Nando Cunha - 1
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Brasileiro, nordestino e maranhense de Imperatriz com muito orgulho. Maquinista das maiores composições de minério de ferro do planeta, os trens da Estrada de Ferro Carajás com 330 vagões e 3.332 metros. Fotografo por amor a vida, a natureza e as pessoas.

Nando Cunha - 1's conversations

Valeu a visita Júlio... São Luis é mesmo uma cidade fotogênica. Abraços!!!!!

Beautiful photo of a beautiful place. Igor

Morei na casa de janelas amarelas. Decada de 60. Saudades.

.hmmessage P { margin:0px; padding:0px } body.hmmessage { font-size: 10pt; font-family:Verdana } A FONTE DO RIBEIRÃO NÃO É PASSARELA...

© DE João Batista do Lago

A transformação da Fonte do Ribeirão – uma das mais importantes peças históricas da cidade de São Luis – em passarela de blocos tradicionais, para dizer o mínimo, é a mor expressão da incompetência latente de uma galera que faz cultura pelo viés do processo político da aculturação, mas também, com um formato modernista duma abordagem sob o foco duma erudição ilhoa voltada para dentro de si, ou mais precisamente, como se fora de si, a “coisa” sui. O pior de tudo é constatar que toda essa ignorância está vestida com o manto oficial do Palácio de La Ravardière.

Quando tomei conhecimento dessa iniciativa tive o cuidado de procurar informações, junto ao órgão patrocinador, sobre o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e sobre o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), que respaldassem a efetivação da farra, agora elevada à condição de folclore (o que é outra aberração). Para minha decepção ninguém – mas ninguém mesmo – daquele órgão promotor, tampouco da estrutura da prefeitura, soube informar, o mínimo que fosse, sobre a minha especulação. Aliás, por onde passei, o que pude constatar foi cara de espanto (!) das pessoas, que, no geral, nem sabiam do que se tratava.

Assim sendo, tomo a liberdade de concluir, isto é, de inferir: que a transformação pura e simples da Fonte do Ribeirão em solene passarela de blocos (carnavalescos) tradicionais é um desrespeito, jamais uma homenagem como se pretendeu publicizar, ao patrimônio público da cidade de São Luis. Uma afronta à história e à historicidade, bem assim à ludovicensidade marânhica.

Com isso, pode-se, ainda, dizer: os atores ou agentes promotores e produtores desse evento são “sujeitos insuficientes” para conduzirem atos e fatos da cultura ou da culturalidade maranhense, posto que, sequer conhecem a Lei 10.257/2001, denominada Estatuto da Cidade, que dirime as dúvidas sobre tais situações. Suas conclusões [do Estatuto da Cidade] podem não apenas viabilizar como também impedir empreendimentos que comprometam o meio ambiente urbano. Também é um instrumento de mobilização popular, visto que a comunidade é chamada à discussão, evitando-se que empreendimentos sejam “consagrados” à revelia do interesse público.

Por conta própria tomei a iniciativa de fazer uma enquete, junto aos moradores da área, para saber se alguma pessoa estava sabendo do evento ou se fora convocada para discuti-lo... Infelizmente a resposta foi negativa. Ora, sendo assim, conclui-se – por definitivo – que a iniciativa não passou pelo crivo de qualquer estudo de viabilidade, seja EIV ou EIA. E muito menos obteve, da população, quaisquer respaldos.

Bonita arquitetura. Excelente foto em perspectiva. Parabéns pela captura.

Nando, as fotos, pertenciam ao meu pai. Durante muitos anos foi professor de crianças especiais no Recife. Gosto de fotografar, mas meu hobby predileto, é colecionar tudo que represente a história do país.

Già è vero,Fabrizio Pierucci,grazie della gradita visita e gentili parole,ciao

Céu azul, nuvens de algodão, palmeiras... Cenário de sonhos. Parabéns pela bonita foto.

Nosso Maranhão é mesmo muito lindo... Se não fosse por seus políticos que ocuparam esta casa mor, nosso estado seria muito melhor.

Very nice image...

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