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Airton Engster dos S…'s conversations
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Mais uma cheia atinge a região em 2009
Mais uma cheia atinge a região do Vale do Taquari no mês de setembro, chegando em 21,50 metros em seu pico máximo, conforme medida da régua do Porto de Estrela.
Com a repetição do fenômeno é a terceira enchente do Rio Taquari no ano de 2009 (uma em agosto e duas em setembro). Situação só verificada há 27 anos atrás, quando em 1982 houve três cheias nos meses: de junho com 24,96 metros; de outubro com 22,70 metros e novembro com 21,20 metros daquele ano.
Conforme monitoramento da Aepan-ONG a precipitação pluviométrica em Estrela-RS, chega a 410 milímetros no mês de setembro de 2009, sendo a maior quantidade de chuva em único mês, pelo menos nos últimos dez anos. Antes disso a maior precipitação foi verificada em outubro de 2008 com 314 milímetros.
Diversas famílias ficaram flageladas no Vale do Taquari e o Vale do Rio Pardo foi atingido por um temporal de granizo que danificou residências e lavouras de fumo, trazendo danos econômicos e sociais na região.
Para os ambientalistas da Aepan-ONG o agravamento da situação dos fenômenos climáticos como chuvas e enchentes está ligado especialmente ao aquecimento global e com relação as cheias do Rio Taquari, o desmatamento das margens dos recursos hídricos, trazem enorme contribuição, para que as águas cheguem cada vez mais rápido ao leito principal do Rio, causando inundações com prejuízos para população em geral.
Texto: Airton Engster dos Santos
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100 anos da morte de Nicolau Müssnich Intendente de Estrela – 1908-1909
Nicolau Müssnich recebeu o título de Coronel como membro da Guarda Nacional. Foi professor público, escrivão, conselheiro e intendente eleito no município de Estrela-RS. Nasceu em 27 de março de 1860, na Picada Bugerberg, em Dois Irmãos.
Depois de completar seus estudos preparatórios no Colégio Conceição em São Leopoldo, em 15 de dezembro de 1875, matriculou-se na Escola Normal da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, formando-se em 29 de dezembro de 1878.
No ano seguinte, prestou concurso para o magistério, nomeado professor público na Escola Estadual de Estrela, na Rua Tiradentes e na Escola Paroquial São Luís. Criou uma pequena escola onde lecionava latim, francês, inglês, alemão e português, foi músico instrumentista, organista, compositor e dirigente do Coral da Sociedade Santa Cecília, da qual foi sócio fundador, em 25 de abril de 1876.
Nas eleições municipais de 7 de setembro de 1904, foi eleito conselheiro, com mandato de 1904 a 1908, período no qual foi presidente. Nas eleições de 7 de setembro de 1908, foi eleito intendente, com mandato previsto para 1908-1912. Em pleno exercício como Intendente, morreu em 30 de setembro de 1909. Com a lamentável morte de Nicolau Müssnich assumiu o vice-intendente Manoel Ribeiro Pontes Filho.
Nicolau Müssnich é patrono da Escola Estadual de Educação Básica Nicolau Müssnich, localizada no bairro Boa União em Estrela-RS.
Pesquisa: Airton Engster dos Santos Fonte: “Álbum do Cinqüentenário de Estrela” (1926) e “O Município de Estrela” de Lothar Hessel (1982) – Ambos documentos do acervo da Aepan-ONG.
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100 anos da morte de Nicolau Müssnich Intendente de Estrela – 1908-1909
Nicolau Müssnich recebeu o título de Coronel como membro da Guarda Nacional. Foi professor público, escrivão, conselheiro e intendente eleito no município de Estrela-RS. Nasceu em 27 de março de 1860, na Picada Bugerberg, em Dois Irmãos.
Depois de completar seus estudos preparatórios no Colégio Conceição em São Leopoldo, em 15 de dezembro de 1875, matriculou-se na Escola Normal da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, formando-se em 29 de dezembro de 1878.
No ano seguinte, prestou concurso para o magistério, nomeado professor público na Escola Estadual de Estrela, na Rua Tiradentes e na Escola Paroquial São Luís. Criou uma pequena escola onde lecionava latim, francês, inglês, alemão e português, foi músico instrumentista, organista, compositor e dirigente do Coral da Sociedade Santa Cecília, da qual foi sócio fundador, em 25 de abril de 1876.
Nas eleições municipais de 7 de setembro de 1904, foi eleito conselheiro, com mandato de 1904 a 1908, período no qual foi presidente. Nas eleições de 7 de setembro de 1908, foi eleito intendente, com mandato previsto para 1908-1912. Em pleno exercício como Intendente, morreu em 30 de setembro de 1909. Com a lamentável morte de Nicolau Müssnich assumiu o vice-intendente Manoel Ribeiro Pontes Filho.
