tio gegeca
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Eu "Ouro Preto" - Ouropretar é viver nos tempos dos relógios, no tempo do relógio do Museu, de meia em meia hora audível nas caladas. Esse tempo que marca a divisão entre o trabalho ou estudo e o ócio. Entre construir e preservar a cidade ou fruí-la, desfrutá-la, ouropretá-la. Esse é o tempo do sono sob pilhas de cobertas, o tempo de despertar cedo para ficar mais tempo à toa, o tempo do encontro ou do desencontro – dependendo se o ouro-pretano use como referência o relógio da torre da nascente ou do poente de Santa Efigênia, suprema sabedoria do arquiteto português que, financiado pelo africano com ouro da Encardideira, dá direito de optar até no ritmo da vida. Ouropretar é fundir os tempos dos verbos e da história, é amalgamar o passado ao manhã, projetando o futuro em que se possa manter contato com o ontem. Leia este artigo na íntegra!

Ou seja: o Michaelis é mais um dicionário que não dá à palavra quartel a acepção que você conhece! Nunca vi, mas deixe estar.

Notem-se os diferentes tipos de base, janelas e telhados. Possivelmente a casa foi construída inicialmente com uma frente larga (três janelas para cada lado da porta frontal), sofrendo as diferentes expansões posteriores para os fundos, que se refletem nos diferentes tipos de janelas, base, telhados etc. Observa-se também o morro atrás da casa (borda do lado maior da castanha de cajú), onde há uma nascente.

Note-se o porta-santo na parede da sala, à direita de quem entra.

Note-se a pedra do moinho no chão, junto à bica. E à direita, sobre o fogão, a serpentina com acumulador de água quente.

Note-se a sobre-verga, os vidros, e as diferenças entre as esquadrias desta parte da casa (supostamente mais nova).

Quase 20 anos se foram. Me lembro, ali onde esta o HSBC era o Supermercado Fuganti, depois Bamerindus. Bons tempos.

Chafariz do Pilar: é do século XVIII e está localizado bem ao lado da matriz N. Sra. do Pilar. Fotografias do final do século XIX sugerem que este chafariz estava originalmente nos fundos da Igreja. Foi totalmente restaurado em 2003.

"Com a instalação de um governo revolucionário Emboaba nas minas, os paulistas se instalaram principalmente na região de Mariana e Piranga. Eles, não aceitando o mando dos Emboabas, que fizeram na Serra do Ouro Preto sua capital, apoiaram o governador Pedro de Almeida, Conde de Assumar. Este, após aceitar várias prerrogativas dos Emboabas, os traiu, negando o acordo, e traiçoeiramente, atacou e prendeu os principais moradores da Serra do Ouro Preto. O dia 16 de julho é o dia de Nossa Senhora do Carmo e também o dia de Mariana, pois, foi neste dia que o Conde de Assumar, subiu a Serra do Ouro Preto e ateou fogo nas principais moradias dos primeiros ouropretanos. A partir deste dia, 16 de julho de 1720, a Serra do Ouro Preto, passou a ser chamada, Morro da Queimada." Morro da Queimada e o dia 16 de julho por José Efigênio Pinto Coelho.

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