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A Mantenedora - Instituto Santareno de Educação Superior – ISES, foi instituída em 1977, tendo como objetivo criar e manter uma instituição de ensino que viesse a ministrar cursos de nível superior no Município de Santarém, no Estado do Pará, localizado no médio curso do Rio Amazonas.
Assim, a Instituição de Ensino Superior atualmente denominada Faculdades Integradas do Tapajós, concretizou o objetivo que justificou a instituição do ISES, sendo a primeira instituição educacional de nível superior de natureza privada a implantar-se no Município de Santarém e em todo o “interland amazônico”, nos idos de 13 de maio de 1985.
Consciente de sua responsabilidade para com a Amazônia, desde seu nascimento a Instituição procurou consolidar uma identidade regional que lhe permitisse participar da globalização do conhecimento, possibilitador do engrandecimento do homem.
A instituição mantida denominou-se, inicialmente, Instituto Santareno de Ensino Superior, tendo a mantenedora pleiteado, em 1980, a autorização de funcionamento dos cursos de graduação em Administração, Ciências Contábeis e Direito os quais, em virtude de vários entraves de ordem política e do advento de normas legais que na década de oitenta obstaculizaram a autorização de funcionamento de novos cursos de graduação, somente vieram a ter autorizados seus funcionamentos em 1985, os dois primeiros, e em 1990, o último, apenas no turno noturno, e com parcas 50 (cinqüenta) vagas cada um, em Regime Seriado, tendo esses cursos iniciado suas implantações nos mesmos anos em que foram autorizados a funcionar.
Em 1986, no mesmo Município de Santarém, foi instituída outra Entidade Mantenedora de iniciativa privada, com a denominação de Associação de Educação Superior do Médio Amazonas – AESMA, também vocacionada a implantar cursos de nível superior na região através de sua instituição mantida, o Centro de Estudos Superiores do Médio Amazonas – CESMAZON, tendo essa entidade obtido autorização de funcionamento dos cursos de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas e de Graduação em Enfermagem e Obstetrícia, no ano de 1990, mesmo ano em que deu início às suas implantações.
Na década de noventa, precisamente em 1993, as duas mantenedoras atuantes em Santarém acordaram em transferir os cursos da AESMA para que passassem a ser mantidos pelo ISES, de modo a reunir sob uma só administração todos os cursos da iniciativa privada na época em funcionamento na região, deliberação esta que foi submetida à apreciação do MEC e obteve referendo através da Portaria Ministerial nº 1.130, de 08 de setembro de 1995.
Com a transferência dos cursos da AESMA para que passassem a ser mantidos pelo ISES e ministrados pelo Instituto Santareno de Ensino Superior, a mantenedora ISES pleiteou junto ao MEC a mudança da denominação de sua mantida para que passasse a denominar-se Faculdades Integradas do Tapajós, com a sigla FIT, ao mesmo tempo que submeteu à apreciação dos órgãos competentes da administração do ensino superior um novo regimento, já adequado à nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação, tendo esses pleitos, após longa tramitação, sido referendados através da Portaria Ministerial nº 1.431, de 23 de dezembro de 1998.
No meio tempo decorrido entre a transferência dos cursos da AESMA para o ISES, esta mantenedora negociou com a Prefeitura Municipal de Santarém a doação onerosa de uma área de terra urbana, com 11.400 m2, situada no Bairro do Aeroporto Velho, tendo sido de imediato tomada a decisão histórica de construir a sede própria para abrigar todos os cursos da Instituição, cujo processo de transferência tramitava no MEC, construção essa que iniciada no mesmo ano de 1992, teve concluída sua primeira parte no primeiro semestre do ano seguinte, constituindo-se o projeto geral de 3 (três) blocos de salas de aula em dois pavimentos, com um total de 28 (vinte e oito) salas de aula, representando 3.183 m2 de área construída, cuja inauguração oficial ocorreu no dia 17 de abril de 1993. Em 2005, na mesma área, foi inaugurado um novo prédio acadêmico com 18 salas de aula, instalações acadêmicas complementares ocupando uma área adicional construída de 2.388 m2.
