Photos by Rodrigo Macedo Lopes : on the map, in Google Earth (KML)
O rodoviarismo de Brasília
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Teatro Nacional
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Praia do Porto de Vila do Conde - PA
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Rua São Domingos
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Entrada e saída do Porto de Santos
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Praia de Santos - SP
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Praia no Porto de Vila do Conde
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Morros de Aragominas
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Área da AGRISAL em Salinópolis - PA
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O mangue de Salinas - PA
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Mangue em Salinópolis - PA
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Ribeirinhos de Abaetetuba - Pará
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Rodrigo Macedo Lopes's conversations
Assentamentos como os existentes nas margens do Igarapé Tucunduba retratam uma maneira de ocupação do solo e definição do espaço residencial interno bastante peculiar na cidade de Belém. A tipologia habitacional expressa a reprodução característica das áreas alagadas na cidade, embora representem em última análise a reprodução da tipologia habitacional ribeirinha de áreas de várzea, típica da região amazônica. A procedência interiorana de algumas famílias residentes nas áreas alagadas reforça a disseminação da tipologia ribeirinha em áreas urbanas. Esta tipologia utiliza predominantemente a madeira como elemento construtivo das habitações, em função de algumas características: a facilidade da auto-construção; o tipo de solos em áreas de várzea; a abundância do material na região; a adaptabilidade do material a soluções de conforto térmico, juntamente com outros materiais como a telha de barro; reprodução de valores culturais específicos da Amazônia. As residências existentes nas margens do Igarapé Tucunduba utilizam um sistema estrutural baseado em esteios de madeira, que recebem uma estrutura de piso com vigamentos e ripamentos em madeira, suportando um telhado simples com uma ou duas águas, sem tesouras estruturais em função do tamanho das casas e pelo tamanho dos esteios (sua maioria de pequena proporção). Utilizam tanto telhas de barro como de fibrocimento. As construções são predominantemente elevadas do solo, sobre estacas de madeira, com pequena escada de acesso e circulação externa através de passarelas de madeiras, localmente denominadas de estivas. Uma vez que as famílias nas margens do Igarapé estão assentadas em áreas acometidas por alagamentos, estes agravados pela inexistência de redes de drenagem superficial.
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Em Belém a madeira branca é utilizada para a construção das palafitas. Esta madeira tem uma vida útil de aproximadamente 5 (cinco) anos, como Belém é a cidade brasileira com o maior número de habitações em estado precário (por volta de 50% dos imóveis da cidade estão localizados em assentamentos precários), estas habitações são reconstruídas a cada cinco anos...gerando assim um elevado número de resíduos de matéria orgânica em decomposição que é "jogado fora" no lixão (antigo aterro sanitário).
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Foto: Arquivo IAGUA.
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Foto: arquivo IAGUA.
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As ruas pavimentadas em concreto chamam a atenção por proporcionar um ambiente urbano agradável, pois não são tão quentes como o asfalto - CBUQ. Na cidade de São Sebastião da Boa Vista, as ruas são feitas para os pedestres pois não existem carros na cidade, apenas o caminhão de lixo que data de 1970.
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Foto: Arquivo IAGUA
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Das atividades produtivas, a pesca é aquela com maior contribuição para o afastamento do adolescente da escola. Quando os locais de pesca localizam-se longe das suas residências (baixo Amazonas e alto mar), os adolescentes passam dias e meses fora de casa. Ficam submetidos a uma jornada de trabalho sem horário definido, em alojamentos precários e alimentando-se mal. Ao retornarem apresentam problemas de coluna, dores musculares, dores de cabeça, estresse, coceiras e desnutrição.
Projeto “Nova Cartografia Social da Amazônia”, fascículos da coleção ”Crianças e Adolescentes em Comunidades Tradicionais da Amazônia”
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Sede do município de Xambioá, onde ocorreu o conflito armado entre as forças militares e o movimento revolucionário, conhecido como Guerra do Araguaia.
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Normas sanitárias impostas pelos órgãos oficiais para evitar a contaminação do açaí: substituição das rasas por baquetas de plástico para acomodar o açaí;
“Trabalho com açaí, com a rasa. Muita gente depende da rasa e do açaí. Consumo açaí e meus filhos, meus pais, nunca fomos contaminados com nada. Os grandes vêm analisar e colocam essa coisa de contaminação, isso é por causa da exportação. E nós que somos de baixa renda e vivemos do açaí, se preocupam com nós? Mas nós somos vivos, nós podemos gritar pelo que nós queremos.” (Pronunciamento de um ribeirinho no Seminário “Trabalhadores do Açaí: mercado e controle. Realizado em Belém no NAEA em 10/07/2007)
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Porto do Açaí Uma História de Luta
“O porto! Antes a nossa orla era livre, a orla de Belém, da Fernando Guilhon pra frente era uma área livre, era uma rampa que todo mundo chegava desembarcava, até o pessoal tomava banho, passeavam na orla. Depois foi tudo sendo invadido, onde ficou uma grande luta pelo Porto do Açaí. Mais ou menos há 23 anos atrás aconteceu essa luta, todos os feirantes da época! Ainda estão hoje aqui os feirantes, a maioria ribeirinhos da Ilha do Combu, do Papagaio, ilha das Onças, dessas ilhas próximas, todos também brigaram. Foi assim a conquista, com muita luta” (Depoimento de um feirante do Porto do Açaí, Oficina Nova Cartografia Social da Amazônia, 23 / 06/ 2007).
“Antes do surgimento do porto do açaí era o nome porto da Conceição, não era porto do açaí, então na época eu era pequena mas eu sempre vinha em Belém com o meu pai que a gente vendia açaí, então tinha as pedra, o ponto lá era as pedra, nos dizia a pedra, então nos pagava, tinha os fiscal que recebia da pedra assim que nos baixasse nossa mercadoria e recebia” (Depoimento de um feirante do Porto do Açaí, Oficina Nova Cartografia Social da Amazônia, 23 / 06/ 2007).
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