mas a idéia é que cada uma das três estruturas circulares, que recordam pandeiros, exponha um determinado gênero de arte, de acordo com Lúcia Couto. Os primeiros contatos com Oscar Niemeyer, para a elaboração do projeto, aconteceram há dois anos. Redação iParaiba com Ascom
Em 23/09/2008, foi inaugurado o primeiro Terminal de Integração de Campina Grande, localizado no largo do Açude Novo. O sistema integra cerca de 90% das linhas de transporte coletivo nos sentidos centro-bairro e bairro-centro. O Sistema Integrado de Ônibus, que ocupa uma área de oito mil metros quadrados, terá lanchonete, setor administrativo, bateria de banheiros masculinos e femininos, além de uma bateria de banheiros para portadores de necessidades especiais, duas guaritas e jardins.
Marcelo Donato's conversations
L+F! Parabéns!
Belíssima foto! Parabéns!
Muito legal, tenho algumas fotografias nesse local.
foto muito bonita, já morei em boqueirão durante 2 anos de 1990 a 1992, mais nunca havia visto esse espetaculo!! muito lindo mesmo.
Caro Marcelo, um visão poderosa! Imagine quanta energia nessas corredeiras! Você não tem essa foto com mais definição?
“Quanta exuberância e variedade encontramos na natureza vegetal!” O que dizer, por exemplo, do esplendor dos ipês, verdadeiras jóias que nos remetem a um mundo ideal? Sem dúvida, uma das mais belas árvores que há, o ipê apresenta flores de diversas cores e tonalidades, cada uma simbolizando determinados estados de espírito do homem ou situações da vida. Na florada do ipê amarelo, por exemplo, transparecem alegria e elegante formosura. Assemelha-se ele a uma árvore ornada de magnífico manto dourado, conferindo um ar de corte onde se encontra. São sóis que reluzem em meio ao verde da mata, e suas flores reunidas em cachos de ouro estão a nos transmitir uma mensagem de esperança no porvir, nas promessas de Deus ainda não realizadas, mas que se cumprirão a seu tempo. Já o ipê roxo, quando floresce, apresenta uma beleza de suave tristeza e doce acolhimento, como a nos consolar, convidando-nos a estar debaixo de sua copa protetora. Lembranos a Paixão de Jesus, e nos ensina que esta vida é de luz, mas também de cruz. Os ipês brancos, por sua vez, parecem nuvens, com seus flocos de uma tal alvura que nunca se deixam manchar. Evocam-nos os Anjos a esvoaçar ou, mais ainda, a pureza celestial de Maria, Virgem Imaculada. O ipê branco bem poderia simbolizar a Virgem Maria em sua Imaculada Conceição; o dourado, a sua Maternidade Divina; e o roxo, a sua Co-Redenção do gênero humano. Saudades da inocência Diz o Gênesis (2, 8-9) que Deus plantou um Jardim de delícias e pôs nele o homem, com toda espécie de árvores formosas à vista. Não podemos, então, imaginar que os ipês já tenham existido no Éden, e Deus os mantém nesta terra para nos fazer sentir saudades do Paraíso perdido? Vem-nos naturalmente à lembrança a poesia de Casimiro de Abreu: "Ai que saudades que tenho da aurora da minha vida, De minha infância querida, Que os anos não trazem mais! Como são belos os dias Do despontar da existência! O mundo é um sonho dourado, A vida, um hino de amor!" Será que o caro leitor também não terá experimentado essas saudades, num certo momento de sua vida? Cada um dirá...
Vista Panorama do hospital.
“Arquitetura é invenção. Tem que causar impacto e ter desafio. Quando me pedem um prédio público, por exemplo, procuro fazer bonito, diferente, que crie surpresa. Porque eu sei que os mais pobres poderão, ao menos, parar e ter um momento de prazer, de surpresa, ver uma coisa nova. É por esse prisma que a Arquitetura pode ser útil. As pessoas vão passar, olhar, gostar ou não, mas não vão dizer que viram algo parecido”. Palavras de Oscar Niemeyer, famoso arquiteto brasileiro que projetou a cidade de Brasília e que, agora, é o autor do mais novo projeto arquitetônico e cultural da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o Museu do Artista Popular, apelidado de ‘Museu dos Três Pandeiros’, em Campina Grande. O projeto já foi licitado e em breve as construções devem ser iniciadas. O Museu irá adornar as margens do Açude Velho, ponto turístico da cidade, acolherá trabalhos de artesãos populares e prestará uma homenagem aos mais talentosos artistas da música nordestina, a exemplo de Sivuca, Jackson do Pandeiro, Marinês e Luiz Gonzaga. Esta semana, o arquiteto Cydno Silveira, do escritório de Oscar Niemeyer no Rio de Janeiro, esteve em Campina Grande para acertar mais detalhes da construção do Museu. Na manhã desta quinta-feira (29), Cydno esteve no campus da UEPB, localizado em Bodocongó, e se reuniu com o pró-reitor de Planejamento, Rangel Júnior; com a prefeita da cidade universitária, Lúcia Couto e a equipe de Engenharia da Prefeitura Universitária, que será responsável pela fiscalização das obras. O projeto museológico ainda está em andamento, mas a idéia é que cada uma das três estruturas circulares, que recordam pandeiros, exponha um determinado gênero de arte, de acordo com Lúcia Couto. Os primeiros contatos com Oscar Niemeyer, para a elaboração do projeto, aconteceram há dois anos. Redação iParaiba com Ascom
Em 23/09/2008, foi inaugurado o primeiro Terminal de Integração de Campina Grande, localizado no largo do Açude Novo. O sistema integra cerca de 90% das linhas de transporte coletivo nos sentidos centro-bairro e bairro-centro. O Sistema Integrado de Ônibus, que ocupa uma área de oito mil metros quadrados, terá lanchonete, setor administrativo, bateria de banheiros masculinos e femininos, além de uma bateria de banheiros para portadores de necessidades especiais, duas guaritas e jardins.
Toda segunda-feira a partir das 18:00 é realizada a novena na virgem dos pobres, convido a todos participarem.