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Ernesto Shikhani nasceu no dia 16 de Abril de 1934, na região de Muvesha, distrito de Marracuene. Faleceu no dia 31 de Dezembro de 2010 vítima de doença prolongada. O seu corpo foi cremado em Maputo. Filho de camponeses, foi pastor até aos 16 anos. Começou a dedicar-se à escultura no Núcleo de Arte, tendo como mestre o escultor português Lobo Fernandes. Em 1963, torna-se assistente do Professor Silva Pinto, escultor na Escola Industrial Mouzinho de Albuquerque. A partir de 1970 começa a dedicar-se também à pintura. A sua primeira exposição foi em 1968, em Matalana. Em 1973, recebe uma bolsa da Fundação Gulbenkian para Lisboa, onde realizou uma individual. A partir de 1976 radicou-se na Beira, onde ainda se encontrava o designer e pintor Pádua e o arquitecto Ivo. SHIKHANI passou a viver no Bairro do Macurungo, onde se situava igualmente o seu atelier. Permaneceu alguns anos na cidade, e, depois da Independência, até 1979, orientou aulas de Desenho no Auditório-Galeria. Em 1982, recebe uma bolsa de estudo de seis meses, na ex-URSS. Há já alguns anos regressou a Maputo, onde reside actualmente. Tem vários murais em baixo relevo na Beira. A sua obra está representada no Museu Nacional de Arte de Moçambique, na Culturgest, em Lisboa, no Centro de Estudos de Surrealismo/Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, e em diversas colecções particulares, dentro e fora do seu País.

Exposições Individuais (seleccionadas)

1969 - Lourenço Marques (actual Maputo) e João Belo (actual Xai-Xai), Moçambique. 1970 - Inhambane e Beira, Moçambique.

1971 - Nampula e Beira, Moçambique.

1973 - Lourenço Marques (actual Maputo), Moçambique e Casino Estoril, Portugal.

1974 - Lourenço Marques (actual Maputo), Moçambique.

1976 - Beira, Moçambique.

1980 - Beira, Moçambique.

1986 - Beira, Moçambique.

1988 – Maputo, Moçambique e Lusaka, Zâmbia.

1992 - Galeria Barata, em Lisboa.

1995 - Três exposições em Maputo, Moçambique.

1994 – Maputo, Moçambique e Harare, Zimbabwe.

1997 – Maputo, Moçambique e Lisboa, Portugal.

2001 - Instituto Camões, Maputo, Moçambique.

2004 – Exposição “Ernesto Shikhani – 40 anos de Pintura e Escultura”, Perve Galeria, Lisboa, Portugal.

Exposições Colectivas (seleccionadas)

1968 – Salão da Coop, Lourenço Marques, Moçambique; Escola Primária de Matalana, Marracuene, Moçambique.

1969 – Núcleo de Arte, Lourenço Marques, Moçambique.

1970 – Centro de Cultura e Arte, Beira, Moçambique; Câmara Municipal, Inhambane, Moçambique.

1971 – Câmara Municipal, Nampula, Moçambique.

1972 - Califórnia, E.U.A.

1973 – Lisboa, Portugal; Galeria Chissano, Lourenço Marques, Moçambique.

1974 - Lusaka, Zâmbia.

1976 – Casa dos Bicos, Beira, Moçambique.

1980 – Clube 100 à Hora, Beira, Moçambique

1981 - Exposição itinerante em Maputo, Moçambique; Berlim, Alemanha; Luanda, Angola; Moscovo, U.R.S.S.; Sófia, Bulgária.

1982 - Lisboa, Portugal.

1985 – Hotel D. Carlos, Beira, Moçambique.

1986 - Com o pintor Carlos Beirão, Harare, Zimbabwe.

1987 – Exposições em Cuba, Grã-Bretanha, ltália, Nigéria e Zimbabwe. 1988 - Washington, E.U.A.; Loja Galeria, Maputo, Moçambique.

1990 – Delta Gallery, Harare, Zimbabwe.

1991 - Galeria Barata, em Lisboa, Portugal. 1995 – “Derscoberta”, Casa da Cultura do Alto-Maé, Maputo, Moçambique. 1998 – Artes Plásticas de Moçambique, EXPO 98, Lisboa, Portugal

2000 - Musart – Museu Nacional de Arte Contemporânea de Moçambique, Maputo, Moçambique.

2001 – Acervo de Arte do Instituto Camões, Centro Cultural Português, Maputo, Moçambique.

