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Alba Alves de Lima
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Eu sou Vilmar Mariano, já tentei me comunicar com alguem de Pilar, mas até agora não consegui. Eu gostaria de saber as datas festivas de Pilar. Gostamos de conhecer cidades e escolhi desta vez esta pacata cidade. Diga-se de passagem, já morei aí em Pilar, quando eu era apenas um garoto. Residi aí nos anos de 1967 à 1969. Sei que não mudou quase nada. Só não lembro mais de data de festas. Então quem ler esta mensagem, se possível mande respostas. Meu E-mail: vmsvilmar@hotmail.com ou vmsvilmar@gmail.com ou ainda: WhatsApp 81 98660474 Moro no Recife-PE. Antecipadamente agradeço. Aguardo respostas! Um abraço.

Belíssima imagem que não mais pode ser apreciada. Esta linda e majestosa árvore não resistiu a uma intensa ventania ocorrida no ano de 2014 e sucumbiu. Era minha amada árvore. Em seu lugar, foi plantada uma palmeirinha que nunca terá o brilho da antiga dona desse pedaço de Maceió, cidade sorriso. Talvez, se tivesse desenvolvido tronco mais longo, este lindo exemplar teria sobrevivido à ação do vento num dia de tempestade intensa.Saudades.

Great color, nice atmosphere, good shot. I cordially greet the Polish, Ewa

MANOEL DEODORO DA FONSECA

Alagoas do Sul (atual Marechal Deodoro-AL), 25 de agosto de 1827 – Rio de Janeiro (DF), 23 de agosto de 1892. Filho de Manuel Mendes da Fonseca e Rosa Maria Paulina da Fonseca foi oficial militar e político brasileiro, proclamador da República e primeiro Presidente do Brasil. Deodoro tinha duas irmãs e sete irmãos, três dos quais morreram na Guerra do Paraguai: Em 1843, aos dezesseis anos, Deodoro matriculou-se na Escola Militar do Rio de Janeiro, terminando em 1847 o curso de Artilharia. Em 1845, já era cadete de primeira classe. Em 1848, participou de sua primeira ação militar, ajudando na repressão da Revolta Praieira, insurreição promovida pelos liberais de Pernambuco. Casou-se aos 33 anos, no dia 16 de abril de 1860, com Mariana Cecília de Sousa Meireles, considerada pelos biógrafos mulher educada, religiosa, modesta e prendada. O casal não teve filhos. Seu sobrinho, Hermes da Fonseca, que também chegou à Presidência, era tratado por Deodoro como um filho. Em 1864, participou da Guerra Platina e da Guerra do Paraguai (1865-1870). Foi promovido a Marechal em 1884 e, no ano seguinte, nomeado Comandante de Armas do Rio Grande do Sul. Em 1887 seguiu para o Rio de Janeiro, onde assumiu a liderança da facção do Exército favorável à causa abolicionista. Apesar de ser amigo do Imperador Dom Pedro II, possuía grande prestigio junto às tropas e acabou colocado à frente do movimento militar que derrubou a Monarquia e proclamou a República no dia 15 de novembro de 1889. Após a proclamação da Republica, Deodoro da Fonseca assumiu o poder com o título de Chefe do Governo Provisório. Em 24 de fevereiro de 1891, com a promulgação da primeira Constituição republicana, Deodoro foi eleito o primeiro Presidente da República do Brasil, tendo como vice o também alagoano Marechal Floriano Vieira Peixoto. Como presidente, Deodoro da Fonseca sofreu violenta oposição do Congresso, que tentou vencer articulando um golpe de Estado. Não contava, porém, com a resistência do Exército, chefiada pelo vice-presidente, Marechal Floriano Peixoto e, em 23 de novembro de 1891, renunciou ao cargo com a seguinte frase: "Assino o decreto de alforria do último escravo do Brasil".

PALÁCIO PROVINCIAL

Construção do século XIX, comprado em 1836, foi adaptado e transformado no Palácio da Província, servindo de sede do primeiro Governo de Alagas até dezembro de 1839, quando a Capital da Província foi transferida para Maceió. Em 1860 hospedou a família imperial e sua comitiva. A partir de 1961 passou a ser sede da Prefeitura de Marechal Deodoro.

