Walter Fernandes Leite
photos
on Google Maps
views
"Viajar é a melhor clínica médica do mundo, é o melhor remédio que existe para a melhor idade" Walter F. Leite Para melhor visualizações das fotos, dê um clique ou dois cliques na foto. Utilize as etiquetas (tags) que estão a sua direita para buscar sua cidade preferida. CUIDADO: fotos tem direitos autorais.

Walter Fernandes Lei…'s conversations

Palácio do Governo (Palácio dos Leões) — Em 04 de abril de 1730 no palácio do Governador e Capitão-General do Estado Alexandre de Sousa Freire, presididos por ele reuniram-se o Ouvidor Dr. Matias de Sá e Freitas, o Provedor-Mor da Fazenda Real Matias da Costa Sousa, os vereadores do Senado da Câmara e vários cidadãos, e ele lhes fez ver que o palácio não tinha comodidades para si e nem para sua comitiva, pelo que tinha mandado fazer dois quartos, e como esta despesa devia correr por conta da Fazenda Real, e sendo isto caso omisso no Regimento dos provedores, governadores e capitães-generais, pedia-lhe que notassem se devia a obra necessária ser assim feita ou não.

Foi a consulta decidida pela afirmativa.

Para se fazer ideia do que era intitulado Palácio dos Governadores lembramos que em 06 de março de 1762 este mesmo capitão-general participou ao Secretário de Estado Francisco Xavier de Mendonça Furtado que não havia soldado neste Regimento, que em sua casa não tivesse melhores cômodos do que aqui tinha o governador no seu palácio, que não possuía um só quarto forrado e tinha as janelas tão desunidas, que nem se podia a noite conservar uma luz, e nem tinha um gabinete para se escrever com alguma cautela, e nem uma cozinha!

Em 1772 propôs a reedificação dele, visto ser antiquíssimo e ter as paredes de terra, e então aconselhou que era conveniente aproveitarem-se a telha, a madeira, portais e escada da casa, que fora dos jesuítas em Alcântara – Maranhão.

Obtendo enfim autorização para fazer proceder aos necessários consertos mandou logo tapar a varanda para ter um gabinete.

Imagine o leitor, qual não devia ser então a morada desses capitães-generais, cujos nomes e poder eram tão respeitados ou temidos.

Quanto à mobília, dizia o Governador Gonçalo Pereira Lobato e Sousa em ofício dirigido para Lisboa no dia 07 de junho de 1760 que sendo o despacho das causas de liberdade e outras dependências, respectivas aos índios, ordinariamente feito na casa da residência dos governadores nela outros assentos, que doze tamboretes de pau, alguns despedaçados e todos velhos e indignos.

Entrando este governador a refletir em tais assentos, quando para constituir aquele tribunal concorriam o vigário-geral, os primeiros prelados das religiões, os ministros e o procurador dos índios, resolveu-se a mandar fazer, por se persuadir ser indispensável, 12 cadeiras com assento de sola lavrada e pregaria miúda dourada, mandando também cobrir a mesa do despacho com um pano verde, guarnecido de galões de seda.

O que atualmente existe foi edificado em 1776 pelo Governador Joaquim de Melo e Póvoas, sendo curioso o saber-se que o poço ali existente custou apenas 100$000 rs. Como participou o mesmo governador em 19 de setembro de 1767 ao govêrno da metrópole.

Tem sofrido muitos e grandes consertos, sendo dignos de menção os que se fizeram no tempo do Duque de Caxias, do Conselheiro Pais Barreto, e do Dr. Leitão da Cunha, principiando, em julho de 1863, a ser iluminado a gás.

Em 26 de novembro de 1864 o Dr. Leitão da Cunha declarou à Câmara Municipal em resposta ao seu ofício de 24 do mesmo mês, que podia mandar vir da Europa as 3.700 pedras de lajedo, que julgou suficientes para o passeio, que projetou fazer na testada do palácio do governo, devendo ser o material pago pelo Tesouro Provincial e a mão de obra pela Câmara.

Em consequência do oficio do Dr. Franklin Américo de Meneses Dória de 02 de julho de 1867 mandou a Câmara Municipal fazer este passeio já projetado.

Administrando esta Província, pela segunda vez, o Dr. Leitão da Cunha este edifício foi consertado e pintado em fevereiro de 1869, fazendo-se na porta principal um toldo de madeira, sustentado por grades de ferro, e forrado de zinco por sua parte superior para abrigo da sentinela.

Sempre este edifício mereceu a este presidente muito cuidado, sem o qual hoje estaria bastante arruinado.