2002 – Colecção de Arte Contemporânea da C.G.D., Culturgest, Lisboa e Porto, Portugal.

2003 – “Razões de Existir III” na Perve Galeria em Lisboa, Portugal.

-Colecção de Arte Contemporânea da C.G.D. Museu extremenho e Ibero-americano de Arte contemporâneo, Badajoz, Espanha.

2004 – “Mais a Sul – Obras de Artistas de África na Colecção da Caixa Geral de Depósitos” nos edifícios da Culturgest no Porto e em Lisboa, Portugal; -Exposição “Da Convergência dos Rios” na Perve Galeria em Lisboa, Portugal, -"Surrealismo Abrangente" na Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, Portugal.

2005 – Reinata e Shikhani, Perve Galeria, Lisboa, Portugal. - Transitions, Brunel Gallery, Londres, Reino Unido.

2007 – Exposição Comemorativa dos Centenário da Cidade da Beira, Beira, Moçambique.

2009 - Exposição Internacional Itinerante "

2010 - Exposição Internacional Itinerante "Lusofonias | Lusophonies", Galeria Nacional de Arte do Senegal, Dakar.

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Perve Galeria

Igreja de Nossa Senhora do Rosário --- Manica (Nova Macequece)

Edifício de feição tradicional, com duas torres rematadas por coruchéus piramidais e um corpo central com frontão triangular, erigido no alto de uma colina sobranceira ao povoado.

A Igreja de Nossa senhora do Rosário foi construída entre 1902 e 1904, pelos Serviços de Obras Públicas da Companhia de Moçambique, após a criação da paróquia de Macequece em 1900. Até 1924 era visitada, de quando em quando, pelos padres franciscanos da Beira, passando desde então a estar provida de pároco.

António Sopa e José Manuel Fernandes

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http://www.hpip.org/def/pt/Homepage/Obra?a=2018

José Pádua nasceu na cidade da Beira, Moçambique a 13 de Maio de 1934 e morreu a 29 de Março de 2016 na Amadora.

Residiu em Lisboa desde 1977.

Foi eleito Artista Plástico de 1966 pelo jornal A Tribuna de Moçambique, pelo trabalho que desenvolvia enquanto pintor, decorador, ilustrador e gravador.

Entre 1974 e 1978 trabalhou exclusivamente para a Galeria de Arte R. Rennie,Harare, Zimbabwe.

De 1979 a 1981 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, frequentando cursos de gravura em metal e de litografia.

Em 1980 e 1981 foi distinguido com os 2º. e 1º. Prémios, respectivamente, em exposições sobre temas de Lisboa.

Tem também trabalhos na área da escultura e azulejaria, bem como murais em cimento em Joanesburgo no Bank of Lisbon & South Africa e em Moçambique nos aeroportos de Mavalane e Beira, Banco Pinto & Sotto Mayor, Montepio de Moçambique, Banco de Crédito Comercial e Industrial, piscinas do Complexo Desportivo dos Caminhos de Ferro da Beira, Banco de Moçambique e Cinema Novocine. Está representado em inúmeras colecções particulares em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente na África do Sul, Zimbabwe, Malawi, Moçambique, Angola, Espanha, Suécia, Áustria, Brasil, Venezuela, E.U.A., Canadá, Israel, Japão e Austrália. Além de ter participado em várias exposições colectivas, fez parte do grupo A Tertúlia de Artistas de Moçambique que expõe todos os anos, desde 1984, em vários países do mundo.

Sede do Governo do Niassa, de 1966/68, do Arquitecto João José Tinoco

Pancho Guedes, nome por quem era mais conhecido Amâncio d'Alpoim Miranda Guedes, (1925) arquitecto, escultor e pintor português modernista. Estudou em São Tomé e Príncipe, Guiné, Lisboa, Lourenço Marques (actual Maputo), Joanesburgo e no Porto. Fundou o departamento de arquitectura na Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo. Leccionou na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa e na Universidade Lusófona em Lisboa. Pertenceu ao "Team Ten", dissidente do CIAM. É autor do "Casal dos Olhos", em Eugaria, nos arredores de Sintra.Grande parte da sua obra construída encontra-se em Moçambique e data da década de 1950 e 1960. Tem também obra construída na África do Sul.

C.U.C.A. - Centro Universitário de Cultura e Artes- da Universidade Pedagógica_ (antigo Cinema S. Jorge) - Projecto do Arquitecto Garizo do Carmo

O Monte Binga é o ponto mais alto de Moçambique, com uma altitude de cerca de 2436 m.

