This is how your name and profile photo will appear on Panoramio if you connect this Google+ account.
You cannot switch to a different account later.
Learn more.
Meu caro senhor José Filipe da Silva:vejo que se dessedentou na mesma fonte onde bebi a informação sobre o nobre Paço dos Almadas,a monografia Condeixa-a-Nova,de Augusto S.Conceição.Porém,vejo que desconhece que o actual edifício da Pousada de Sta.Cristina foi construido de raíz,depois de totalmente demolido o edifício do Paço.Inclusivamente,a própria localização não é exactamente a mesma.Creia nesta afirmação de quem conheceu muito bem o velho palácio.Os meus cumprimentos.
Os Paços do Município de Condeixa,conhecido como Palácio dos Figueiredos da Guerra,tem uma história curiosa:foi provávelmente mandado construir pelos Condes de Portalegre, em meados do século XVII foi adquirido por Martim Gomes e Figueiredo, da Quinta de S.Tomé e no século XVIII passou para João Cabral da Silva que mandou colocar a sua própria pedra de armas sobre a entrada principal, como é perfeitamente visível( o escudo com cabras;o escudo dos Figueiredos tem 5 folhas de figueira postas em sautor).A pedra substituida,foi levada para a capela da Quinta de S.Tomé e aí se manteve até 2005,quando ali a vi em risco de destruição e pedi ao Presidente da Câmara de Condeixa para a mandar retirar,o que foi feito.Resumindo,o brasão do Palácio dos Figueiredos,não pertence a estes,mas sim à família de João Cabral da Silva,fidalgo da Casa Real.
As figuras deste Passos estão muito degradadas por estão permanentemente voltadas para o sol. Está sendo preparada a requalificação do Largo do Carmo e, em meu entender, seria esta a melhor ocasião para proteger estas figuras, bastando que a capela deixasse de ficar virada para o sol. Com engenho e arte (e com pouco dinheiro) teríamos o problemas resolvido. Penso eu...
A este cruzeiro também se refere Mário CARDOZO na Revista de Guimarães, vol. 67, 1957, p. 209;
Alfredo GUIMARÃES em "Guimarães: Guia de Turismo, 2ª ed., 1953, p. 158; e o Padre Hilário Oliveira da SILVA, em "Capelas, cruzeiros e clamores no arciprestado de Guimarães e Vizela", 2004, p. 223.
A classificação de Pousada Histórica Design dada pelas Pousadas de Portugal reflecte a intervenção no conjunto: sobre um convento em ruínas foi realizada uma obra arquitectónica que, baseando-se na herança patrimonial do passado, a reconstruiu à luz das necessidades dos dias de hoje.
O edifício mantém a imagem natural que ostentava nos últimos anos, sem qualquer telhado de cobertura visível do exterior, e com as janelas da fachada apenas com vidro e sem caixilharia aparente, reforçando a ideia de algo parado no tempo. Vêem-se mesmo as ervas crescendo nas coberturas(estas foram revestidas a terra de onde saem plantas como as que antigamente se agarravam ao travejamento em ruínas). O claustro foi mantido sem a inclusão de vidros de protecção. No interior foi mantida a estrutura original das dependências, com decoração apelando a materiais simples e sobrios. Nalgumas salas sucessivas foram retiradas as portas para criar um espaço contínuo, deixando apenas os respectivos vãos, tendo sido usadas algumas dessas mesmas portas como painéis decorativos colocados nas paredes. Manteve-se na fachada posterior a grande chaminé de granito do antigo refeitório, funcionando o restaurante no espaço da antiga cozinha. Parte do sistema hidráulico montado pelos monges de cister foi preservado, sendo possível observar e ouvir, em vários locais, a água que atravessa o mosteiro.
A Pousada tem 32 quartos, restaurante, bar e esplanada, bem como piscinas para adultos e para crianças.
Recebeu o prémio para a melhor Pousada de Portugal em 2007.