As demandas seguintes conduziram à aquisição de outra área em frente à atual com 6.000m2 adquirida do Governo Municipal e de terceiros onde funcionam diversos serviços acadêmicos.
Com vistas a ampliar os serviços educacionais que desde 1985 vinha prestando à comunidade do interior da Amazônia, em 1996 a Entidade Mantenedora pleiteou junto ao MEC / CNE a autorização de funcionamento de 5 (cinco) novos cursos de graduação, tendo obtido apenas autorização para fazer funcionar o Curso de Graduação em Ciências Econômicas, através da Portaria Ministerial nº 799, de 14 de maio de 1999, o qual veio juntar-se aos 5 (cinco) cursos já em funcionamento e cujo primeiro processo seletivo ocorreu no mês de maio do mesmo ano.
A partir de maio de 2003, com a publicação das Portarias Ministeriais números 1.041, 1.042 e 1.043, de 06 de maio de 2003, as quais Autorizavam os cursos de Gestão de Órgãos Públicos, Gestão Empresarial e Gestão de Organizações de Saúde, respectivamente, a FIT enveredava pelos Cursos Superiores de Formação Específica. Estes cursos foram reconhecidos pelas Portarias Ministeriais números 879, 878 e 880, ambas de 16 de março de 2005, respectivamente.
Outros sete Cursos Superiores de Formação Específica foram Autorizados: Gestão de Empresas de Navegação Fluvial, Gestão de Agronegócios e Gestão de Negócios Imobiliários, através das Portarias Ministeriais números 2.147, 2.148 e 2.149, de 16 de julho de 2004, respectivamente. Gestão em Turismo, através da Portaria Ministerial nº 3.041, de 28 de setembro de 2004. Gestão em Moda, Gestão em Jornalismo e Gestão em Comércio Exterior, através da Portaria Ministerial nº 1.160, de 08 de abril de 2005. Estes cursos foram reconhecidos também através da Portaria Ministerial nº 1.160, de 08 de abril de 2005.
A missão de uma organização, em especial de uma Instituição Educacional, não é nem pode ser um mero propósito ou simples “carta de intenções”. Ela deve justificar a existência da instituição, dar-lhe sentido, nortear sua atuação, de modo a definir o espaço que a organização pretende ocupar na sociedade em que se insere.
A FIT nasceu compromissada em contribuir através do ensino, da pesquisa e da extensão, para a formação de contingente profissional competente que possa permanentemente colocar seus conhecimentos a serviço do desenvolvimento sustentável da Região.
Entendemos, particularmente, que a nossa missão inclui o permanente estudo da Região em todos os ramos do saber em que atua a instituição, de modo a buscar sem esmorecimento o domínio da nossa biodiversidade, colocado os avanços obtidos no conhecimento da Região a serviço do amazônida, do homem brasileiro e de toda a humanidade para que, através desse domínio, possamos construir bases seguras para o desenvolvimento econômico, na busca de soluções técnicas que não agridam o meio ambiente.
Busca-se pois, “conhecer”, considerando que esta é a forma de apropriação da realidade, que só existe para nós quando é apropriada pela nossa inteligência. Sem conhecimento, o real não existe. Esta busca de conhecimento não é meramente acadêmica, mas visa uma ação de defesa que integra uma ação de conservação e evolução. O objeto dessa defesa é a vida, forma evoluída da própria existência no seu estágio inicial. Por isso, busca-se a vida em todos os seus níveis: natural, biológico e social.
No seu nível natural falamos e buscamos todas as formas de existência e de vida, abaixo do homem, que para nós ocupa o nível biológico, consciente de que estes dois níveis de vida estão a serviço de um nível superior que é a vida social, em toda sua complexidade.
A defesa da preservação nos coloca no caminho da evolução e da melhoria das condições de vida, visando trilhar a estrada do desenvolvimento onde vida e economia se entrelaçam para servir melhor o homem, em primeiro lugar o homem da Amazônia, porque é a partir da busca do bem estar físico, vital e social do homem da Amazônia, que poderemos contribuir para que os mesmos valores predominem no Brasil e no mundo. Sob essa ótica, ao sintetizar nossa missão permanente, podemos enunciá-la como o “Estudo da Amazônia para o Progresso da Humanidade”.
