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En realidad es la garita este, al fondo se puede ver el monumento a Leandro Olivera, desde la sur no se podria ver la garita y el muro, Habria que sascarla desde un helicoptero.
A Ponte de Pedra passava sobre o Riacho Dilúvio, cujo trajeto fora desviado. Após ser aterrado foi construido um lago para representá-lo. O riacho, porém era mais baixo do que hoje podemos ver. Por baixo daqueles arcos passavam embarcações carregadas de lenha e outros produtos vindos pelo Guaíba para suprimento da cidade baixa.
Esta ponte foi construída durante a guerra dos Farrapos, pelo então Presidente da Província Barão de Caxias, para facilitar o acesso das tropas imperiais à parte sul da região. Por baixo dela passava o Riacho Dilúvio que desmbocava no lago do Guaíba na altura da esquina das ruas Espírito Santo com Washington Luis. No início do século XIX, num projeto grandioso, o leito do riacho foi desviado direto para o lago (trajeto atual) a partir do Hospital Porto Alegre.
Esta rua chamava-se, antigamente, Rua da Margem. Este nome indicava que seu traçado obedecia as evoluções do riacho Dilúvio que passava aí onde estão estas casas antigas à esquerda. Com o tempo as pessoas iam aterrando a borda do riacho e construindo palhoças e casebres, que mais tarde foram vendidos àqueles que foram construindo estas casas típicas que vemos hoje. A região foi tomada por negros ex-escravos e pertencia à conhecida Baronesa do Gravataí. Aí surgiu o carnaval de rua de Porto Alegre, com os blocos desfilando por ela até a esquina da República, Rua da Imperatriz, naquela época!
Foto histórica de um trecho do Riacho Dilúvio que não existe mais. O Riacho, que nesta época passava por baixo da Ponte de Pedra, era usado para transporte de produtos e principalmente lenha (como visto na foto) para abastecer as olarias que se localizavam na região onde hoje temos a rua Lima e Silva e José do Patrocínio, após a Venâncio Aires. O local de desembarque da madeira era, quase sempre, na altura da atual Praça Garibaldi.
Neste mesmo local onde está construido este terminal de ônibus urbanos, havia uma doca por onde penetravam os barcos menores carregados de produtos do rio e agrícolas das colônias, que eram vendidos alí mesmo, ou dentro do Mercado Público. A doca foi aterrada e transformada em praça, sendo com o passar do tempo utilizada para esatcionamento e terminais de ônibus.
Abertura oficial das festividades da Semana Farroupilha, no Paço Municipal, frente à Prefeitura de Porto Alegre.
Vejam que o cenário é o mesmo de uma famosa propaganda de lançamento nacional de um carro da Fiat, onde neste local aparece um imponente dinossauro...
É, Porto Alegre é assim "dark" mesmo!
Sds
Este quadro foi nomeado erradamente na primeira publicação, como Viaduto Loureiro da Silva.
Agradeço sensibilizado às visitas e em especial aos amigos que me apontaram o erro.
Abraços
Romualdo Negreiros's conversations
yo soy del Gremio de Porto Alegre, y eso que soy argentino
En realidad es la garita este, al fondo se puede ver el monumento a Leandro Olivera, desde la sur no se podria ver la garita y el muro, Habria que sascarla desde un helicoptero.
A Ponte de Pedra passava sobre o Riacho Dilúvio, cujo trajeto fora desviado. Após ser aterrado foi construido um lago para representá-lo. O riacho, porém era mais baixo do que hoje podemos ver. Por baixo daqueles arcos passavam embarcações carregadas de lenha e outros produtos vindos pelo Guaíba para suprimento da cidade baixa.
Esta ponte foi construída durante a guerra dos Farrapos, pelo então Presidente da Província Barão de Caxias, para facilitar o acesso das tropas imperiais à parte sul da região. Por baixo dela passava o Riacho Dilúvio que desmbocava no lago do Guaíba na altura da esquina das ruas Espírito Santo com Washington Luis. No início do século XIX, num projeto grandioso, o leito do riacho foi desviado direto para o lago (trajeto atual) a partir do Hospital Porto Alegre.
Tradicional e ótimo restaurante de Porto Alegre, localizado numa das laterais do Mercado Público, especialilzado em frutos do mar.
Esta rua chamava-se, antigamente, Rua da Margem. Este nome indicava que seu traçado obedecia as evoluções do riacho Dilúvio que passava aí onde estão estas casas antigas à esquerda. Com o tempo as pessoas iam aterrando a borda do riacho e construindo palhoças e casebres, que mais tarde foram vendidos àqueles que foram construindo estas casas típicas que vemos hoje. A região foi tomada por negros ex-escravos e pertencia à conhecida Baronesa do Gravataí. Aí surgiu o carnaval de rua de Porto Alegre, com os blocos desfilando por ela até a esquina da República, Rua da Imperatriz, naquela época!
Foto histórica de um trecho do Riacho Dilúvio que não existe mais. O Riacho, que nesta época passava por baixo da Ponte de Pedra, era usado para transporte de produtos e principalmente lenha (como visto na foto) para abastecer as olarias que se localizavam na região onde hoje temos a rua Lima e Silva e José do Patrocínio, após a Venâncio Aires. O local de desembarque da madeira era, quase sempre, na altura da atual Praça Garibaldi.
Neste mesmo local onde está construido este terminal de ônibus urbanos, havia uma doca por onde penetravam os barcos menores carregados de produtos do rio e agrícolas das colônias, que eram vendidos alí mesmo, ou dentro do Mercado Público. A doca foi aterrada e transformada em praça, sendo com o passar do tempo utilizada para esatcionamento e terminais de ônibus.
Abertura oficial das festividades da Semana Farroupilha, no Paço Municipal, frente à Prefeitura de Porto Alegre. Vejam que o cenário é o mesmo de uma famosa propaganda de lançamento nacional de um carro da Fiat, onde neste local aparece um imponente dinossauro... É, Porto Alegre é assim "dark" mesmo! Sds
Este quadro foi nomeado erradamente na primeira publicação, como Viaduto Loureiro da Silva. Agradeço sensibilizado às visitas e em especial aos amigos que me apontaram o erro. Abraços