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Photos by GCSCS : on the map, in Google Earth (KML)

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GCSCS's conversations

GCSCS said:

Tendo sido edificada entre 1902 e 1906-07, a partir da planta do prestigiado arquitecto suíço Ernesto Korrodi, o Altar-Mor da Igreja Matriz de Santa Catarina da Serra, ao fundo, é, no entanto, mais antigo, pois foi comprado em Ourém e trazido de um templo afectado pela incorporação republicana de 1910. Toda em madeira, a escultura retabular apresenta-se revestida a talha dourada. Os exemplares do século XVIII são similares a este.

Fotografia e texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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GCSCS said:

A Restauração da Independência verificou-se em 1640, 1 de Dezembro, sendo feriando nacional. Desta forma, no ano de 1940, comemorou-se, por todo o País e das mais diversas formas, o tricentenário daquele acontecimento. Na Paróquia de Santa Catarina da Serra edificou-se o pórtico de acesso ao Adro da Igreja Matriz, onde se lê, em epígrafe, «1640-1940». Noutras freguesias erigiram-se cruzeiros, entre outros monumentos comemorativos. Por cima do "Arco da Independência" está escrito, em Latim, «UBI CRUX / IBI PATRIA», isto é, "onde está a cruz, aí é a tua pátria".

«Arco da Independência» é a expressão utilizada pelas fontes santacatarinenses para designar, nos anos 30-40, o objecto em questão.

Fotografia e texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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GCSCS said:

A casa mortuária de Santa Catarina da Serra, edificada em 1999, está posicionada no sítio do 1.º cemitério público da freguesia, tendo sido construído em 1869, tal como refere o cruzeiro existente, ainda, no local. Em 1919, com a transferência para o cemitério novo, o antigo foi desactivado. A construção da casa mortuária, quando a paróquia comemorou os 450 anos, em 1999, levou ao desaparecimento de uma das sepulturas existentes, objecto histórico que os familiares ainda não conseguiram, infelizmente, recuperar.

Texto e fotografia: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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GCSCS said:

Considera-se, oficialmente, que a Capela de Santa Marta, em Loureira, freguesia de Santa Catarina da Serra, concelho, distrito e diocese de Leiria, foi erigida em 1610, como se pode observar nas "Memórias do Bispado de Leiria". Deste modo, encontra-se já em preparação a comemoração dos 400 anos de culto à padroeira da localidade, Santa Marta. Contudo, a capela actual resulta de um projecto de Ernesto Camilo Korrodi, prestigiado arquitecto leiriense, filho do célebre Ernesto Korrodi, que desenhou a planta da Igreja Matriz de Santa Catarina da Serra. PARABÉNS A TODOS OS HABITANTES DA LOUREIRA E AMIGOS DA TERRA.

Fotografia aérea cedida por: Amândio Santos

Texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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GCSCS said:

Considera-se, oficialmente, que a Capela de Santa Marta, em Loureira, freguesia de Santa Catarina da Serra, concelho, distrito e diocese de Leiria, foi erigida em 1610, como se pode observar nas "Memórias do Bispado de Leiria". Deste modo, encontra-se já em preparação a comemoração dos 400 anos de culto à padroeira da localidade, Santa Marta. Contudo, a capela actual resulta de um projecto de Ernesto Camilo Korrodi, prestigiado arquitecto leiriense, filho do célebre Ernesto Korrodi, que desenhou a planta da Igreja Matriz de Santa Catarina da Serra. PARABÉNS A TODOS OS HABITANTES DA LOUREIRA E AMIGOS DA TERRA.

Fotografia: Amândio dos Santos. Retoque (eliminação de fios eléctricos): Vasco Jorge Rosa da Silva.

Texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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GCSCS said:

O ORGULHO E O RIGOR QUE O POVO DE SANTA CATARINA DA SERRA COLOCA NA SUA PRESTIGIADA IGREJA MATRIZ! A PRECISÃO NA MANUTENÇÃO DO PATRIMÓNIO EDIFICADO!

