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RUA FRANCISCO DA GAMA REIS
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CAMINHO DO VALE DA LAJE
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CARRO-DE-BOIS EM SOBRAL
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XII - JESUS MORRE NA CRUZ, LOUREIRA
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CASTANHEIROS NO VALE DO SUMO
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GCSCS's conversations
O 1.º Rancho Folclórico de Santa Catarina da Serra surgiu nos inícios dos anos 60 do século XX, na Loureira. Poucos anos depois, uma vez extinto aquele, fundava-se o Rancho Folclórico de São Guilherme, na Magueigia. Esta importante instituição, que tem a função de preservar os costumes, os cantares e danças de outrora, conta, hoje, com uma nova sede, na Magueigia. Trata-se de um edifício típico, uma casa, que foi recuperado, servindo, de igual modo, de museu etnológico e etnográfico. Alberga uma importante colecção de elementos histórico-arqueológicos de um passado ainda não muito distante.
É UMA INSTITUIÇÃO QUE É PRECISO ACARINHAR COM MAIS AFINCO!
Fotografia e texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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A Rua Francisco da Gama Reis resulta da aplicação de um projecto de loteamento efectuado em 1987, com as respectivas alterações, faltando vender, ainda, alguns lotes. O nome atribuído ao loteamento pretende, por sua vez, homenagear um distinto cidadão nazareno e que foi pároco de Santa Catarina da Serra, entre 1880 e 1902, e presidente da Junta de Paróquia, entre 1893 e 1902. Este clérigo, residente na Loureira, aprovou, em sessão extraordinária, em 1902, a planta do prestigiado arquitecto suíço, naturalizado português, leiriense, Ernesto Korrodi (1870-1944), para a Igreja Matriz de Santa Catarina da Serra.
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No cemitério de Leiria, entre as ilustres famílias da burguesia citadina, encontra-se o jazigo dos barões da Quinta do Salgueiro, fidalgos da Casa Real, Manuel, pai, e José de Albergaria, filho, residentes / naturais na localidade de Quinta do Salgueiro, freguesia de Santa Catarina da Serra, concelho, distrito e diocese de Leiria. Na Quinta existe, ainda, o solar de província.
Texto e fotografia: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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No sítio da Arreota, Cova Alta, existe um orifício na rocha, que terá, sem dúvida, a ver com a actividade humana de outrora, nomeadamente na obtenção de rocha calcária para os mais variados fins, caso da construção civil. Contudo, ainda está por apurar a origem desta estrutura escavada no solo.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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O caminho do Vale da Laje existe, provavelmente, desde a centúria de Setecentos, na medida em que se encontra próximo do designado sítio da Arreota, referido em documento de 1722, aquando da delimitação da propriedade que o Bispado de Leiria tinha no Pedrome. Foram colocados marcos com a epígrafe «MITRA» nos limites da área episcopal.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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Apesar de ser uma localidade cuja origem remonta à segunda metade da centúria de Oitocentos, o Casal da Fartaria está provido de algumas habitações históricas. Estas eram edificadas em rocha calcária sobreposta, com saibro, areia e barro, nos interstícios. O chão, o tecto, as portas interiores, cabidos e o madeiramento para o telhado, entre outras peças e estruturas eram de madeira. As paredes interiores eram feitas em tabique, isto é, tábuas verticais com ripas horizontais, pregadas, e cobertas por saibro, sob uma camada de cal. No Casal da Fartaria, tal como no Cercal, da mesma freguesia, existem vestígios de adobe, tijolos de barro e terra, rudimentares.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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Na imagem observam-se três peças de uma estrutura arquitectónica não muito diferente nos restantes povoados da freguesia. Assim, à esquerda está o poço, ao centro o sistema de escoamento de águas para o respectivo depósito. Por fim, à direita está a base de uma picota, utilizada, outrora, para extrair a água do poço. Uma particularidade que distingue os depósitos artificiais de água junto e no Casal da Fartaria é o facto de os mesmos se caracterizarem por uma parte mais elevada da parede de protecção, geralmente a que fica virada ao Cabeço da Biqueira ou a diminutos morros de terra, facto que tem a ver com a necessidade de evitar a entrada de impurezas (terra, neste caso) dentro dos poços.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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Tal como nas restantes aldeias da freguesia de Santa Catarina da Serra, concelho, distrito e diocese de Leiria, também no Casal da Fartaria a presença de eiras com as respectivas casas é um facto constatado. Nas eiras debulhavam-se os cereais, enquanto a edificação vertical, a casa da eira, permitia a recolha dos grãos e instrumentos de trabalho sempre que o tempo não era favorável (chuva, por exemplo).
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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O acesso ao Cabeço da Biqueira, Coruto da Cabeça, faz-se, pelo lado Norte, pelo caminho da imagem. Este localiza-se na freguesia de Santa Catarina da Serra e vai entroncar com a estrada do Casal da Fartaria.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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Na fotografia, o caminho rústico marca a estrema entre as freguesias de Santa Catarina da Serra, à esquerda, onde está o pinhal, e de Gondemaria, à direita, onde se encontra a vinha. De igual modo, a linha estabelece os limites concelhio e distrital.
Texto e fotografia: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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