Photos by paganelli : on the map, in Google Earth (KML)
Preparando a massa para o forno
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Colocando a massa no TIPITI
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A casa da farinha de Acaraqui
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Éta, farinha torradinha!
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Carregando a cesta para o transporte
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A massa está quase pronta
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Torrar a massa é cansativo
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Selecionando a croa para o mingau
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A massa da mandioca torrando no fo
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Torrando a massa no calor do forno
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Mãos na massa
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Dona Maria dos Anjos
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Casa da Farinha de Mandioca
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Vila de casas de ribeirinhos
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entre rio e floresta
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Passeando no rio Anequara
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paganelli's conversations
tenho muito mais fotos...mas me falta o tempo e a paciência para seguir publicando vistas panorâmicas para documentar as belezas de Beja e de outros sítios de Abaetetuba.Voltarei em breve com mais documentação.
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...e um povo que trabalhapara caramba, muitas vezes condicionado por administrações nem sempre preocupadas pelo bem de todos e para todos..
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Elis, é o meu tributo à uma cidade ribeirinha cujo povo me recebeu e envolveu de todo coração.
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A riqueza alimentar dos mercados de fruta da região proporcionam a possibilidade de garantir à população a ingestão de vitaminas, sais minerais e açúcares necessários para uma boa alimentação.
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O compromisso com a educação digital e fundamental para viabilizar a política de inclusão social.
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EXTENSÃO das pontes:Guamá 1.976,8 m; Acará 796 m; Moju 868 m; Moju Cidade 868 m. - - - - - ALGUNS BENEFÍCIOS: 1-Integrar de plena forma os municípios de Barcarena e Abaetetuba à Região Metropolitana de Belém; 2 -Integrar a região nordeste do Pará (Castanhal, Santa Luzia, Santa Maria e os demais municípios ao sul e sudeste paraense; 3 - Integrar pelo modal rodoviário a Região Metropolitana de Belém às regiões sul e sudeste; 4 - Integrar através do modal hidroviário o oeste do Pará à Vila do Conde, a Belém e à Ilha do Marajó; 5 - Diminuição do custo dos transportes, substituindo as tarifas praticadas nas balsas por um sistema de pedagiamento com custo menor; 6 - A ponte sobre o rio Moju Cidade não terá pedágio no sentido sul do Pará - Vila do Conde, Barcarena - Abaetetuba (vice-versa); 7 - Ampliação do uso do porto de Vila do Conde, passando a ser um fator de indução produtiva e de mercado de trabalho nas áreas compreendidas pelas regiões nordeste, sudeste, sul e oeste do Estado; 8 - Permitir a integração da Região Metropolitana de Belém com as regiões sul e sudeste, no eixo da PA-150, em especial com os pólos urbanos demográficos de Marabá, Tucuruí, Parauapebas e Redenção; 9 - Propiciar oportunidades de desenvolvimento aos Distritos Industriais de Barcarena, Ananindeua, Marabá, Tucuruí e Santarém; 10 - Melhoria das condições de tráfego na sede do município de Belém, por conta do deslocamento de parcela considerável do tráfego pesado de dentro do tecido urbano; 11 - Alternativa para o sistema de transporte utilizando pontes, principalmente a ponte sobre o rio Guamá, e conseqüentemente a sub-utilização das balsas entre Belém, Arapari e Moju; 12 - Diminuição no tempo das viagens, que não mais dependerão de horários de balsas e demorados embarques e desembarques; 13 - Completar de plena forma a integração regional dos municípios de Barcarena e Abaetetuba à Região Metropolitana de Belém, sobretudo nos seus aspectos de circulação de mercadorias e do mercado de trabalho; 14 - Melhoria nas condições de acesso aos serviços urbanos da saúde, educação, instrução e serviços em geral para a população das áreas diretamente influenciadas pelas rodovias (Acará, Igarapé-Miri e outras); Possibilitar o desenvolvimento saudável das atividades turísticas da região. 15 - Vantagens para a área Metropolitana: Expansão da região metropolitana em nova direção, proporcionando grandes alternativas de desenvolvimento; 16 - Ir ou vir, do Sul e Sudeste do Pará sem o uso das travessias; 17 - Redução do tráfego pesado na Capital, diminuindo o conflito entre transporte de passageiros e de carga. 18 - A otimização do porto de Vila do Conde. 19 - Os produtos e viagens do Norte e Sul/Sudeste do Pará, farão o intercâmbio necessário sem a necessidade de entrar pelas margens da Baía na capital. 20 - Fortalecimento do Distrito Industrial de Ananindeua e otimização entre pólos de desenvolvimento do interior. 21 - Belém apta a desenvolver seus projetos turísticos em sua orla (Estação das Docas, Ver-o-Rio, outros).
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A riqueza passa ao lado... da família que matou a cobra Sucuri de 7 m. prenha de 6 filhotes (nov. 07).
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Un grande saluto a tutti i Grignanesi, ai quali offro e dedico le fotografie su Grignano - BG, che ho ritratto sul mezzogiorno del 21 ottobre 2007, in occasione del mio rientro in Italia (dal Brasile,dove vivo, risiedo e lavoro da ormai quasi trent´anni). Orgogliosamente sono 'grignanese' di nascita e di spirito...La vita mi ha portato a assumere impegni e attivitá oltreoceano collaborando, como educatore, com altri ambienti sociali, culturali e polítici.
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Cidade do interior de grandes saudades.
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MIRITIFEST ("Festival do Miriti" de Abaetetuba-PA): Patrimonio Cultural Paraense.
Ao sancionar a Lei n. 7282/2009, que declara 'patrimônio cultural' do Estado do Pará o “Miritifest – Festival de Miriti de Abaetetuba”, a Governadora Ana Julia Carepa, concretiza uma aspiração do povo da Região do Baixo Tocantins, região essa de municípios nascidos e criados em torno do rio, tendo como símbolo a palmeira que dá o fruto do miriti ( Mauritia flexuosa). Para os nossos irmãos ribeirinhos, essa magnífica árvore tem uma simbologia muito profunda, dela tudo se extrai, desde seus troncos que são usados, como pontes improvisadas nos trapiches na grande maioria das casas das regiões das ilhas; suas folhas que são usadas como forma de proteção das chuvas; seu saboroso fruto usado com alimento e várias possibilidades culinárias; e, é claro, é dela que se extrai a matéria prima dos brinquedos de miriti, que é o 'pecíolo', popularmente conhecido como 'braço ou talo', que pode atingir até 5m de comprimento. Essa parte nada mais é do que a medula, constituída por fibras finas e longas, envolvidas por um parênquima esponjoso.
Como observamos, uma palmeira abençoada pelo Criador que, na arquitetura daquela belíssima região, espalhou as suas sementes.
A valorazição de manifestações culturais, que são patrimônios imateriais da cultura, corrobora nos grandes eixos do que deve ser uma ação de Estado, pois promove, incrementa e possibilita que se imortalizam para as novas gerações as histórias das populações ribeirinhas do Pará. Ao sancionar a lei, a Governadora Ana Julia Carepa faz justiça aos trabalhadores e artesãos dos brinquedos de miriti, aos ribeirinhos que a utilizam como sustento e alimento, à cultura de nosso Estado, pois municipaliza políticas públicas para nossos cidadãos e queridos irmãos do interior. Enfim, fortalece a economia da cultura no fomento para a geração do emprego e renda da região.
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