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Angelo:
Passei parte da infancia numa fazenda ao lado da estrada e ponte.
Você teria mais fotograficos dai de Guatapará e Rincâo ?
Meu e-mail: vitorkoga9@uol.com.br
Att.
Vitor
Esta casa é da década de 40 e ainda resiste ao tempo e aos vândalos. Outrora esta região era bastante povoada e esta era uma das muitas casas que aqui existiam.
Este barracão, construído no início da década de 70, ainda resiste ao tempo. Pertencia a Otalvino Stabile e ficava ao lado de sua sede. Hoje é de propriedade da Usina Bela Vista.
Esta estrada é a mesma da década de vinte e logo abaixo se encontra o Córrego da Vazante, que faz a divisa de municípios entre Pontal e Morro Agudo. A foto foi tirada ao lado das Ruínas da segunda Capela menor, que fica a cerca de cinquenta metros da Capela de Santo Antônio. Do outro lado do córrego se encontra a antiga sede dos Beletattos, a única ainda preservada, embora seja de propriedade de outra família. Na década de vinte, havia muitas fazendas ao redor e este local era um ponto de encontro, pois aqui estavam a capela onde eram rezadas as missas, o armazém de secos e molhados (que era de propriedade de Clodomiro Stabile) e umaa fábrica de farinha de mandióca.
As duas capelas menores (só resta uma de pé, próxima à arvore grande que se vê ao fundo) surgiram após uma briga entre dois jóvens, por causa da disputa pelo namoro de uma moça, que aconteceu em meados da década de vinte ou trinta. Um dos envolvidos jurou vinguança e aguardou o outro passar sobre a ponte, assim que acabasse a a missa. Mesmo avisado do perigo, o outro seguiu por este caminho e após uma discussão, levou um tiro. Mesmo machucado, atirou no agressor, que caiu morto. Após o ocorrido, ainda teve forças para subir até a posição de onde foi tirada esta foto. No local da morte de cada um deles, foi erguida uma capela.
Estas são ruínas da Capela de Santo Antônio, do Córrego da Vazante. Ela data, aproximadamente, da década de vinte (são os relatos mais antigos que tenho, por meio de história familiar e documentos). A região da Vazante, do município de Morro Agudo, era povoada por imigrantes italianos, de cujas famílias se destacam a Stabile e a Beletatto. Com o passar dos anos, estas famílias venderam suas terras e se mudaram, principalmente para a região do triângulo mineiro, de forma que a pequena capela ficou abandonada ao tempo e aos vândalos. As últimas missas celebradas alí foram por volta do início da década de oitenta.
Vocês deveriam atualizar as foto, já que há muitas casa que não estão no mapa. Se vocês verificarem na rua Attilio Biscari (continuação da rua Alagoas na Vila Xavier) constatarão muitas casas que foram construidas nos terrenos que no mapa de vocês está como baldio.
angelostabile's conversations
Arquitetura bem diferente das estações antigas em geral.
Olá Carlos, que é sua esposa? De que família? Abraço.
Muito bonita sua foto, parabéns! Mas deveria constar sp 255, pois a rodovia é estadual. Abraço.
Angelo: Passei parte da infancia numa fazenda ao lado da estrada e ponte. Você teria mais fotograficos dai de Guatapará e Rincâo ? Meu e-mail: vitorkoga9@uol.com.br Att. Vitor
Esta casa é da década de 40 e ainda resiste ao tempo e aos vândalos. Outrora esta região era bastante povoada e esta era uma das muitas casas que aqui existiam.
Este barracão, construído no início da década de 70, ainda resiste ao tempo. Pertencia a Otalvino Stabile e ficava ao lado de sua sede. Hoje é de propriedade da Usina Bela Vista.
Uma das capelas menores ainda está de pé. Esta é a do rapaz que atirou primeiro e fica mais próxima ao córrego.
Esta estrada é a mesma da década de vinte e logo abaixo se encontra o Córrego da Vazante, que faz a divisa de municípios entre Pontal e Morro Agudo. A foto foi tirada ao lado das Ruínas da segunda Capela menor, que fica a cerca de cinquenta metros da Capela de Santo Antônio. Do outro lado do córrego se encontra a antiga sede dos Beletattos, a única ainda preservada, embora seja de propriedade de outra família. Na década de vinte, havia muitas fazendas ao redor e este local era um ponto de encontro, pois aqui estavam a capela onde eram rezadas as missas, o armazém de secos e molhados (que era de propriedade de Clodomiro Stabile) e umaa fábrica de farinha de mandióca. As duas capelas menores (só resta uma de pé, próxima à arvore grande que se vê ao fundo) surgiram após uma briga entre dois jóvens, por causa da disputa pelo namoro de uma moça, que aconteceu em meados da década de vinte ou trinta. Um dos envolvidos jurou vinguança e aguardou o outro passar sobre a ponte, assim que acabasse a a missa. Mesmo avisado do perigo, o outro seguiu por este caminho e após uma discussão, levou um tiro. Mesmo machucado, atirou no agressor, que caiu morto. Após o ocorrido, ainda teve forças para subir até a posição de onde foi tirada esta foto. No local da morte de cada um deles, foi erguida uma capela.
Estas são ruínas da Capela de Santo Antônio, do Córrego da Vazante. Ela data, aproximadamente, da década de vinte (são os relatos mais antigos que tenho, por meio de história familiar e documentos). A região da Vazante, do município de Morro Agudo, era povoada por imigrantes italianos, de cujas famílias se destacam a Stabile e a Beletatto. Com o passar dos anos, estas famílias venderam suas terras e se mudaram, principalmente para a região do triângulo mineiro, de forma que a pequena capela ficou abandonada ao tempo e aos vândalos. As últimas missas celebradas alí foram por volta do início da década de oitenta.
Vocês deveriam atualizar as foto, já que há muitas casa que não estão no mapa. Se vocês verificarem na rua Attilio Biscari (continuação da rua Alagoas na Vila Xavier) constatarão muitas casas que foram construidas nos terrenos que no mapa de vocês está como baldio.