Nicolau Müssnich é patrono da Escola Estadual de Educação Básica Nicolau Müssnich, localizada no bairro Boa União em Estrela-RS.
Pesquisa: Airton Engster dos Santos Fonte: “Álbum do Cinqüentenário de Estrela” (1926) e “O Município de Estrela” de Lothar Hessel (1982) – Ambos documentos do acervo da Aepan-ONG.
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Revolução Farroupilha
Estado do Rio Grande do Sul é o maior e mais populoso da Região Sul do Brasil, com uma identidade cultural completamente diferenciada dos demais brasileiros. Sob forte influência dos países com os quais possui fronteiras, Uruguai e Argentina, foram desenvolvidos, em séculos de convivência (nem sempre amistosa), costumes, tradições e uma arte que se expressa na linguagem, no canto, na dança, nas artes plásticas, na indumentária e culinária. As tradições gaúchas são pecuárias, fortemente ligadas ao ciclo do couro, as gadarias, às estâncias, aos primórdios do Rio Grande do Sul e às revoluções em que seu povo se envolveu. A Revolução Farroupilha pode ser considerada um marco do gauchismo. Foi na busca de sua autonomia em relação ao Império Brasileiro, em 1835, que os gaúchos iniciaram uma guerra que teve duração de 10 anos para proclamar a República sul-rio-grandense, ou República de Piratini. O senso de liberdade e o perfil revolucionário ante as injustiças, mas conservador com relação ao campo e a família, entre outras características dos gaúchos, ganharam formato final na Revolução Farroupilha. Quando os lideres gaúchos e do Império assinaram o tratado de paz, a província foi pacificada.
Costumes Ameaçados: Os costumes gaúchos, reforçados e difundidos nos acampamentos revolucionários, só foram mantidos nas comunidades rurais e no trabalho diário com rebanhos. Um século depois, ao final da Segunda Guerra Mundial, o Brasil vivia uma invasão da cultura norte-americana, de grande impacto social. Era moderno usar termos americanizados, consumir produtos dos EUA e saber sobre atores, atrizes, cantores e cantoras norte-americanos. As tradições gaúchas estavam renegadas, e mesmo nas cidades do interior, o homem do campo que usasse a indumentária, formada por botas, bombachas, lenço no pescoço e chapéu era tratado com termos pejorativos.
Surgem os Piquetes da Tradição: Foi diante deste panorama que um grupo de jovens do Colégio Júlio de Castilhos, de Porto Alegre, quase todos oriundos do interior do Estado, ligados ao campo, formaram um Departamento de Tradições Gaúchas. Era o contraponto nativo ao “american way-of-life”. Em 7 de setembro de 1947 acenderam uma centelha da Pira da Pátria, dando origem a Chama Crioula, símbolo máximo das tradições gaúchas. Eram oito jovens, liderados por João Carlos Paixão Côrtes, que formaram o Piquete da Tradição. A primeira Ronda Crioula do Rio Grande do Sul encerrou-se em 20 de setembro de 1947 e deu origem a todo movimento tradicionalista gaúcho. Luis Carlos Barbosa Lessa, nesta ronda, propôs a criação de uma entidade civil de culto as tradições gaúchas, dando origem ao “35 Centro de Tradições Gaúchas”, o primeiro dos quase três mil CTGs, Piquetes, DTGs e outros similares que foram criados mundo afora. As sólidas bases do tradicionalismo gaúcho foram forjadas a partir de seu manifesto “Sentido e Valor do Tradicionalismo”. O tradicionalismo gaúcho ressurgia à luz do Candeeiro Crioulo. A partir desta data, CTGs e entidades tradicionalistas foram formados em todo Rio Grande do Sul. Foram criados também o Movimento Tradicionalista Gaúcho e suas Regiões Tradicionalistas.
O Pilar da Tradição: As tradições gaúchas, forjadas em séculos de história, hoje tem uma base muito sólida para ser difundida. São 3 mil Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) instalados pelo mundo – Los Angeles, nos EUA, Tóquio, no Japão, Paraguai, China. O CTG foi idealizado por Barbosa Lessa como uma sociedade civil gauchesca, com objetivo de ser guardião e difusor das artes da tradição do Rio Grande do Sul. O CTG representa o galpão crioulo, onde se reúnem os peões, mas também é a sede de grandes eventos, lembrando as grandes salas das estâncias, onde aconteciam as festividades da elite social gaúcha. Essa cultura tradicionalista que se revela no rodeio gaúcho, nas danças do fandango e através de outras formas de expressão da arte nativa é preservada nos CTGs, habitat da arte e tradição do povo sul-rio-grandense. Em suma o CTG é a casa do gaúcho.