Em termos arquitectónicos, a Igreja da Vila de Santa Catarina da Serra é muito interessante, na medida em que, apesar de ter sido edificada nos inícios da centúria de Novecentos, possui uma planta que segue os cânones clássicos, isto é, com a forma de uma cruz latina. O corpo do templo é composto por 3 naves, a principal ao centro, a mais elevada, e as laterais, mais baixas. Estão interligadas, no topo, por paredes suportadas por arcos de volta perfeita. Estes formam 3 tramos. Depois de atravessar a porta principal, por cima ficava o coro. Os tectos das naves são de madeira. Cada nave lateral tem 3 altares (laterais) e uma porta, com abóbada de meio-canhão. Um arco triunfal, austero, separa o corpo da Igreja do transepto, isto é, dos braços da cruz. O do "Lado da Epístola", por exemplo, é onde está a sacristia. A Capela-Mor, atrás da ara, está provida de uma abóbada de berço com vários medalhões, nos fechos dos arcos polinervados, semelhantes aos templos medievais. Dois vitrais de cada lado permitem a entrada de luz. Também na fachada principal existem vitrais, 3, em janelões rasgados na parede. Por cima do portal de acesso, com abóbada, está o gablete com a imagem de Santa Catarina da Serra. O telhado mais elevado é o da nave principal, seguindo-se o da Capela-Mor e, por fim, os das naves laterais e braços do transepto. Existem cruzes na parte superior dos telhados. No interior, do lado oposto ao da pia baptismal, estão as escadas de acesso ao coro e à torre sineira. Esta, que, outrora, tinha um relógio-de-pesos, termina numa pirâmide multifacetada. Foi afectada, diversas vezes, por relâmpagos.

Gabinete de Comunicação [da Freguesia] de Santa Catarina da Serra, GCSCS.

Fotografia e texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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GCSCS said:

Em termos arquitectónicos, a Igreja da Vila de Santa Catarina da Serra é muito interessante, na medida em que, apesar de ter sido edificada nos inícios da centúria de Novecentos, possui uma planta que segue os cânones clássicos, isto é, com a forma de uma cruz latina. O corpo do templo é composto por 3 naves, a principal ao centro, a mais elevada, e as laterais, mais baixas. Estão interligadas, no topo, por paredes suportadas por arcos de volta perfeita. Estes formam 3 tramos. Depois de atravessar a porta principal, por cima ficava o coro. Os tectos das naves são de madeira. Cada nave lateral tem 3 altares (laterais) e uma porta, com abóbada de meio-canhão. Um arco triunfal, austero, separa o corpo da Igreja do transepto, isto é, dos braços da cruz. O do "Lado da Epístola", por exemplo, é onde está a sacristia. A Capela-Mor, atrás da ara, está provida de uma abóbada de berço com vários medalhões, nos fechos dos arcos polinervados, semelhantes aos templos medievais. Dois vitrais de cada lado permitem a entrada de luz. Também na fachada principal existem vitrais, 3, em janelões rasgados na parede. Por cima do portal de acesso, com abóbada, está o gablete com a imagem de Santa Catarina da Serra. O telhado mais elevado é o da nave principal, seguindo-se o da Capela-Mor e, por fim, os das naves laterais e braços do transepto. Existem cruzes na parte superior dos telhados. No interior, do lado oposto ao da pia baptismal, estão as escadas de acesso ao coro e à torre sineira. Esta, que, outrora, tinha um relógio-de-pesos, termina numa pirâmide multifacetada. Foi afectada, diversas vezes, por relâmpagos.

Fotografia e texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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GCSCS said:

Em termos arquitectónicos, a Igreja da Vila de Santa Catarina da Serra é muito interessante, na medida em que, apesar de ter sido edificada nos inícios da centúria de Novecentos, possui uma planta que segue os cânones clássicos, isto é, com a forma de uma cruz latina. O corpo do templo é composto por 3 naves, a principal ao centro, a mais elevada, e as laterais, mais baixas. Estão interligadas, no topo, por paredes suportadas por arcos de volta perfeita. Estes formam 3 tramos. Depois de atravessar a porta principal, por cima ficava o coro. Os tectos das naves são de madeira. Cada nave lateral tem 3 altares (laterais) e uma porta, com abóbada de meio-canhão. Um arco triunfal, austero, separa o corpo da Igreja do transepto, isto é, dos braços da cruz. O do "Lado da Epístola", por exemplo, é onde está a sacristia. A Capela-Mor, atrás da ara, está provida de uma abóbada de berço com vários medalhões, nos fechos dos arcos polinervados, semelhantes aos templos medievais. Dois vitrais de cada lado permitem a entrada de luz. Também na fachada principal existem vitrais, 3, em janelões rasgados na parede. Por cima do portal de acesso, com abóbada, está o gablete com a imagem de Santa Catarina da Serra. O telhado mais elevado é o da nave principal, seguindo-se o da Capela-Mor e, por fim, os das naves laterais e braços do transepto. Existem cruzes na parte superior dos telhados. No interior, do lado oposto ao da pia baptismal, estão as escadas de acesso ao coro e à torre sineira. Esta, que, outrora, tinha um relógio-de-pesos, termina numa pirâmide multifacetada. Foi afectada, diversas vezes, por relâmpagos.

