Photos by J J Roseira : on the map, in Google Earth (KML)
Linha do Tua
0 views
Murtosa e Ria vistas da Torreira
8 views
Covas do Douro em 1909
23 views
Termas romanas de São Vicente
47 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
34 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
33 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
24 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
27 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
24 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
27 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
29 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
43 views
Tresminas Corta da Ribeirinha
25 views
Parque Biológico Municipal de Gaia
40 views
Convento de Corpus Christi
71 views
Quinta de Vale Abraão
46 views
Obelisco da Praia da Memória
116 views
J J Roseira's conversations
Mas não é o que aparece escrito na legenda da sua foto: Almada, Fragata Dom Fernando e Glória II ...
more »
O Convento de S. Paio foi fundado em 1392 por Frei Gonçalo Marinho, que veio da Galiza para implantar comunidades de franciscanos observantes em território obediente ao Papa de Roma. Vivia-se numa profunda crise na igreja: falta de unidade, com dois Papas (o de Roma e do Avinhão) e em breve três a reclamarem-se da sucessão de S. Pedro e supremo magistério sobre a Igreja; e amolecimento moral, em que os mendicantes preferiam a comodidade dos claustros, junto às cidades mais ricas, à pobreza e vocação missionária dos Franciscanos.
O êxito da acção de Frei Gonçalo Marinho foi tal, que com este espírito, fundou 4 comunidades: em Mosteiro (Cerdal), S. Francisco do Monte (Viana), Ínsua (Caminha) e aqui, na Serra Cerveirense, onde a devoção popular tinha erigido uma ermida em honra do milagroso S. Paio. Mas as asperezas da mortificação e isolamento cedo deixaram de ser convidativos, o convento foi abandonado progressivamente e caía em ruínas no fim do século XVII. Foi a piedade barroca que o reergueu, com um belo claustro de arcos em asa mas sóbrio de decoração (ao gosto da arquitectura “Plain”), uma capela com profunda capela-mor para coro de frades e sepultura de benfeitores e um enfiamento de modestas celas onde só havia espaço para uma curta oração antes de adormecer.
Em meados do século XIX o Convento de S. Paio foi novamente abandonado, desta vez por imposição política. Os respectivos bens foram vendidos em hasta pública, a biblioteca e o recheio artístico-devocional pilhado. As feras eram as únicas criaturas de Deus que ainda frequentavam o sítio.
Até que um artista se apaixonou por ele, em 1974 e assim se iniciou um trabalho de recuperação (os artistas são a forma mais humana da presença de Deus no mundo) …
Alberto A. Abreu
more »
E, não é para me gabar, tem alguma coisa com que se entreter! Pena que seja, quase tudo, disponibilizado só por mim...
more »
Ptolemeu (2,6,38-48) cita a cidade de Tuntobriga, situando-a entre Douro e Minho, integrada no território dos Callaeci Bracari. Em 1882, na borda de um poço da aldeia do Freixo, foi recolhido um bloco granítico paralelepipédico, onde se lê: [G]ENIO / [T]ONCOBR / [I]CENSIV[M] / [FL]AVIUS / V(otum). S(olvit).A(nimo).L(ibens).M(erito) Das interpretações apontadas por diversos autores, optou-se pelo nome Tongobriga e identificamos esta cidade com o actual lugar de Freixo, onde as evidências arqueológicas confirmam a propriedade da inscrição encontrada em 1882. Tongobriga começou a ser escavada, em Agosto de 1980, num sítio chamado "capela dos mouros“, designação dada pela população local à pequena parte então visível das ruínas romanas. A estrutura castrejo-romana criada em Tongobriga, possivelmente pelo imperador Augusto, amadureceu política, administrativa e economicamente, resultando daí a instalação de uma cidade. A escavação permite dizer que no final do séc. I, início do séc. II, Tongobriga surge como civitas, com preponderância sobre a região envolvente. A construção das termas no final do séc. I, do forum na 1ª metade do séc.II e demais edifícios públicos identificados, corresponde ao objectivo de dotar este centro urbano de equipamentos colectivos que, pela sua monumentalidade e riqueza arquitectónica, impusessem Tongobriga como centro de atracção e decisão. Junto ao forum estavam as termas públicas, construídas em Tongobriga no final do séc.I e posteriormente remodeladas.
O sítio arqueológico, hoje com uma área classificada de 50ha, é Monumento Nacional desde 1986. (http://www.tongobriga.net/pt/sitio_arqueo.html)
more »
Conta a lenda da Sr.ª. do Salto que um cavaleiro que perseguia o Diabo, encarnado sob a forma de um veado, saltou inadvertidamente sobre o abismo no Lugar do Salto. Ao cair invocou fervorosamente a protecção da Senhora e por milagre cavalo e cavaleiro pousaram sãos e salvos na outra margem, no sítio onde ainda se vêm as marcas das ferraduras do cavalo (as marcas que se vêm na pedra na foto 305). Em sinal de agradecimento pelo milagre, o cavaleiro terá mandado construir uma pequena capela à Nossa Senhora do Salto, cuja imagem é objecto de veneração popular há muito tempo...
O local é uma garganta apertada onde corre o rio Sousa e situa-se na freguesia de Aguiar de Sousa, concelho de Paredes, a poucas dezenas de quilómetros do Porto; e, especialmente no Verão, vale o passeio.
more »
O engenho de buchas é um dos antigos sistemas de elevar água dos poços, para rega. Característico da região entre Estarreja e Matosinhos, este mecanismo era movido pela força de um animal. Um cano feito de um tronco de pinheiro perfurado é mergulhado até ao fundo do poço; uma corrente faz ascender por este cano buchas de madeira e cortiça, que por sua vez fazem subir a água. A roda horizontal tem 4 a 5 metros de diâmetro
http://paginas.fe.up.pt/porto-ol/os/19.html
http://cultura.maiadigital.pt/museu/exposicoes/exposicoes-anteriores/a-identidade-da-maia-nos-oficios-o-bombeiro/introducao/a-identidade-da-maia-nos-oficios-o-bombeiro/
more »
Muito obrigado, Yuji! O arquitecto Nicolau Nasoni legou-nos realmente belíssimas obras. pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Nasoni
more »
Foto, em negativo de vidro, de meu avô Domingos Pereira Dias.
more »
Trata-se de uma montagem de três fotogramas. Tenho pena de não ter feito mais um, na parte inferior...
more »