CTGs em Estrela Em Estrela diversas entidades procuram difundir e manter viva as tradições e costumes gaúchos, especialmente os GTGs.
O CTG Estrela do Rio Grande foi fundado em 1º de dezembro de 1973, que tem como objetivo divulgar as tradições gaúchas, desenvolver atividades culturais, artísticas e campestres. Primeiro patrão foi José Luiz Schwertner. A sede está localizada no Parque Municipal (fundos do Estádio Aloysio Valentin Schwertner), bairro Imigrantes, em Estrela. Compreende um Galpão e área para Rodeios. Entre os 28 tradicionalistas presentes na primeira reunião para criação do CTG, encontravam-se: José Luiz Schwertner, Germano Schmidt, Wilmar Quevedo, Afonso Mânica, Lauro Hopermann, Teodoro Bentz, Carlos Beraldo Peitschmann e Cláudio Guntzel. Ao longo dos anos, homens e mulheres se destacaram na construção da história do CTG Estrela do Rio Grande: Francisco Arai Weber, Alceu Loposzinski, Rubem Reinheimer, Gerson Junqueira, João Werle, Carlos Roberto Martins entre tantos outros patrões, prendas, peões, interpretes, declamadores, etc...
O CTG Raça Gaudéria foi Fundado em 10 de março de 1990, ficando a primeira patronagem assim constituída: Patrão, Euclides Kummer; 1º Capataz, José Jorge Junqueira; 2ª Capataz, Leda de Oliveira; 1ª Sota Capataz, Rejane Beatriz Kummer; 2ª Sota Capataz, Sandra Maria Andres. Depois, teve como patrão Elmo Luís Diedrich. Trata-se de uma entidade recreativa que proporciona entretenimento de cunho sócio-cultural, rodeios artísticos, fandangos, tertúlias, domingueiras, voltado à cultura do povo gaúcho. Com endereço no Loteamento Popular III, bairro Boa União, acesso pela Rota do Sol, em Estrela. A sede compõe um Galpão Típico e Esportivo de Funções Múltiplas. Destacamos alguns tradicionalistas ligados a história do CTG Raça Gaudéria, com intuito de homenagear a todos que preservam a cultura gaúcha e constroem a grandeza deste Centro de Tradições Gaúchas: Valmor de Araújo, Décio Jacoby, Fabiane Fritsch, Isa Cruz Vieira, Darci Braun, Maria Helena Araújo, Cleto Werle, Tereza Jacob, Eloísa Wink, Marco Antunes e Cristiane Beppler. Pesquisa: Airton Engster dos Santos Fonte: Enart – Encontro de Artes e Tradição Gaúcha - 2002; Secretaria de Estado do Turismo - 1997; Estrela – dos 110 aos 111 anos e Estrela – de 1876 a 1992. Todos documentos do acervo da Aepan-ONG. Imagens: Reproduções.
Pesquisa: Airton Engster dos Santos
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Nova Direção:
Com a aposentadoria da professora Belkis Carolina Calsa em 2009, assumiu Zaira I. Junqueira Kummer como Diretora da Esola Estadual de Ensino Médio de Estrela-RS.
A escola está localizada na Rua Coronel Müssnich, 702 - Estrela-RS.
Recebeu cuidados especiais no início do ano letivo de 2009, com pintura de todo prédio na área externa.
E-mail: medioestrela@msbnet.com.br.
É uma das escolas mais conceituadas do Vale do Taquari, Rio Grande do Sul.
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Ginásio da Escola Estadual de Ensino Médio de Estrela-RS:
Concluído em agosto de 1996.
Obra realizada em parceria entre o governo do do estado do Rio Grande do Sul e Prefeitura Municipal de Estrela.
Antônio Britto era o governador; Iara Wortmann era a Secretária Estadual da Educação; Telmo Kirst era o Secretário Estadual de Obras Públicas Saneamento e Habitação.
O Prefeito de Estrela-RS na época era Günther Ricardo Wagner.