ROSA MARIA PAULINA DA FONSECA

Filha de Antônia Maria de Barros e José de Carvalho Pedrosa, Rosa Maria Paulina de Barros Cavalcante nasceu no dia 18 de setembro de 1802, na localidade do Sítio Oiteiro, no Povoado Riacho Velho da antiga capital de Alagoas, atual município de Marechal Deodoro. Casou-se muito jovem com o então major Manoel Mendes da Fonseca, militar que participaria ativamente da causa monárquica e da repressão aos movimentos revolucionários pela causa republicana. A união de Rosa Maria Paulina com Manuel Mendes da Fonseca não era vista com bons olhos pela família Fonseca por sua origem pobre, descendente de índios e escravos. Vencendo os obstáculos da aristocracia da época, Rosa da Fonseca e Manuel Mendes casaram-se em setembro de 1824 e deram início à formação de uma das mais importantes linhagens militares do país. Tiveram dez filhos. Duas mulheres – Emília e Amélia – e oito homens, que seguiram a carreira Militar: Hermes Ernesto da Fonseca, Severiano Martins da Fonseca, Manoel Deodoro da Fonseca, Pedro Paulino da Fonseca, Hyppólito Mendes da Fonseca, Eduardo Emiliano da Fonseca, João Severiano da Fonseca e Affonso Aurélio da Fonseca, Rosa Maria era dotada de clara inteligência e discutia com precisão os fatos de seu tempo. Sempre se mostrando orgulhosa por ser a matriarca de uma família de importantes combatentes na guerra pela soberania brasileira, Rosa da Fonseca não se deixou abater com a morte de três dos seus oito filhos. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 11 de julho de 1873, onde foi sepultada no cemitério de São Francisco Xavier. Em 20 de agosto de 1979, em cerimonial fúnebre, com a presença de militares e de descendentes do fundador da República, Marechal Deodoro da Fonseca, seus restos mortais foram transferidos para o túmulo monumental de Deodoro, no cemitério de São Francisco Xavier. A lápide do antigo túmulo de Rosa da Fonseca encontra-se na Casa de Deodoro, em Marechal Deodoro, para visitação pública.

Construção iniciada em 1850, aproveitada de um antigo prédio de armazém de sal, abrigava no andar térreo a antiga Cadeia e no andar superior, a Câmara Municipal e o Júri. Foi estrategicamente construído na parte alta da cidade, de onde se tem a vista de toda a parte lagunar do município.

alguém tem mais informações onde fica esse lugar?

Localizada na Praça 12 de Abril, é considerada um dos mais belos monumentos de Alagoas e do Brasil. Sua construção do século XVIII foi iniciada em 1765 pelo Capitão-mor José Gonçalo Garcia Reis e concluída por volta de 1790 pelo Capitão de ordenança André de Lemos Ribeiro. No começo era uma igreja particular da família Lemos. Durante o movimento abolicionista foi utilizada como lugar de refúgio pelos escravos. No seu interior destaca-se o altar-mor revestido e decorado com peças banhadas a ouro, lugar onde ainda encontra-se a passagem secreta utilizada pelos negros para poder escapar. A origem do seu nome está associada ao imaginário popular. É provável que o nome de “Senhora das Correntes” esteja ligado à invocação a mãe de Deus para proteger os pescadores da fúria da correnteza do rio. Outros acreditam que o nome foi dado pelo português José Gonçalo Garcia Reis que, conseguindo libertar-se de uma prisão em Portugal, fugiu para o Brasil e chegou a Penedo ainda com um pedaço da corrente. Outros associam ao sobrenome de uma das suas benfeitoras, Ana Felícia da Corrente. Com detalhes arquitetônicos do barroco, do rococó e neoclássico, decorada com azulejos portugueses do Império e piso de cerâmica inglês, atualmente, a Igreja de Nossa Senhora das Correntes é tombada pelo IPHAN.

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