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HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
A Mantenedora - Instituto Santareno de Educação Superior – ISES, foi instituída em 1977, tendo como objetivo criar e manter uma instituição de ensino que viesse a ministrar cursos de nível superior no Município de Santarém, no Estado do Pará, localizado no médio curso do Rio Amazonas.
Assim, a Instituição de Ensino Superior atualmente denominada Faculdades Integradas do Tapajós, concretizou o objetivo que justificou a instituição do ISES, sendo a primeira instituição educacional de nível superior de natureza privada a implantar-se no Município de Santarém e em todo o “interland amazônico”, nos idos de 13 de maio de 1985.
Consciente de sua responsabilidade para com a Amazônia, desde seu nascimento a Instituição procurou consolidar uma identidade regional que lhe permitisse participar da globalização do conhecimento, possibilitador do engrandecimento do homem.
A instituição mantida denominou-se, inicialmente, Instituto Santareno de Ensino Superior, tendo a mantenedora pleiteado, em 1980, a autorização de funcionamento dos cursos de graduação em Administração, Ciências Contábeis e Direito os quais, em virtude de vários entraves de ordem política e do advento de normas legais que na década de oitenta obstaculizaram a autorização de funcionamento de novos cursos de graduação, somente vieram a ter autorizados seus funcionamentos em 1985, os dois primeiros, e em 1990, o último, apenas no turno noturno, e com parcas 50 (cinqüenta) vagas cada um, em Regime Seriado, tendo esses cursos iniciado suas implantações nos mesmos anos em que foram autorizados a funcionar.
Em 1986, no mesmo Município de Santarém, foi instituída outra Entidade Mantenedora de iniciativa privada, com a denominação de Associação de Educação Superior do Médio Amazonas – AESMA, também vocacionada a implantar cursos de nível superior na região através de sua instituição mantida, o Centro de Estudos Superiores do Médio Amazonas – CESMAZON, tendo essa entidade obtido autorização de funcionamento dos cursos de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas e de Graduação em Enfermagem e Obstetrícia, no ano de 1990, mesmo ano em que deu início às suas implantações.
Na década de noventa, precisamente em 1993, as duas mantenedoras atuantes em Santarém acordaram em transferir os cursos da AESMA para que passassem a ser mantidos pelo ISES, de modo a reunir sob uma só administração todos os cursos da iniciativa privada na época em funcionamento na região, deliberação esta que foi submetida à apreciação do MEC e obteve referendo através da Portaria Ministerial nº 1.130, de 08 de setembro de 1995.
Com a transferência dos cursos da AESMA para que passassem a ser mantidos pelo ISES e ministrados pelo Instituto Santareno de Ensino Superior, a mantenedora ISES pleiteou junto ao MEC a mudança da denominação de sua mantida para que passasse a denominar-se Faculdades Integradas do Tapajós, com a sigla FIT, ao mesmo tempo que submeteu à apreciação dos órgãos competentes da administração do ensino superior um novo regimento, já adequado à nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação, tendo esses pleitos, após longa tramitação, sido referendados através da Portaria Ministerial nº 1.431, de 23 de dezembro de 1998.
No meio tempo decorrido entre a transferência dos cursos da AESMA para o ISES, esta mantenedora negociou com a Prefeitura Municipal de Santarém a doação onerosa de uma área de terra urbana, com 11.400 m2, situada no Bairro do Aeroporto Velho, tendo sido de imediato tomada a decisão histórica de construir a sede própria para abrigar todos os cursos da Instituição, cujo processo de transferência tramitava no MEC, construção essa que iniciada no mesmo ano de 1992, teve concluída sua primeira parte no primeiro semestre do ano seguinte, constituindo-se o projeto geral de 3 (três) blocos de salas de aula em dois pavimentos, com um total de 28 (vinte e oito) salas de aula, representando 3.183 m2 de área construída, cuja inauguração oficial ocorreu no dia 17 de abril de 1993. Em 2005, na mesma área, foi inaugurado um novo prédio acadêmico com 18 salas de aula, instalações acadêmicas complementares ocupando uma área adicional construída de 2.388 m2.
As demandas seguintes conduziram à aquisição de outra área em frente à atual com 6.000m2 adquirida do Governo Municipal e de terceiros onde funcionam diversos serviços acadêmicos.