José Filipe Silva's conversations
Meu caro senhor José Filipe da Silva:vejo que se dessedentou na mesma fonte onde bebi a informação sobre o nobre Paço dos Almadas,a monografia Condeixa-a-Nova,de Augusto S.Conceição.Porém,vejo que desconhece que o actual edifício da Pousada de Sta.Cristina foi construido de raíz,depois de totalmente demolido o edifício do Paço.Inclusivamente,a própria localização não é exactamente a mesma.Creia nesta afirmação de quem conheceu muito bem o velho palácio.Os meus cumprimentos.
Os Paços do Município de Condeixa,conhecido como Palácio dos Figueiredos da Guerra,tem uma história curiosa:foi provávelmente mandado construir pelos Condes de Portalegre, em meados do século XVII foi adquirido por Martim Gomes e Figueiredo, da Quinta de S.Tomé e no século XVIII passou para João Cabral da Silva que mandou colocar a sua própria pedra de armas sobre a entrada principal, como é perfeitamente visível( o escudo com cabras;o escudo dos Figueiredos tem 5 folhas de figueira postas em sautor).A pedra substituida,foi levada para a capela da Quinta de S.Tomé e aí se manteve até 2005,quando ali a vi em risco de destruição e pedi ao Presidente da Câmara de Condeixa para a mandar retirar,o que foi feito.Resumindo,o brasão do Palácio dos Figueiredos,não pertence a estes,mas sim à família de João Cabral da Silva,fidalgo da Casa Real.
Google est formidable merci
¡¡Simply fantastic !!
Greetings, Angel
A igreja da minha Freguesia..
As figuras deste Passos estão muito degradadas por estão permanentemente voltadas para o sol. Está sendo preparada a requalificação do Largo do Carmo e, em meu entender, seria esta a melhor ocasião para proteger estas figuras, bastando que a capela deixasse de ficar virada para o sol. Com engenho e arte (e com pouco dinheiro) teríamos o problemas resolvido. Penso eu...
A este cruzeiro também se refere Mário CARDOZO na Revista de Guimarães, vol. 67, 1957, p. 209; Alfredo GUIMARÃES em "Guimarães: Guia de Turismo, 2ª ed., 1953, p. 158; e o Padre Hilário Oliveira da SILVA, em "Capelas, cruzeiros e clamores no arciprestado de Guimarães e Vizela", 2004, p. 223.
Obrigada por transcribi-lo escrito na coluna,eu tratei de entendelo mais non puiden.Un saudo cordial .
Moi interesante a historia da ponte.Eu gosto moito deste lugar,tamben tenho algunhas fotos dela. Cumprimentos desde Galiza.
A classificação de Pousada Histórica Design dada pelas Pousadas de Portugal reflecte a intervenção no conjunto: sobre um convento em ruínas foi realizada uma obra arquitectónica que, baseando-se na herança patrimonial do passado, a reconstruiu à luz das necessidades dos dias de hoje.
O edifício mantém a imagem natural que ostentava nos últimos anos, sem qualquer telhado de cobertura visível do exterior, e com as janelas da fachada apenas com vidro e sem caixilharia aparente, reforçando a ideia de algo parado no tempo. Vêem-se mesmo as ervas crescendo nas coberturas(estas foram revestidas a terra de onde saem plantas como as que antigamente se agarravam ao travejamento em ruínas). O claustro foi mantido sem a inclusão de vidros de protecção. No interior foi mantida a estrutura original das dependências, com decoração apelando a materiais simples e sobrios. Nalgumas salas sucessivas foram retiradas as portas para criar um espaço contínuo, deixando apenas os respectivos vãos, tendo sido usadas algumas dessas mesmas portas como painéis decorativos colocados nas paredes. Manteve-se na fachada posterior a grande chaminé de granito do antigo refeitório, funcionando o restaurante no espaço da antiga cozinha. Parte do sistema hidráulico montado pelos monges de cister foi preservado, sendo possível observar e ouvir, em vários locais, a água que atravessa o mosteiro.
A Pousada tem 32 quartos, restaurante, bar e esplanada, bem como piscinas para adultos e para crianças.
Recebeu o prémio para a melhor Pousada de Portugal em 2007.