Pesquisa: Airton Engster dos Santos
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BENEFÍCIOS DO INSS SERVIÇOS OFERECIDOS PELO INSS:
O INSS é o órgão de execução dos serviços do Ministério da Previdência e Assistência Social, que garante ao trabalhador e a seus dependentes, o seguro social, na forma de aposentadoria, auxílios, pensão por morte e seguro-acidente. Entre os serviços que presta estão, de um lado, a concessão e manutenção de benefícios, incluindo a realização de perícias médicas nos casos de incapacidade para o trabalho ou invalidez e o Programa de Reabilitação Profissional, que busca readaptar o segurado para o mercado de trabalho. E, de outro, a arrecadação das contribuições individuais, e a fiscalização do pagamento dessas contribuições pelas empresas.
COMO GARANTIR SEUS DIREITOS: A Previdência funciona como uma poupança: os benefícios serão equivalentes a média dos 36 (trinta e seis) últimos salários de contribuições, corrigidos mês a mês. Quem trabalha como empregado sem carteira assinada e não contribui para o INSS, ficará sem aposentadoria e sem cobertura do Seguro Social em situações de doença, acidente ou morte. O trabalhador deve exigir que seu patrão o registre no INSS e com o valor real do salário que recebe para não ter decepções no futuro.
O QUE É A INSCRIÇÃO: É o ato pelo qual o segurado é cadastrado no Regime Geral de Previdência Social - RGPS, objetivando a sua identificação pessoal.
QUEM PODE SE INSCREVER OU DEVE ESTAR INSCRITO NA PREVIDÊNCIA SOCIAL: Todo cidadão a partir de 16 anos, como: a) Segurado Obrigatório: Empregado – aquele que presta serviço de natureza urbana ou rural, em caráter não eventual a empresa, sob sua subordinação e mediante remuneração, inclusive como diretor empregado. Empregado doméstico – aquele que presta serviço de natureza contínua, mediante remuneração, a pessoa ou família no âmbito residencial delas, em atividades sem fins lucrativos. Tais como: motorista particular, enfermeira particular, caseiro, piloto, vigia, jardineiro, etc. Contribuinte individual – aquele que exerce suas atividades por conta e risco próprios, sem subordinação. Em atividade de empresário: titular de firma individual, sócio, associado eleito para cargo em direção, síndico, desde que recebam remuneração. Em atividade autônoma: lavadeira, costureira, vendedor ambulante, feirante, profissionais liberais, associado de cooperativa, diarista, taxista, árbitro, etc. Trabalhador avulso – aquele que, sindicalizado ou não, presta serviço de natureza urbana ou rural, a diversas empresas, sem vínculo empregatício, com a intermediação obrigatória do órgão gestor de mão-de-obra ou do sindicato da categoria. Tais como: ensacador de café, guindasteiro, estivador, etc. b) Segurado Especial – o produtor, o parceiro, o meeiro e o arrendatário rural, o pescador artesanal e seus assemelhados, bem como seus respectivos cônjuges ou companheiros e filhos maiores de 16 anos de idade ou a eles equiparados, desde que trabalhem comprovadamente com o grupo familiar respectivo e que exerçam essas atividades individualmente ou em regime de economia familiar. c) Segurado Facultativo: Aquele que não exerce atividade remunerada que a enquadre como segurado obrigatório da Previdência Social, mas que se filia ao RGPS por vontade própria. Tais como: dona de casa, estudante, bolsista, estagiário, síndico de condomínio não remunerado.
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA INSCRIÇÃO: Documento de identificação pessoal (GR/CTPS); Certidão de nascimento (se entre 16 e 18 anos não possuir RG); Endereço completo e atualizado; Para o empregado doméstico é obrigatória a CTPS.
COMO SE INSCREVER NA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
A inscrição do empregado, com exceção do doméstico, é formalizada no momento do registro do contrato, pelo empregador, na carteira de trabalho. O empregado doméstico, o contribuinte individual, o segurado especial e o facultativo deverão inscrever-se conforme abaixo: - Inscrição é automática caso o trabalhador já possua cadastro no PIS/PASEP. - Inscrição por telefone - PREVFone. - Inscrição pela internet PREVNet no site www.previdenciasocial.gov.br Inscrição por meio das máquinas de auto-atendimento PREVFácil – disponíveis nas Agências da Previdência Social transformadas ou em qualquer entidade que mantenha convênio/parceria com o INSS.
COMO SE RECOLHE PARA O INSS? O contribuinte poderá efetuar o recolhimento de suas contribuições junto à rede bancária e/ou casas lotéricas, das seguintes formas: Por intermédio da Guia da Previdência Social – GPS, adquirida no comércio ou impressa através da rede “INTERNET”; Por intermédio do pagamento de débito em conta-corrente e demais meios eletrônicos de transferência de fundos. A GPS deve ser paga até o dia 15 de cada mês, referente à contribuição do mês anterior. Caso não haja expediente bancário no dia do vencimento, prorrogar o recolhimento para o dia imediatamente posterior.