Com vistas a ampliar os serviços educacionais que desde 1985 vinha prestando à comunidade do interior da Amazônia, em 1996 a Entidade Mantenedora pleiteou junto ao MEC / CNE a autorização de funcionamento de 5 (cinco) novos cursos de graduação, tendo obtido apenas autorização para fazer funcionar o Curso de Graduação em Ciências Econômicas, através da Portaria Ministerial nº 799, de 14 de maio de 1999, o qual veio juntar-se aos 5 (cinco) cursos já em funcionamento e cujo primeiro processo seletivo ocorreu no mês de maio do mesmo ano.
A partir de maio de 2003, com a publicação das Portarias Ministeriais números 1.041, 1.042 e 1.043, de 06 de maio de 2003, as quais Autorizavam os cursos de Gestão de Órgãos Públicos, Gestão Empresarial e Gestão de Organizações de Saúde, respectivamente, a FIT enveredava pelos Cursos Superiores de Formação Específica. Estes cursos foram reconhecidos pelas Portarias Ministeriais números 879, 878 e 880, ambas de 16 de março de 2005, respectivamente.
Outros sete Cursos Superiores de Formação Específica foram Autorizados: Gestão de Empresas de Navegação Fluvial, Gestão de Agronegócios e Gestão de Negócios Imobiliários, através das Portarias Ministeriais números 2.147, 2.148 e 2.149, de 16 de julho de 2004, respectivamente. Gestão em Turismo, através da Portaria Ministerial nº 3.041, de 28 de setembro de 2004. Gestão em Moda, Gestão em Jornalismo e Gestão em Comércio Exterior, através da Portaria Ministerial nº 1.160, de 08 de abril de 2005. Estes cursos foram reconhecidos também através da Portaria Ministerial nº 1.160, de 08 de abril de 2005.
MISSÃO DA FIT
A missão de uma organização, em especial de uma Instituição Educacional, não é nem pode ser um mero propósito ou simples “carta de intenções”. Ela deve justificar a existência da instituição, dar-lhe sentido, nortear sua atuação, de modo a definir o espaço que a organização pretende ocupar na sociedade em que se insere.
A FIT nasceu compromissada em contribuir através do ensino, da pesquisa e da extensão, para a formação de contingente profissional competente que possa permanentemente colocar seus conhecimentos a serviço do desenvolvimento sustentável da Região.
Entendemos, particularmente, que a nossa missão inclui o permanente estudo da Região em todos os ramos do saber em que atua a instituição, de modo a buscar sem esmorecimento o domínio da nossa biodiversidade, colocado os avanços obtidos no conhecimento da Região a serviço do amazônida, do homem brasileiro e de toda a humanidade para que, através desse domínio, possamos construir bases seguras para o desenvolvimento econômico, na busca de soluções técnicas que não agridam o meio ambiente.
Busca-se pois, “conhecer”, considerando que esta é a forma de apropriação da realidade, que só existe para nós quando é apropriada pela nossa inteligência. Sem conhecimento, o real não existe. Esta busca de conhecimento não é meramente acadêmica, mas visa uma ação de defesa que integra uma ação de conservação e evolução. O objeto dessa defesa é a vida, forma evoluída da própria existência no seu estágio inicial. Por isso, busca-se a vida em todos os seus níveis: natural, biológico e social.
No seu nível natural falamos e buscamos todas as formas de existência e de vida, abaixo do homem, que para nós ocupa o nível biológico, consciente de que estes dois níveis de vida estão a serviço de um nível superior que é a vida social, em toda sua complexidade.
A defesa da preservação nos coloca no caminho da evolução e da melhoria das condições de vida, visando trilhar a estrada do desenvolvimento onde vida e economia se entrelaçam para servir melhor o homem, em primeiro lugar o homem da Amazônia, porque é a partir da busca do bem estar físico, vital e social do homem da Amazônia, que poderemos contribuir para que os mesmos valores predominem no Brasil e no mundo. Sob essa ótica, ao sintetizar nossa missão permanente, podemos enunciá-la como o “Estudo da Amazônia para o Progresso da Humanidade”.