Está localizado no maciço de Chimanimani no Sussundenga, junto à fronteira com o Zimbabwe, a oeste da cidade de Manica - Chimoio

Grande Hotel

O Grande Hotel da Beira foi desenhado em 1946 pelo arquitecto José Luís Porto (1883-1965), tendo as obras decorrido sob a direcção do engenheiro Ribeiro Alegre (em 1953, substituído pelo engenheiro Joaquim Vaz). O acompanhamento da construção assim como a pormenorização dos interiores e dos acabamentos foram realizados, a partir de 1953 (quando deve ter terminado a colaboração de Alegre e Porto), por Francisco de Castro (n. 1923). O projeto de eletricidade foi do engenheiro Eugénio Rodrigues Sopa. As obras começaram em agosto de 1949. Viria a ser inaugurado em 16 de julho de 1955 (a piscina e a boîte inauguraram-se em 23 de julho), tendo uma área de 21.000 metros quadrados e cento e trinta e um quartos. O edifício custou ficou concessionado à Sociedade de Turismo de Moçambique. Luxuoso empreendimento turístico da Companhia de Moçambique, o hotel funcionou durante oito anos. A sua linguagem arquitetónica e sistema construtivo em betão armado são característicos da arquitetura moderna de entre guerras em Portugal (no Modernismo). É constituído por quatro volumes, unidos por corredores envidraçados, em que o principal tem uma forma côncava que resolve formalmente o ângulo do quarteirão. A sua imagem exterior é caracterizada pela forte horizontalidade e dinamismo que lhe são conferidos pelas varandas, janelas e palas de proteção solar. Depois do seu encerramento, em 28 de fevereiro de 1963, pensou-se ainda em reabri-lo, no início da década de 1970, como hotel e casino. Apenas a piscina viria a reabrir, em novembro de 1970, sob a responsabilidade da Comissão Técnica de Natação da Associação dos Desportos, e de acordo com a exigência, imposta à Companhia de Moçambique pela Câmara Municipal, de que fosse de utilização pública. Embora em ruínas, funciona como habitação para cerca de duas mil pessoas.

António Sopa, Elisiário Miranda

Casa Provincial da Cultura de Sofala - entrada com mural " Vovó Chipangara está zangada" de Malangatana

Casa dos Bicos

Casa dos Bicos - Pavilhão de Exposições - projecto do Arquitecto João Afonso Garizo do Carmo

No segundo semestre de 1964 foi publicitada a ideia da construção do “Pavilhão de Exposições Permanentes de Atividades Económicas”, por iniciativa da Junta de Comércio Externo.

O imóvel viria a erguer-se na zona do Centro Cívico e Comercial, pensando-se enquadrá-lo num arranjo paisagístico envolvente, tendo como fundo um vasto lago artificial. Tem uma fachada de cento e vinte e cinco metros, ocupando uma área de 3.250 metros quadrados. Estava prevista a ampliação da sua área útil, com a edificação futura de mais um módulo. Dez lâminas de betão armado com a forma de parabolóides hiperbólicos constituem, por assim dizer, o telhado da edificação. Cada parabolóide, suportado por quatro consolas, encontra-se apoiado por dois pilares afastados entre si vinte e cinco metros. Aproveitaram-se os espaços livres à esquerda e à direita da entrada para a localização dos serviços de informação e propaganda, integrando-se nesta última a cabina de som e o comando de luzes. Espaços idênticos na zona central da grande nave seriam aproveitados para instalação de material de arrumo. Pensava-se instalar, no topo do grande hall de exposições, os serviços de secretaria, arquivo, sala de reuniões e uma dispensa-copa ligada diretamente ao salão de chá. No mesmo piso, embora intercalado, contava-se construir uma varanda capaz de dominar visualmente o parque através de grandes envidraçamentos. A iluminação diurna e a ventilação do edifício são obtidas por oito grandes envidraçados, providos de persianas móveis. O projeto inicial é do arquiteto João Afonso Garizo do Carmo (1917-1974).

O imóvel – uma construção de invulgar sentido moderno, com movimentada volumetria, através do uso de superfícies curvas em betão armado – teve porém, logo de início, problemas sérios que afectaram a sua estrutura, em resultado de alterações que o projecto inicial viria a sofrer. Além da Junta do Comércio Externo, estiveram ali instalados o Centro de Informação e Turismo e alguns departamentos dos Serviços de Economia.

António Sopa

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http://www.hpip.org/Default/pt/Homepage/Obra?a=2106

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