IMPORTÂNCIA DE MANTER OS RECOLHIMENTOS EM DIA: É essencial que o cidadão saiba que estando inscrito na Previdência Social e pagando regularmente suas contribuições mensais, está garantindo para si e para seus dependentes o direito a uma série de produtos e serviços, tais como: - Aposentadoria por Idade; - Aposentadoria por Tempo de Contribuição; - Aposentadoria por Invalidez; - Aposentadoria Especial; - Auxílio-doença; - Salário-família; - Salário-maternidade; - Auxílio-acidente; - Pensão por morte; - Auxílio-reclusão - Reabilitação Profissional.
COMO REQUERER OS BENEFÍCIOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: Todos os benefícios oferecidos pela Previdência Social podem ser requeridos nas Agências da Previdência Social, conforme listagem de endereços. A relação dos formulários e documentos necessários está disponível aos clientes da Previdência Social, no PREVNet – www.previdenciasocial.gov.br
Airton Engster dos Santos - Fonte: Governo Paraná
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Estrela era considerado em centro industrial nos primeiros anos do século XX
Contava na década de 1920 com os seguintes estabelecimentos industriais: fábrica de sabão e sabonete Costa; fábrica de Móveis Nils & Cia; fábrica de Cerveja de Kortz & Dexheimer; moinho Ruschel e Irmãos; oficinas mecânicas de Otto Thimming e Bruno Schwertner; fábrica de licores de Kortz & Cia; fábrica de licores e vinagres de Reinoldo Schwambach; fundição de Wirtz & Cia; fábrica de banha de Albino Closs e Cia; diversos moinhos, serrarias, fábricas de laticínios. Possuía na época 53 fábricas com um capital de 1.207:114$500 e uma produção avaliada em 2.512:955$000.
Airton Engster dos Santos
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Município de Estrela – Início Século XX
Considerações Gerais:
Numa sintese não é possível dar uma idéia precisa do que foi o município de Estrela no início do Século XX, com sua grande capacidade produtora.
Essa idéia só pode ter quem pesquisa nos diversos livros que tratam do assunto, estudando a luz do que era produzido, do que possuía e acreditava sua coletividade.
Do ponto de vista agrícola, o que se via, desde logo, é de que as terras que dispunha Estrela eram esplendidas, prestando-se de maneira admirável, a produção das mais variadas espécies de culturas.
A agricultura, base da riqueza do município de Estrela era muito adiantada tendo no aspecto colonial a grande força impulsora das lavouras em todas localidades.
Era admirável a fertilidade das terras próprias para agricultura cujo fator natural de irrigação sempre contribuiu.
A maior produção agrícola do município era de milho, mandioca, trigo, arroz, fumo entre outras.
A indústria pastoril, por outro lado, também gerava retorno aos produtores.
As terras não cultivadas às margens dos rios e arroios que banham o município eram utilizadas para criação animal, sendo que suas pastagens, querem por sua qualidade, variedade e abundância eram das melhores da região.
A criação de bovinos era destacada no município.
Também importante destacar atuação dos administradores, especialmente do Intendente Manoel Ribeiro Pontes Filho, considerado inteligente, ativo, patriota e bem intencionado. Estrela muito lhe deve por notáveis feitos.
Uma terra rica e bem administrada, assim era Estrela no início do Século XX.
Outra causa para o crescimento de Estrela naquela época, com franca prosperidade, era sem dúvida nenhuma, o seu ótimo sistema de viação no Rio Taquari e estradas para carroças que ligavam o município com outras localidades. Tudo isso favorecia o escoamento da produção de sua indústria e da agricultura.
As comunicações por via fluvial com a capital do Estado e municípios ribeirinhos eram diárias sendo que o Porto de Estrela era visitado por grande número de embarcações, quer vapor, quer a gasolina que aqui chegavam e saiam constantemente, transportando mercadorias e passageiros.
Quanto ao sistema de viação terrestre, era mantido pela administração pública que procurava melhorar e conservar as estradas constantemente. De quando em vez encontrava apoio do governo do Estado do RS.
Estrela possuía também um bom sistema de pontes e pontilhões de rodagem, implantados nas estradas de maior movimento, cortadas por cursos de água, por onde passavam carroças e cavalos transportando as riquezas produzidas na zona colonial.
A população de Estrela era considerada religiosa, trabalhadora e ordeira.
Estrela já possuía ótimos templos religiosos e magníficas escolas.
Com todo esse patrimônio moral e material a grandeza de Estrela era incalculável.
Airton Engster dos Santos
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