Tem 47 braças e 8 palmos de frente L. a O. e 37 de fundo N. a S.

Em 22 de setembro de 1828 foi avaliado em 117:434$600 réis, porém, sem exageração, tem consumido mais de 200 contos em consertos, pinturas, asseios e alterações, e não obstante tudo isto é péssima a casa, por falta de cômodos para habitação de um presidente, que tenha família, embora pouco numerosa.

(Coleção São Luís ─ 3, Cesar Augusto Marques, Dicionário Histórico-Geográfico da Província do Maranhão, Cia. Editôra Fon-Fon e Seleta, páginas 503 e 504, Rio, Março – 1970, 3ª Edição, Patrocinada pela SUDEMA.)

Um dos principais patrimônios arquitetônicos do Maranhão, o Palácio dos Leões, guarda a história política e cultural do estado.

Um dos principais pontos turísticos do Maranhão, o Palácio dos Leões, sede do Governo do Estado, guarda relíquias da história cultural e política maranhense dos séculos XVI a XX. Uma construção neoclássica, guardada por leões esculpidos em bronze, o Palácio dos Leões possui cinco salões nobres e luxuosos onde ficam expostas 1.300 peças de arte. Pinturas, vasos, esculturas, mobiliário antigo, tapetes, pratarias, além de uma coleção de gravuras do teatrólogo maranhense Arthur Azevedo, fazem parte do rico e diversificado acervo. Conheça o Palácio dos Leões O Palácio dos Leões é considerado um dos principais patrimônios arquitetônicos do Maranhão e recebe em média 150 visitantes por dia, entre maranhenses e turistas. Aberto à visitação de quarta a sexta-feira, das 14h às 17h e sábados e domingos, das 15h às 17h30, o palácio é uma ótima opção de passeio que retrata um pouco da história política e cultural do estado. Somente grupos grandes com mais de 20 pessoas, precisam agendar a visita, basta entrar em contato com a Curadoria dos Bens Culturais do Palácio pelos números (98) 3232-9789 e (98) 3232-9784. O Palácio oferece ainda um passeio virtual. Por meio do blog do palácio www.ma.gov.br/palaciodosleoes é possível conhecer um pouco mais da história do Maranhão, o acervo e ainda realizar um passeio virtual em 360º, conhecendo as galerias, salões e espaços externos do palácio. Agende sua visita Onde: Palácio dos Leões (Praça Pedro II, Centro). Quando: De quarta a sexta-feira, das 14h às 17h. Sábados e domingos, das 15h às 17h30. Passeio Virtual: www.ma.gov.br/palaciodosleoes

Meu Caro Walter Fernandes Leite, nesse lugar onde hoje está o busto em bronze de Daniel de La Touche, Sieur de La Ravardière, fundador da cidade de São Luis do Maranhão, existiam duas pirâmides que eram o marco da fundação da cidade. Foi justamente aqui, a 08 de setembro de 1612, que Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardière, François de Rasilly, Senhor de Rasilly e Aunelles, loco-tenentes-generais de Luis XIII, de França e Navarra, fundaram, co a oração da Cruz em praça arroteada pelos tupinambás às ordens de Japiaçú, Senhor de Juniparã, morubixaba de toda a Upaon-açú, a França Equinocial, em solenidade religiosa oficiada pelos primeiros missionários do Maranhão ─ os capuchos francêses Yves dEvreux, Claude dAbbeville, Arsène de Paris e Ambroise d`Amiens, os dois primeiros também os primeiros cronistas da terra.

Meu Caro Walter Fernandes Leite, a "Fonte do Ribeirão" fica na rua dos Afogados, construída em 1796 por ordem do Governador e Capitão-General D. Fernando Antônio de Noronha. Sobre as carrancas por que escorre a água da fonte para o chão lajeado de cantaria, três portas gradeadas de ferro dão acesso a outras tantas galerias, motivo de lendas que a imaginação popular tem criado. No seu interior existe uma fonte de água cristalizada e não existe nenhum inseto.

Meu Caro Walter Fernandes Leite, a "Mãi-d´Agua" da Fonte é uma escultura em bronze da autoria do escultor maranhense Newton Sá, e ainda da sua autoria, o busto de Dom Francisco de Paula e Silva, 23º e penúltimo Bispo do Maranhão, que fica no passeio do adro da Catedral.