Fotografia e texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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GCSCS said:

Em termos arquitectónicos, a Igreja da Vila de Santa Catarina da Serra é muito interessante, na medida em que, apesar de ter sido edificada nos inícios da centúria de Novecentos, possui uma planta que segue os cânones clássicos, isto é, com a forma de uma cruz latina. O corpo do templo é composto por 3 naves, a principal ao centro, a mais elevada, e as laterais, mais baixas. Estão interligadas, no topo, por paredes suportadas por arcos de volta perfeita. Estes formam 3 tramos. Depois de atravessar a porta principal, por cima ficava o coro. Os tectos das naves são de madeira. Cada nave lateral tem 3 altares (laterais) e uma porta, com abóbada de meio-canhão. Um arco triunfal, austero, separa o corpo da Igreja do transepto, isto é, dos braços da cruz. O do "Lado da Epístola", por exemplo, é onde está a sacristia. A Capela-Mor, atrás da ara, está provida de uma abóbada de berço com vários medalhões, nos fechos dos arcos polinervados, semelhantes aos templos medievais. Dois vitrais de cada lado permitem a entrada de luz. Também na fachada principal existem vitrais, 3, em janelões rasgados na parede. Por cima do portal de acesso, com abóbada, está o gablete com a imagem de Santa Catarina da Serra. O telhado mais elevado é o da nave principal, seguindo-se o da Capela-Mor e, por fim, os das naves laterais e braços do transepto. Existem cruzes na parte superior dos telhados. No interior, do lado oposto ao da pia baptismal, estão as escadas de acesso ao coro e à torre sineira. Esta, que, outrora, tinha um relógio-de-pesos, termina numa pirâmide multifacetada. Foi afectada, diversas vezes, por relâmpagos.

Fotografia e texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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Em termos arquitectónicos, a Igreja da Vila de Santa Catarina da Serra é muito interessante, na medida em que, apesar de ter sido edificada nos inícios da centúria de Novecentos, possui uma planta que segue os cânones clássicos, isto é, com a forma de uma cruz latina. O corpo do templo é composto por 3 naves, a principal ao centro, a mais elevada, e as laterais, mais baixas. Estão interligadas, no topo, por paredes suportadas por arcos de volta perfeita. Estes formam 3 tramos. Depois de atravessar a porta principal, por cima ficava o coro. Os tectos das naves são de madeira. Cada nave lateral tem 3 altares (laterais) e uma porta, com abóbada de meio-canhão. Um arco triunfal, austero, separa o corpo da Igreja do transepto, isto é, dos braços da cruz. O do "Lado da Epístola", por exemplo, é onde está a sacristia. A Capela-Mor, atrás da ara, está provida de uma abóbada de berço com vários medalhões, nos fechos dos arcos polinervados, semelhantes aos templos medievais. Dois vitrais de cada lado permitem a entrada de luz. Também na fachada principal existem vitrais, 3, em janelões rasgados na parede. Por cima do portal de acesso, com abóbada, está o gablete com a imagem de Santa Catarina da Serra. O telhado mais elevado é o da nave principal, seguindo-se o da Capela-Mor e, por fim, os das naves laterais e braços do transepto. Existem cruzes na parte superior dos telhados. No interior, do lado oposto ao da pia baptismal, estão as escadas de acesso ao coro e à torre sineira. Esta, que, outrora, tinha um relógio-de-pesos, termina numa pirâmide multifacetada. Foi afectada, diversas vezes, por relâmpagos.

Fotografia e texto: Vasco Jorge Rosa da Silva.


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