Photos by GCSCS : on the map, in Google Earth (KML)
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GCSCS's conversations
A Rua Francisco da Gama Reis resulta da aplicação de um projecto de loteamento efectuado em 1987, com as respectivas alterações, faltando vender, ainda, alguns lotes. O nome atribuído ao loteamento pretende, por sua vez, homenagear um distinto cidadão nazareno e que foi pároco de Santa Catarina da Serra, entre 1880 e 1902, e presidente da Junta de Paróquia, entre 1893 e 1902. Este clérigo, residente na Loureira, aprovou, em sessão extraordinária, em 1902, a planta do prestigiado arquitecto suíço, naturalizado português, leiriense, Ernesto Korrodi (1870-1944), para a Igreja Matriz de Santa Catarina da Serra.
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No cemitério de Leiria, entre as ilustres famílias da burguesia citadina, encontra-se o jazigo dos barões da Quinta do Salgueiro, fidalgos da Casa Real, Manuel, pai, e José de Albergaria, filho, residentes / naturais na localidade de Quinta do Salgueiro, freguesia de Santa Catarina da Serra, concelho, distrito e diocese de Leiria. Na Quinta existe, ainda, o solar de província.
Texto e fotografia: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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No sítio da Arreota, Cova Alta, existe um orifício na rocha, que terá, sem dúvida, a ver com a actividade humana de outrora, nomeadamente na obtenção de rocha calcária para os mais variados fins, caso da construção civil. Contudo, ainda está por apurar a origem desta estrutura escavada no solo.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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O caminho do Vale da Laje existe, provavelmente, desde a centúria de Setecentos, na medida em que se encontra próximo do designado sítio da Arreota, referido em documento de 1722, aquando da delimitação da propriedade que o Bispado de Leiria tinha no Pedrome. Foram colocados marcos com a epígrafe «MITRA» nos limites da área episcopal.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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Apesar de ser uma localidade cuja origem remonta à segunda metade da centúria de Oitocentos, o Casal da Fartaria está provido de algumas habitações históricas. Estas eram edificadas em rocha calcária sobreposta, com saibro, areia e barro, nos interstícios. O chão, o tecto, as portas interiores, cabidos e o madeiramento para o telhado, entre outras peças e estruturas eram de madeira. As paredes interiores eram feitas em tabique, isto é, tábuas verticais com ripas horizontais, pregadas, e cobertas por saibro, sob uma camada de cal. No Casal da Fartaria, tal como no Cercal, da mesma freguesia, existem vestígios de adobe, tijolos de barro e terra, rudimentares.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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Na imagem observam-se três peças de uma estrutura arquitectónica não muito diferente nos restantes povoados da freguesia. Assim, à esquerda está o poço, ao centro o sistema de escoamento de águas para o respectivo depósito. Por fim, à direita está a base de uma picota, utilizada, outrora, para extrair a água do poço. Uma particularidade que distingue os depósitos artificiais de água junto e no Casal da Fartaria é o facto de os mesmos se caracterizarem por uma parte mais elevada da parede de protecção, geralmente a que fica virada ao Cabeço da Biqueira ou a diminutos morros de terra, facto que tem a ver com a necessidade de evitar a entrada de impurezas (terra, neste caso) dentro dos poços.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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Tal como nas restantes aldeias da freguesia de Santa Catarina da Serra, concelho, distrito e diocese de Leiria, também no Casal da Fartaria a presença de eiras com as respectivas casas é um facto constatado. Nas eiras debulhavam-se os cereais, enquanto a edificação vertical, a casa da eira, permitia a recolha dos grãos e instrumentos de trabalho sempre que o tempo não era favorável (chuva, por exemplo).
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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O acesso ao Cabeço da Biqueira, Coruto da Cabeça, faz-se, pelo lado Norte, pelo caminho da imagem. Este localiza-se na freguesia de Santa Catarina da Serra e vai entroncar com a estrada do Casal da Fartaria.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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O único marco geodésico da freguesia de Santa Catarina da Serra fica posicionado no alto do Coruto da Cabeça. Trata-se de um marco pertencente à triangulação de 2.ª ordem, isto é, de um ponto que permitia, no passado, calcular, mediante o método trigonométrico, distâncias entre marcos até 30 quilómetros. Junto da Loureira, no sítio da Fazarga, existe um vértice geodésico, VG, assim como nas proximidades da Barreiria, Santa Catarina da Serra. Contudo, o marco da Fazarga já está na freguesia de Fátima, enquanto o outro encontra-se posicionado na do Arrabal.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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Numa área que foi devastada pelo fogo, este marco de limite concelhio, datado da década de 60 do século XX, permanece na vertical, ainda que fragmentado nalguns pontos. Da parte de lá é concelho de Ourém, freguesia de Gondemaria. Da parte de cá é município de Leiria, freguesia de Santa Catarina da Serra.
Texto e imagem: Vasco Jorge Rosa da Silva.
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