Meu Caro Walter Fernandes Leite essa praça cujo nome é Praça João Lisboa, também é o Largo do Carmo, é o coração de São Luis, aqui durante muitos anos se discutia a política de São Luis e do Maranhão. Fica entre as Ruas do Sol e da Paz está sobre os restos mortis do escritor a que serve de túmulo, a estátua de João Francisco Lisboa, que atualmente dá nome ao Logradouro. É trabalho do escultor francês Jean Magrou. Jornalista emérito, historiador autorizado, clássico da língua, João Lisboa, glória maior da Atenas do Brasil porque honra e glória de toda a nacionalidade, ai está, para edificação dos pósteros de quem lê, para exemplo e ensinamento de todos, o seu famoso "Jornal do Timon".

Meu Caro Walter Fernandes Leite é uma bela foto, mas não é a Praça Pedro II o nome da Praça é Benedito Leite, antigo Largo de João do Val. A Praça Pedro II fica em frente ao Palácio do Governo. "O Largo de Palácio e o de João do Val, ou do Vale, nasceram xipófagos ([Med.]- diz-se de indivíduos que nascem unidos entre si pelo apêndice xifóide. (VIDE XIFÓIDE)O nascimento de xipófagos não é muito raro no mundo); passava-se, e passa-se ainda hoje,obrigatoriamente de um a outro na extensão daqueles quarenta passos que, no dizer das antigas crônicas, separavam as duas velhas igrejas de Nossa Senhora da Vitória e de Nossa Senhora da Bôa-Morte. Justamente no estreito espaço em que, em dias de setembro fe 1951, alinhava-se, embalada, a fôrça federal para evitar que a população, envenenada pela demagogia oposicionista, avançasse e assalta-se o Palácio do Govêrno, na esperança de fazer renunciar ou forçar a deposição do Governador Eugênio de Barros; e que, por isso, foi popularmente então apelidado de "Paralelo 38", a coordenada geográfica no momento mais conhecida porque a linha que dividia em duas porções que se dessangravam em cruenta guerra, a península da Coréia. Aquêle último largo, porém, de princípio, não era mais que um chão vazio esbarreirado onde fizeram pousada mulheres de vida facil, atraídas certamente pela freguezia da soldadesca aquartelada no Castelo, e que acabou por tomar o nome de abastado português que nele viria residir — João Velho do Vale, ou do Val. Depois, com a instalação do Conselho Provincial e, subsequentemente, da Assembléia Provincial, no edifício da Cúria Metropolitana, nos fundos da Sé nova, passou, desde 1829, a se chamar Largo da Assembléia; a seguir, em homenagem à abolição da escravatura, Praça 13 de Maio; hoje, por fim, tem o nome de Benedito Leite, desde 1911, embora muitos a conheçam simplesmente pelo epíteto carinhoso de "A Pracinha". Benedito Pereira Leite foi o quarto (1906/1910) governador republicano do Maranhão, estadista de larga visão e conceituado prestígio no cenário nacional e que dominou a política regional no primeiro decênio da centúria. Sua estátua em bronze de autoria do escultor francês Emil Decorchement, foi erigida em 1911, após sua morte; na face posterior do pedestal lê-se, em livro aberto sob uma palma, a frase que o fêz célebre, quando o Estado, sob seu govêrno, debatia-se em angustiosa crise financeira — prefiro cortar a mão a assinar a supressão da Escola Normal ou Modelo." (SÃO LUIS, CIDADE DOS AZULEJOS, PÁGINAS 17 E 18, editôra Gráfica TUPY Ltda, Barão S. Felix, 42 - Rio, DEPARTAMENTO DE CULTURA DO ESTADO, MARANHÃO 1964)

