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Photos by J J Roseira : on the map, in Google Earth (KML)

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J J Roseira's conversations

J J Roseira said:

Foto, em negativo de vidro, de meu avô Domingos Pereira Dias.


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J J Roseira said:

Trata-se de uma montagem de três fotogramas. Tenho pena de não ter feito mais um, na parte inferior...


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J J Roseira said:

Muito obrigado pela sua atenção. É realmente uma terra muito simpática de onde é originária a minha família materna. Não é por acaso que se diz: "Quem vê Covas, vê todo o mundo".


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J J Roseira said:

Não é Craquede. É Cárquere.


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J J Roseira said:

Julgo que esta foto foi feita na Quinta de La Rosa. Do outro lado do rio vê-se a Quinta das Bateiras.


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Milu48 said:

Esta não é a casa de Fernão de Magalhães, mas sim a Quinta do Conde.


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J J Roseira said:

Num artigo publicado no Mining Magazine de Setembro de 1931, com o título «Ancient Mining Activities in Portugal», calculou o seu autor, FRANK A. HARRISON, estima em cerca de 20 milhões de toneladas a rocha escavada, movimentada e triturada para a extracção do ouro. Ainda segundo os seus cálculos, para a execução deste trabalho com os meios de então, teria sido necessário empregar 2000 operários durante 400 anos!...

Engº. Adalberto Dias de Carvalho, Bol. Minas, Lisboa, 4 (4) Out.-Dez. 1967, p. 263-289


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J J Roseira said:

S. Martinho de Anta, 26 de Abril de 1954

Na terra onde nasci há um só poeta. Os meus versos são folhas dos seus ramos. Quando chego de longe e conversamos, É ele que me revela o mundo visitado. Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada, E a luz do sol aceso ou apagado É nos seus olhos que se vê pousada.

Esse poeta és tu, mestre da inquietação Serena! Tu, imortal avena Que harmonizas o vento e adormeces o imenso Redil de estrelas ao luar maninho. Tu, gigante a sonhar, bosque suspenso Onde os pássaros e o tempo fazem ninho!

Miguel Torga in Diário VII (1956)


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J J Roseira said:

S. Martinho de Anta, 26 de Abril de 1954

Na terra onde nasci há um só poeta. Os meus versos são folhas dos seus ramos. Quando chego de longe e conversamos, É ele que me revela o mundo visitado. Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada, E a luz do sol aceso ou apagado É nos seus olhos que se vê pousada.

Esse poeta és tu, mestre da inquietação Serena! Tu, imortal avena Que harmonizas o vento e adormeces o imenso Redil de estrelas ao luar maninho. Tu, gigante a sonhar, bosque suspenso Onde os pássaros e o tempo fazem ninho!

Miguel Torga in Diário VII (1956)


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J J Roseira said:

S. Martinho de Anta, 26 de Abril de 1954

Na terra onde nasci há um só poeta. Os meus versos são folhas dos seus ramos. Quando chego de longe e conversamos, É ele que me revela o mundo visitado. Desce a noite do céu, ergue-se a madrugada, E a luz do sol aceso ou apagado É nos seus olhos que se vê pousada.

Esse poeta és tu, mestre da inquietação Serena! Tu, imortal avena Que harmonizas o vento e adormeces o imenso Redil de estrelas ao luar maninho. Tu, gigante a sonhar, bosque suspenso Onde os pássaros e o tempo fazem ninho!

Miguel Torga in Diário VII (1956)


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