Photos by J J Roseira : on the map, in Google Earth (KML)
|
Viewed 6 times
|
Viewed 6 times
|
Viewed 5 times
|
Viewed 23 times
|
|
Viewed 46 times
|
Viewed 34 times
|
Viewed 33 times
|
Viewed 24 times
|
|
Viewed 27 times
|
Viewed 24 times
|
Viewed 27 times
|
Viewed 29 times
|
|
Viewed 41 times
|
Viewed 25 times
|
Viewed 38 times
|
Viewed 52 times
|
|
Viewed 65 times
|
Viewed 70 times
|
Viewed 43 times
|
Viewed 108 times
|
|
Viewed 39 times
|
Viewed 32 times
|
Viewed 31 times
|
Viewed 28 times
|
|
Viewed 21 times
|
Viewed 22 times
|
Viewed 21 times
|
Viewed 18 times
|
|
Viewed 21 times
|
Viewed 29 times
|
Viewed 26 times
|
Viewed 21 times
|
J J Roseira's conversations
Foto, em negativo de vidro, de meu avô Domingos Pereira Dias.
more »
Trata-se de uma montagem de três fotogramas. Tenho pena de não ter feito mais um, na parte inferior...
more »
Muito obrigado pela sua atenção. É realmente uma terra muito simpática de onde é originária a minha família materna. Não é por acaso que se diz: "Quem vê Covas, vê todo o mundo".
more »
Não é Craquede. É Cárquere.
more »
Julgo que esta foto foi feita na Quinta de La Rosa. Do outro lado do rio vê-se a Quinta das Bateiras.
more »
Esta não é a casa de Fernão de Magalhães, mas sim a Quinta do Conde.
more »
Num artigo publicado no Mining Magazine de Setembro de 1931, com o título «Ancient Mining Activities in Portugal», calculou o seu autor, FRANK A. HARRISON, estima em cerca de 20 milhões de toneladas a rocha escavada, movimentada e triturada para a extracção do ouro. Ainda segundo os seus cálculos, para a execução deste trabalho com os meios de então, teria sido necessário empregar 2000 operários durante 400 anos!...
Engº. Adalberto Dias de Carvalho, Bol. Minas, Lisboa, 4 (4) Out.-Dez. 1967, p. 263-289
more »
S. Martinho de Anta, 26 de Abril de 1954
Na terra onde nasci há um só poeta. Os meus versos são folhas dos seus ramos. Quando chego de longe e conversamos, É ele que me revela o mundo visitado. Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada, E a luz do sol aceso ou apagado É nos seus olhos que se vê pousada.
Esse poeta és tu, mestre da inquietação Serena! Tu, imortal avena Que harmonizas o vento e adormeces o imenso Redil de estrelas ao luar maninho. Tu, gigante a sonhar, bosque suspenso Onde os pássaros e o tempo fazem ninho!
Miguel Torga in Diário VII (1956)
more »
S. Martinho de Anta, 26 de Abril de 1954
Na terra onde nasci há um só poeta. Os meus versos são folhas dos seus ramos. Quando chego de longe e conversamos, É ele que me revela o mundo visitado. Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada, E a luz do sol aceso ou apagado É nos seus olhos que se vê pousada.
Esse poeta és tu, mestre da inquietação Serena! Tu, imortal avena Que harmonizas o vento e adormeces o imenso Redil de estrelas ao luar maninho. Tu, gigante a sonhar, bosque suspenso Onde os pássaros e o tempo fazem ninho!
Miguel Torga in Diário VII (1956)
more »
S. Martinho de Anta, 26 de Abril de 1954
Na terra onde nasci há um só poeta. Os meus versos são folhas dos seus ramos. Quando chego de longe e conversamos, É ele que me revela o mundo visitado. Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada, E a luz do sol aceso ou apagado É nos seus olhos que se vê pousada.
Esse poeta és tu, mestre da inquietação Serena! Tu, imortal avena Que harmonizas o vento e adormeces o imenso Redil de estrelas ao luar maninho. Tu, gigante a sonhar, bosque suspenso Onde os pássaros e o tempo fazem ninho!
Miguel Torga in Diário VII (1956)
more »