Meu Caro Walter Fernandes Leite é uma bela foto, mas não é a Praça Pedro II o nome da Praça é Benedito Leite, antigo Largo de João do Val. A Praça Pedro II fica em frente ao Palácio do Governo. "O Largo de Palácio e o de João do Val, ou do Vale, nasceram xipófagos ([Med.]- diz-se de indivíduos que nascem unidos entre si pelo apêndice xifóide. (VIDE XIFÓIDE)O nascimento de xipófagos não é muito raro no mundo); passava-se, e passa-se ainda hoje,obrigatoriamente de um a outro na extensão daqueles quarenta passos que, no dizer das antigas crônicas, separavam as duas velhas igrejas de Nossa Senhora da Vitória e de Nossa Senhora da Bôa-Morte. Justamente no estreito espaço em que, em dias de setembro fe 1951, alinhava-se, embalada, a fôrça federal para evitar que a população, envenenada pela demagogia oposicionista, avançasse e assalta-se o Palácio do Govêrno, na esperança de fazer renunciar ou forçar a deposição do Governador Eugênio de Barros; e que, por isso, foi popularmente então apelidado de "Paralelo 38", a coordenada geográfica no momento mais conhecida porque a linha que dividia em duas porções que se dessangravam em cruenta guerra, a península da Coréia. Aquêle último largo, porém, de princípio, não era mais que um chão vazio esbarreirado onde fizeram pousada mulheres de vida facil, atraídas certamente pela freguezia da soldadesca aquartelada no Castelo, e que acabou por tomar o nome de abastado português que nele viria residir — João Velho do Vale, ou do Val. Depois, com a instalação do Conselho Provincial e, subsequentemente, da Assembléia Provincial, no edifício da Cúria Metropolitana, nos fundos da Sé nova, passou, desde 1829, a se chamar Largo da Assembléia; a seguir, em homenagem à abolição da escravatura, Praça 13 de Maio; hoje, por fim, tem o nome de Benedito Leite, desde 1911, embora muitos a conheçam simplesmente pelo epíteto carinhoso de "A Pracinha". Benedito Pereira Leite foi o quarto (1906/1910) governador republicano do Maranhão, estadista de larga visão e conceituado prestígio no cenário nacional e que dominou a política regional no primeiro decênio da centúria. Sua estátua em bronze de autoria do escultor francês Emil Decorchement, foi erigida em 1911, após sua morte; na face posterior do pedestal lê-se, em livro aberto sob uma palma, a frase que o fêz célebre, quando o Estado, sob seu govêrno, debatia-se em angustiosa crise financeira — prefiro cortar a mão a assinar a supressão da Escola Normal ou Modelo." (SÃO LUIS, CIDADE DOS AZULEJOS, PÁGINAS 17 E 18, editôra Gráfica TUPY Ltda, Barão S. Felix, 42 - Rio, DEPARTAMENTO DE CULTURA DO ESTADO, MARANHÃO 1964)

Meu Caro Walter Fernandes Leite, Parabéns pela bela fotografia, nesse casarão tombado pelo Patrimônio Histórico, nasceu o Grande Escritor Graça Aranha, que teve a coragem de romper com a Academia Brasileira de Letras. José Pereira da Graça Aranha (São Luís, 21 de junho de 1868 — Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 1931) foi um escritor e diplomata brasileiro, e um imortal da Academia Brasileira de Letras, considerado um autor pré-modernista no Brasil, sendo um dos organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922.

Obras:

Canaã, 1902 Malazarte, 1914 A Estética da Vida, 1921 Espírito Moderno, 1925 Futurismo (manifesto de Marinetti e seus companheiros), 1926 A Viagem Maravilhosa, 1929 O manifesto dos mundos sociais, 1935

Devido aos cargos que ocupou na diplomacia brasileira em países europeus, ele esteve a par dos movimentos vanguardistas que surgiam na Europa, tendo tentado introduzi-los, à sua maneira, na literatura brasileira, rompendo com a Academia Brasileira de Letras por isso em 1924. Nascido em uma família abastada do Maranhão, Graça Aranha graduou-se em direito pela Faculdade do Recife e exerceu cargos na magistratura e na carreira diplomática. Como diplomata, serviu em Londres, com Joaquim Nabuco, e foi ministro na Noruega, Holanda e na França, onde se aposentou. Assumiu o cargo de juiz de direito no Rio de Janeiro, ocupando depois a mesma função em Porto do Cachoeiro (hoje Santa Leopoldina), no Espírito Santo. Nesse município ele buscou elementos necessários para criar sua obra mais importante, Canaã. Esta é um marco do chamado pré-modernismo, publicada em 1902, junto com a obra Os Sertões, de Euclides da Cunha. Graça Aranha apresentou uma visão filosófica e artística assimilada de fontes muito diferentes e às vezes contraditórias. Participou da Semana de Arte Moderna de 1922, sendo um dos seus organizadores, quando pronunciou o texto A Emoção Estética na Arte Moderna, defendendo uma arte, uma poesia e uma música novas, com algo do "Espírito Novo" apregoado por Apollinaire [carece de fontes]. Rompe com a Academia Brasileira de Letras em 1924, a qual acusou de passadista e dotada de total imobilismo literário. Ele chegou a declarar "Se a Academia se desvia desse movimento regenerador, se a Academia não se renova, morra a Academia!".

Thank You very much, dear Everharda! Greetings, 'SAZ BP'

Tags

Friends

  • loading Loading…

 

Walter Fernandes Lei…'s groups